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quinta-feira, 14 de maio de 2026

Corinthians volta a usar lado esquerdo para vencer

17/03/2003 16h02 – Atualizado em 17/03/2003 16h02

Durante a semana, o atacante Gil disse que preferia o Corinthians atual por ser mais balanceado que o de 2002 e não depender exclusivamente das jogadas pelo setor esquerdo. Mas o que se viu ontem à noite, no primeiro jogo da final com o São Paulo, foi um time capenga pelo lado canhoto, como aquele comandado por Carlos Alberto Parreira na temporada passada.

Tanto que dois dos três gols saíram em lances pelo setor esquerdo. No segundo, Jorge Wágner cobrou uma falta com perfeição na cabeça de Fábio Luciano, que se antecipou à zaga são-paulina e marcou. No terceiro, Gil abriu pela ponta, foi lançado e bateu colocado, no ângulo direito de Rogério Ceni.

Além desses dois gols, o Corinthians, aproveitando com eficiência os espaços deixados por Júlio Baptista, que substituiu o lateral-direito Leonardo (contundido), criou diversas outras oportunidades com Kléber, Gil e Jorge Wágner. Enquanto isso, a única jogada de perigo pela direita foi um chute de Rogério, aos 29min do segundo tempo, que Ceni espalmou e a bola bateu na trave.

Para o técnico Geninho, a atuação de Jorge Wágner teve grande parcela para o sucesso do esquema. “O Jorge avançou bem, tornou o lado esquerdo mais forte e jogou melhor”, disse o treinador.

Antes da partida, o técnico são-paulino Oswaldo de Oliveira já imaginava que poderia ter problemas por aquele setor. “Temos que fazer uma marcação porque o lado esquerdo do Corinthians é muito forte”, afirmou ele, que preferiu improvisar Júlio Baptista e deixar o lateral reserva Gabriel no banco.

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