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sexta-feira, 3 de julho de 2026

Buraco da camada de ozônio document.write Chr(39)está diminuindo

01/08/2003 09h08 – Atualizado em 01/08/2003 09h08

Os estudiosos da universidade do Alabama analisaram dados coletados nos últimos 20 anos na superfície da Terra e por satélites artificiais.

A conclusão foi que na parte superior da estratosfera, o limite superior da camada de ozônio, o ritmo de destruição do ozônio diminuiu de forma significativa.

No entanto, os cientistas afirmam que, no atual ritmo, a recuperação completa da camada de ozônio vai demorar ainda, pelo menos, 50 anos.

Montreal

De acordo com o líder da pesquisa, Michael Newchurch, a camada “vinha diminuindo a uma taxa de 8% por década nas últimas duas décadas, e agora (essa taxa) é de apenas 4% por década”.

“Nós esperamos que o declínio da camada pare completamente nos próximos anos.”

Enquanto a camada de ozônio dá sinais de recuperação nas suas camadas superiores, nas inferiores o processo estaria sendo mais lento.

Segundo os estudiosos, nessas áreas o aquecimento global está mudando as temperaturas e o movimento dos ventos, prejudicando a recuperação.

Os pesquisadores dizem que a recuperação da camada de ozônio se deve ao sucesso do primeiro tratado global para proteger o meio ambiente, o Protocolo de Montreal, de 1987.

O documento proibiu produtos químicos responsáveis pela destruição do ozônio, como os clorofluorcarbonetos (CFCs), usados principalmente em aerossóis e em refrigeradores.

Fonte: BBC

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