11/04/2003 15h39 – Atualizado em 11/04/2003 15h39
A destinação correta de embalagens de agrotóxicos será debatido hoje em Maracaju quando acontece um encontro sobre o processo de lavagem, identificação, tiragem, separação, classificação, retirada de lacres, rótulos, tampas e a confecção dos fardos. O evento será realizado na Câmara de Vereadores e terá início às 08 horas com uma palestra proferida pela promotora de Justiça do Meio Ambiente, Cristiane Barreto Nogueira Riskallah. Ela vai explicar as conseqüências do descumprimento da lei pertinente ao tema. Segundo o coordenador Inpev (Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias), Hamilton Rondon Flandoli, existem seis unidades no Estado para o recebimento das embalagens: Maracaju, Rio Brilhante, Ponta Porã, Dourados, São Gabriel D’Oeste, Chapadão do Sul e Caarapó. As próximas cidades a receber uma unidade são Fátima do Sul, Sidrolândia, Nova Andradina e Campo Grande. Rondon revela que a conscientização do trabalhador rural quanto ao manuseio tanto do produto ainda é pequena. Em 2002 foram coletadas 310 toneladas de embalagens. Maracaju foi a unidade que recebeu a maior quantidade, 35%, ou 107 toneladas. Para este ano, a meta do município é arrecadar 200 toneladas. Já em todo Mato Grosso do Sul, de acordo com o Rondon a estimativa é de juntar 600 toneladas de embalagens, ou 60% do total existente em áreas rurais. Para o Inpev, o maior desafio é a falta de fiscalização, porque, a lei quer proteger tanto o homem quanto o meio ambiente.






