17/12/2002 14h16 – Atualizado em 17/12/2002 14h16
Se depender dos depoimentos de Célio Alves e Hércules Agostinho, acusado de serem os executores do empresário Domingos Sávio Brandão de Lima, dono do jornal “Folha do Estado”, a Justiça Federal conseguirá andar pouco. Ambos negaram autoria do crime e foram mais longe: disseram que não têm ligações com o empresário João Arcanjo Ribeiro, apontado como o chefe do crime organizado em Mato Grosso. Arcanjo está foragido desde o dia 5.
Nesse caso, o depoimento mais esperado fica sendo o do coronel Frederico Lepesteur, apontado como o “braço direito” das operações criminosas de João Arcanjo Ribeiro. Ele será o último a prestar depoimento. O coronel Marcondes Ramalho admitiu que explorava as máquinas caça-níqueis.
Fonte: 24horasnews



