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Três Lagoas
quarta-feira, 29 de abril de 2026

SINSAP/MS busca MPE para ajudar a reestabelecer segurança no Estabelecimento Penal Feminino de Três Lagoas

Sindicato abordou sobre a situação de insegurança do presídio, com risco iminente de fuga, motins e rebelião

O presidente do SINSAP/MS, André Santiago, esteve em Três Lagoas nesta segunda-feira (19), para buscar garantir a segurança do Estabelecimento Penal Feminino de Três Lagoas.

Desde a retirada drástica da Polícia Militar, em março deste ano, dos postos de monitoramento e guarda externa, a Unidade Prisional ficou desguarnecida.

Juntamente com algumas servidoras, Santiago participou de uma reunião com o Ministério Público do Estado, através da 9ª Promotoria de Justiça de Três Lagoas, buscando diálogo com órgão do judiciário com objetivo de reestabelecer a segurança no local e implementar temporariamente algumas ações de prevenção.

O Sindicato abordou sobre a situação de insegurança do presídio, com risco iminente de fuga, motins e rebelião, destacando a necessidade de redução da liberação de internas para o trabalho externo, pelo menos até que grupo armado da polícia penal realize a segurança das muralhas do Presídio Feminino de Três Lagoas.

O SINSAP/MS destacou que a situação coloca em risco a vida das servidoras e a segurança da sociedade, especialmente nos vários momentos diários de abertura de seus portões para a entrada de veículos, saída do solário e liberação de internas.

O Sindicato ainda pontuou que a redução dos setores de trabalho têm sido uma forma adotada em várias unidades também como controle da COVID-19, sendo que até mesmo empresas privadas e comércio em geral sofreram com restrições impostas pela pandemia. Por isso, o SINSAP/MS também destacou que na unidade também se faz necessária a redução dos setores de trabalho neste momento de total vulnerabilidade do presídio e aumento de contaminação do COVID-1.

O SINSAP/MS ainda cita como exemplo a outra unidade prisional também de Três Lagoas, a Unidade Prisional Masculina, que solicitou a diminuição da rotina no presídio, com o recebimento gradual e fracionado de pertences aos internos, devido à falta de efetivo e em virtude do atual estágio pandêmico. O Sindicato pontua que as duas unidades vivem realidades semelhantes.

Leia a íntegra do Requerimento no arquivo abaixo:

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