29/01/2003 09h34 – Atualizado em 29/01/2003 09h34
Confrontado com crescentes dúvidas sobre a sabedoria e a legitimidade de desencadear uma guerra para desarmar o regime de Saddam Hussein, o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, fez ontem à noite seu discurso anual sobre o estado da nação, buscando mobilizar o apoio dos norte-americanos document.write Chr(39)para algumas grandes causasdocument.write Chr(39).
Com sua popularidade em queda acelerada e a aura de invencibilidade que conquistou depois dos atentados de 11 de setembro de 2001, posta em dúvida pelo desempenho medíocre da economia americana, aumento do desemprego e uma séria derrapada na condução das relações com a Coréia do Norte, Bush voltou a apontar o Iraque como o maior perigo para a segurança dos EUA e mundial, mas não deu qualquer ultimato a Saddam Hussein. Ele também defendeu o ambicioso programa de estímulo econômico apresentado no início do mês. Boa parte do discurso foi centrado em assuntos nacionais e, especialmente, em seu plano de cortes de impostos. Enquanto Bush lia seu discurso, no Congresso, entre os 24 convidados do presidente, uma cadeira vazia lembrava as vítimas dos atentados de 11 de setembro de 2001.
Fonte: Correio do Povo






