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Três Lagoas
quinta-feira, 14 de maio de 2026

Polícia descobre um estúdio clandestino de gravação de CDs

20/03/2003 17h03 – Atualizado em 20/03/2003 17h03

Agentes de Polícia do 1º Distrito Policial (1ºDP) efetuaram, nesta quarta-feira (19), novas diligências em Três Lagoas, visando coibir o comércio ilegal de CDs e de fitas K7, gravadas sem a devida autorização dos autores ou de seus representantes legais.

Desta vez, a polícia civil se fez acompanhar de representantes da Associação Protetora dos Direitos Intelectuais Fonográficos do Brasil, entidade que representa legalmente as oito maiores gravadoras do país.

Na operação, iniciada no denominado “Camelódromo”, localizado num longo trecho de uma das calçadas da avenida Rosário Congro, beirando a linha férrea, os policiais civis identificaram um estúdio clandestino, aonde eram efetuadas as reproduções de CDs.

Ficou constatado que o estúdio pertence a Cláudio José da Silva. O estúdio estava instalado em sua residência, numa casa da rua João Dantas Filgueiras, no bairro Vila Nova.

No local, foram apreendidos computadores, scaners e diversificado material impresso, próprio para embalagem dos discos e CDs já copiados.

No denominado box “CD Shoping”, no camelódromo, cujo proprietário é o próprio Cláudio, a polícia também encontrou e apreenderam mais de 2 mil CDs, considerados piratas. No mesmo camelódromo, foram também apreendidos 86 CDs piratas, no box de número 44, de propriedade de Sandra Dias dos Santos.

Na mesma operação, os agentes do 1ºDP deslocaram-se para a conhecida loja Disco Laser, na avenida Antônio Trajano. Nesta loja, foram apreendidos outros 130 CDs, também pirateados.

O delegado de polícia, titular do 1ºDP, Carlos Roberto Giacomelli, informou que foram instaurados inquéritos policiais para apuração dos delitos.

Segundo Giacomelli, a lei penal para este caso prevê pena de 1 a 4 anos de reclusão, tanto para quem reproduz os discos ilegalmente, como para quem os comercializa.

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