23/05/2003 09h13 – Atualizado em 23/05/2003 09h13
Duas locadoras de vídeo mantinham laboratórios para a reprodução de cópias de filmes. A descoberta foi feita hoje pelo Grupo de Ação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público, numa ação nacional de combate a pirataria. Seis pessoas estão presas, quatro ainda não foram identificadas.
No maior laboratório, no Bairro Nova Minas Gerais, periferia de Campo Grande, a Polícia prendeu pai e filho (Divaldo de Andrade Araújo e seu filho, Divaldo de Andrade Araújo Junior) que “produziam” pelo menos quatro mil fitas por mês. As cópias eram vendidas para locadoras e no centro comercial popular, conhecido como camelódromo, que funciona no centro da cidade.
O Ministério Público apreendeu uma lista com o nome dos compradores das fitas e, a partir dela, prende identificar a rede de comércio de fitas pirateadas. Amanhã cedo, o Ministério Público anuncia, numa coletiva para a imprensa, o resultado da operação, revelando a quantidade de fitas apreendidas e o nome das seis pessoas presas.
Nas duas locadoras – que o Ministério Público ainda não divulgou o nome – e que participavam do esquema de pirataria, funcionavam pequenos laboratórios. Lá as fitas originais eram copiadas e alugadas para clientes ou vendidas para outras lojas.
Pai e filho, presos, produziam 4 mil fitas de vídeo:
Pelo menos três mil fitas de vídeo foram apreendidas na casa 48 da Rua Assis, no Bairro Minas Gerais, em Campo Grande, onde mora Divaldo de Andrade Araújo e seu filho, Divaldo de Andrade Araújo Junior. A dupla, segundo a Polícia, produzia quatro mil fitas por mês.
As fitas piratas eram vendidas para ambulantes do camelódromo, no centro da cidade, e para vídeo locadoras. A lista dos compradores está em poder do Ministério Público, que comandou a apreensão. A Polícia ainda está no local.
Gaeco apreende fitas piratas de vídeo e prende 2 pessoas:
O Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) apreendeu, há pouco, dezenas de fitas piratas de videocassete em uma casa no bairro Novo Minas Gerais, em Campo Grande. O Rotac (Ronda de Operações Táticas) está no local auxiliando na apreensão. Duas pessoas, ainda não identificadas, foram detidas. Também foram apreendidos maquinários e agendas com nomes de várias locadoras que teriam encomendado as fitas.
Fonte: Campo Grande News




