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sexta-feira, 17 de abril de 2026

Rebeldes matam uma refém russa em teatro de Moscou, diz agência

24/10/2002 10h16 – Atualizado em 24/10/2002 10h16

MOSCOU – A tensão aumentou na capital russa onde os rebeldes chechenos que capturararam mais de 700 pessoas em um teatro de Moscou mataram uma refém nesta quinta-feira, de acordo com a agência de notícias russa Itar-Tass.

A rede de TV russa NTV mostrou imagens de um corpo coberto sendo removido do teatro.

O grupo armado disse que não vai libertar mais nenhum refém, após terem liberado cinco pessoas hoje. O seqüestradores minaram o teatro e ameaçam explodir o local se a polícia tentar invadir o prédio. No entanto, as autoridades russas já tinha avisado que só entrariam no local se os seqüestradores começassem a executar os reféns.

Horas antes, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, disse que o seqüestro de mais de 700 pessoas em um teatro de Moscou foi um ato planejado no exterior liderado pelos document.write Chr(39)mesmos criminososdocument.write Chr(39) que agem contra forças russa na Chechênia.

  • A primeira informação que recebemos dos representantes dos terroristas que capturaram os reféns em Moscou veio do exterior – disse Putin. – Isso confirma mais uma vez que o ato terrorista foi planejado no exterior.

Há mais de 12 horas, entre 40 e 50 homens e mulheres armados mascarados mantêm centenas de pessoas reféns dentro de um conhecido teatro na capital russa e exigem o fim da intervenção militar russa na Chechênia, e da guerra neste país, como condição para liberta-los.

A deputada liberal Irina Khakamada disse que estava a caminho do Kremlin para se reunir com o presidente Vladimir Putin, depois de ter se encontrado com os seqüestradores.

Rebeldes fixam prazo – O chefe do comando rebelde checheno que mantém cerca de 700 reféns em um teatro de Moscou estabeleceu o prazo de sete dias para que a Rússia encerre todas as operações militares na Chechênia, document.write Chr(39)se deseja salvar a vida dos refénsdocument.write Chr(39). A informação foi divulgada no site dos rebeldes na internet:www. Kavkaz Center.org.

Fontes extra-oficiais informaram que os guerrilheiros teriam oferecido libertar 50 reféns em troca da presença de Ajmed Kadírov, representante de Putin para a Chechênia. Os rebeldes afirmam ainda terem feito a primeira vítima fatal ao abater um document.write Chr(39)guarda bêbadodocument.write Chr(39) que se aproximou da entrada do edifício.

A única deputada chechena do Parlamento russo, Aslanbek Aslajánov, conversou com os rebelados por telefone. A parlamentar foi ao teatro acompanhada do presidente da Duma (Assembléia Legislativa) de Moscou, Rouslan Khasboulatov, também de nacionalidade chechena. As gestões de ambos junto aos rebeldes pelo fim da ocupação foram infrutíferas.

Movladi Udúgov, conhecido ideólogo dos separatistas chechenos e chefe do serviço de informação da guerrilha independentista assumiu a responsabilidade pelo assalto à Casa de Cultura de Moscou através de um telefonema à radio Eco da capital russa, de acordo com o jornal espanhol document.write Chr(39)El Paisdocument.write Chr(39).

O embaixado da Áustria em Moscou, Franz Cede, disse que entre os reféns estariam australianos, áustriacos, britânicos, alemães e americanos, sem, no entanto, precisar o número exato de estrangeiros. Não há informações sobre brasileiros entre os capturados.

Fonte: GloboNews

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