10/10/2003 15h10 – Atualizado em 10/10/2003 15h10
O vice-presidente dos EUA, Dick Cheney, disse nesta sexta-feira que o país ainda enfrenta a ameaça de inimigos capazes de causar a morte de centenas de milhares de americanos em um só dia e defendeu a guerra do Iraque como um ataque fundamental no combate ao terrorismo.
A defesa de Cheney da guerra contra Saddam Hussein foi feita um dia depois de o presidente George W. Bush ter feito o mesmo, afirmando a ouvintes em Portsmouth, New Hampshire, que os desafios enfrentados hoje pelos EUA “não podem ser tratados com ações tímidas ou palavras amargas”.
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Poderíamos não aceitar o grave perigo de Saddam Hussein e seus aliados virando armas de destruição em massa contra nós ou nossos amigos e aliados – disse Cheney à conservadora Heritage Foundation, nesta sexta-feira.
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Em vez de perder milhares de vidas, poderíamos perder dezenas de milhares ou até centenas de milhares num único dia de guerra – afirmou Cheney, referindo-se à ameaça do uso de armas não-convencionais em combate com inimigos.
Cheney não deu qualquer prova de que haja uma ligação entre Saddam e os atentados de 11 de setembro, mas tratou a invasão do Iraque como parte da guerra ao terrorismo.
- Lembrem-se do que vimos na manhã do dia 11 de setembro. E conhecendo a natureza desses inimigos, temos a responsabilidade mais clara que podia cair sobre um governo. Temos que fazer todo o possível para evitar que terroristas jamas adquiram armas de destruição em massa.
Fonte:Agora MS





