10/03/2016 18h10 – Atualizado em 10/03/2016 18h10

Em reunião com o secretário municipal de Meio Ambiente, Nuna Viana, nesta semana, o vereador Beto Araújo solicitou a imediata instalação de placas no entorno da Lagoa Maior, orientando a população a não se aproximar ou tocar os animais silvestres que ali habitam.

Assessoria

Em reunião com o secretário municipal de Meio Ambiente, Nuna Viana, nesta semana, o vereador Beto Araújo solicitou a imediata instalação de placas no entorno da Lagoa Maior, orientando a população a não se aproximar ou tocar os animais silvestres que ali habitam. Segundo Beto, é preciso haver conscientização, pois, apesar de viverem em ambiente urbano, o comportamento dos bichos continua selvagem e, naturalmente, pode haver risco de ataque caso eles se sintam ameaçados.

Beto vem defendendo a permanência dos jacarés e capivaras na lagoa, desde o ano passado, quando surgiram polêmicas e até um pedido do Ministério Público Estadual para que houvesse remanejamento, devido a possíveis riscos de ataques aos frequentadores e turistas, principalmente porque muitas pessoas começaram a se aproximar e até tocar os animais, de forma arriscada.

Na tribuna, ele chegou a dizer que somente a gerência do Imasul teria jurisdição sobre o caso. Por isso, convidou o gerente do órgão, Vander Melquíades de Jesus para conhecer o local e identificar que só haveria risco se as pessoas tivessem atitudes que pudessem provocar jacarés e capivaras.

Nesta semana, o vereador comemorou a decisão do juiz Rodrigo Pedrini Marcos, que indeferiu o pedido do Ministério Público de Meio Ambiente, definindo pela permanência dos jacarés e entendendo que não oferecem riscos porque o local não é usado por banhistas.

Ele ainda lembrou que o juiz fez questão de reforçar que a presença dos animais no ambiente urbano e de lazer e turismo proporciona um sentimento de proximidade com a natureza, o que traz bem-estar coletivo e sensação de prazer.

Na opinião de Beto, agora que a permanência dos animais está definida judicialmente, o Executivo tem que tomar as providências para proteção tanto das pessoas quando da fauna. “Já vimos, nas redes sociais, fotos de pessoas tocando o rabo do jacaré e pais levando seus filhos para posar com eles. Temos que saber e lembrar que eles não são treinados para participar das selfies”, concluiu.

(*) Câmara Municial de Três Lagoas

Segundo Beto, é preciso haver conscientização, pois, apesar de viverem em ambiente urbano, o comportamento dos bichos continua selvagem e, naturalmente, pode haver risco de ataque caso eles se sintam ameaçados. (Foto: Assessoria)

Comentários