13/08/2003 08h45 – Atualizado em 13/08/2003 08h45
Caso os salários de defensores públicos e promotores de Justiça sejam reajustados até o sub-teto de 90,25% do salário do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), ou seja R$ 15,4 mil, o gasto que o governo do Estado teria com esse reajuste engoliria quase 59% da economia imediata com a reforma previdenciária, calculada em R$ 1,2 milhão ao mês.
Segundo cálculo do secretário estadual de Gestão, Ronaldo Franco, o aumento de salário para os defensores e procuradores custaria R$ 700 mil ao Estado, ou seja, R$ 200 mil a mais do que deve ser arrecadado com a taxação dos servidores inativos em Mato Grosso do Sul, de R$ 500 mil. Outros R$ 300 mil seriam economizados com redução salarial e R$ 400 mil com o aumento da alíquota de desconto sobre folha salarial de 10% para 11%, acompanhando a alíquota nacional. A economia na íntegra significaria redução de 20% no déficit mensal do Fundo Previdenciário de Mato Grosso do Sul, o MSPrev, de R$ 6 milhões.
Fonte: Campo Grande News



