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terça-feira, 23 de junho de 2026

Prefeitos do Brasil e Paraguai assinam protocolo de intenções

30/05/2003 08h16 – Atualizado em 30/05/2003 08h16

O prefeito Vagner Piantoni (PT), e mais três prefeitos da região de fronteira, assinaram ontem pela manhã durante reunião no Hotel Pousada do Bosque de Ponta Porã, o protocolo de intenções para criação do Plano Diretor Bi-Nacional entre as cidades brasileiras e paraguaias localizadas na região de fronteira. O evento contou com a participação de autoridades civis e militares dos dois países, além dos prefeitos de Bela Vista, Geraldo Murano (PDT); Bella Vista-Paraguai, Rigoberto Caballero Gonzáles; e de Pedro Juan Caballero, Angélica Valdez. Todos demonstraram disposição em lutar de forma organizada e em parceria pelo desenvolvimento econômico e social dos municípios. Piantoni disse que a assinatura do protocolo de intenções para começar a elaborar o plano diretor é um fato muito importante para os quatro municípios da fronteira. Ele disse que hoje se pode discutir um plano diretor porque as cidades estão sendo bem administradas. “Quando assumimos não tínhamos nem uma ambulância e o único hospital que atende pela rede pública estava fechado. Hoje a situação já melhorou muito e temos certeza que vai melhorar muito mais”, disse. O prefeito de Ponta Porã disse que além através do plano diretor será possível reforçar parcerias não só na área de saúde, mas também na educação e nas mais diversas áreas. “O plano será importante para que brasileiros e paraguaios possam planejar o que querem para o futuro. Vamos descobrir a vocação de cada cidade, para com essas informações desenvolver os projetos voltados para o bem estar da população”. Vagner Piantoni disse que durante reunião de prefeitos do PT com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em Brasília, pediu ao presidente que se estabeleça políticas diferenciadas para os municípios da região de fronteira. O mesmo pedido foi feito aos ministros do governo federal. Piantoni disse hoje os municípios são tratados de forma igualitária e que durante o governo Fernando Henrique, 80% das verbas destinadas para o Estado ficavam em Campo Grande e os outros 20% eram distribuídos para os não aliados do governador Zeca do PT.

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