31/07/2003 15h36 – Atualizado em 31/07/2003 15h36
Durante a reunião pública realizada hoje com o grupo de trabalho criado pela prefeitura para apontar a solução sobre a destinação final do lixo em Campo Grande, foi divulgado um cadastro apontando que no local trabalham 280 catadores fixos, mesmo número apresentado no relatório realizado pelo psicólogo Sérgio Fracalanza Alves Côrrea, que este mês ficou uma semana no lixão ministrando palestras e entrevistas com 256 catadores de lixo. Fracalanza explica que a diferença se deve a presença de estrangeiros sem cidadania, outros com problemas na Justiça e alguns menores proibidos pelos pais de responderem à pesquisa. A prefeitura estima a existência de aproximadamente 300 catadores ambulantes que atuam nas ruas, fora do aterro.



