03/07/2003 16h59 – Atualizado em 03/07/2003 16h59
Diante do impasse, no ano passado, sobre a localização da feira central, a maior de Campo Grande, que funciona na Avenida Mato Grosso, foi discutido entre os representantes e o prefeito de Campo Grande, André Puccinelli a possibilidade da transferência da “Feirona” para uma área próxima ao AICG (Aeroporto Internacional de Campo Grande). Neste local, estão os 128 lotes adquiridos pelo município em troca de dívidas do IPTU (Imposto Predial Territorial Urbano). Em 1999, segundo o presidente da RFFSA (Rede Ferroviária Federal), Waldemir Vieira, os imóveis foram avaliados em R$ 1,2 milhão.
Enquanto o município conseguiu legalizar estes imóveis, durante o processo de liquidação da RFSSA, os moradores têm que cobrir o valor das casas onde moram, estipulado nos quatro dias de leilão que aconteceu em maio. Eles começam este mês a pagar 10% do valor dos 146 imóveis que foram ao pregão. O menor valor ficou em R$ 6,8 mil e o maior em R$ 66 mil. Agora, as pessoas que moram atualmente nas residências – funcionários da Novoeste, aposentados da antiga RFFSA (Rede Ferroviária) ou proprietários que assumiram dívidas de prestações e IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) – vão ter até 84 meses para parcelar o valor do arremate.




