08/09/2003 16h54 – Atualizado em 08/09/2003 16h54
O resultado deve levar Câmara Setorial do Leite e a Comissão da Pecuária do Leite da Famasul a fazer seminário de esclarecimento
A Comissão da Pecuária do Leite da Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul) e a Câmara Setorial do Leite estão promovendo uma pesquisa junto aos 64 sindicatos rurais sobre a questão da obrigatoriedade da pasteurização do produto no Estado. A intenção do levantamento é saber como está o processo que garante a sanidade do consumidor e se o produtor está ciente do processo.
O resultado da pesquisa, conforme o presidente da Comissão da Pecuária do Leite, Dário Alves de Souza, deve resultar em seminários regionais para sanar as dúvidas quanto a obrigatoriedade e pasteurização do leite. “Também estamos tentando achar uma solução para os custos com a pasteurização”, comenta o presidente.
Sugestão
Uma das sugestões já apresentadas para Câmara Setorial e para a Assembléia Legislativa é um projeto de pasteurização lenta utilizado no Distrito Federal. Esse sistema foi escolhido pelo fato de ser um processo mais barato que o utilizado atualmente.
Para que o estado incorpore o processo é necessário que a Assembléia Legislativa aprove o projeto, assim como foi feito no Distrito Federal. “Estamos ciente quanto o cumprimento da lei federal, mas a pasteurização rápida em alguns municípios é quase impossível de ser cumprida, pois requer condições especiais. Em alguns lugares há falta de energia elétrica, transporte adequado do produto”, comenta Dário, informando que a intenção é obter uma solução mediana que não influa na saúde pública.
A Câmara Setorial do Leite deve discutir novamente o assunto no dia 16, às 14 horas, na Seprotur (Secretaria de Estado de Produção e Turismo).




