22/10/2002 13h46 – Atualizado em 22/10/2002 13h46
De 30 de outubro a 3 de novembro acontece em São Paulo o maior evento de ecoturismo e esportes de aventura da América Latina, a Adventure Fair. A feira que será realizada no Pavilhão da Bienal do Ibirapuera deve reunir 95 mil pessoas e movimentar cerca de 55 milhões de reais. De acordo com os organizadores, a feira deve reunir 225 expositores e 15 Estados estarão sendo representados por suas respectivas secretarias de turismo. Mato Grosso do Sul estará sendo representado pela Fundação de Turismo em parceria com duas operadoras de turismo: Águas do Pantanal e Impacto Tour.
Durante a feira serão distribuídos materiais institucionais, degustação da cachaça “Taboa” e brindes de artesanato indígena Kadwéu.
Segundo o organizador da feira, Sérgio Bernardi, o objetivo da feira é dar apoio ao turismo, visando proporcionar o maior número possível de benefícios aos expositores do segmento, entre eles o aumento dos canais de distribuição para os destinos ecológicos e um horário destinado apenas ao trade durante a feira, uma das novidades da feira deste ano. “Mais de 5 mil agências de turismo foram convidadas para conhecer métodos de como vender pacotes de ecoturismo”, diz Bernardi.
A Adventure Fair deste ano prevê ainda várias palestras, workshops e seminários dedicados aos profissionais de turismo no Eldorado Adventure Congress, que acontece paralelamente ao evento. Alguns temas que serão abordados já foram definidos, entre eles a implantação e o desenvolvimento do turismo de aventura nos municípios brasileiros, a formação de guias e as normas de operação do turismo de aventura.
De acordo com Sérgio Bernardi o turismo é o segmento que pode ser beneficiado pelo “boom” da moeda americana em relação à brasileira, mas em especial o ecoturismo. Este último, de acordo com a Organização Mundial do Turismo (OMT), cresce 20% ao ano no mundo e, nos últimos 15 anos, recebeu 90% a mais de investimentos. “A atual realidade cambial instável tende a inibir a procura por destinos do exterior, o que deve fazer com que os turistas busquem as inúmeras alternativas de paraísos ecológicos no Brasil”, diz ele.
Fonte: MS Notícias





