15/10/2003 09h07 – Atualizado em 15/10/2003 09h07
Considerando a importância que a qualidade e a quantidade de água representam para melhoria da qualidade de vida e a manutenção da saúde humana, a secretaria estadual de Saúde, através da coordenação estadual de Vigilância Sanitária e Ambiental em Saúde, promove o “1° Seminário Estadual de Controle e Vigilância da Qualidade da Água para consumo humano e seu padrão de potabilidade – Portaria 1.469/00”. O evento acontece até dia 16, no auditório do CRO – Conselho Regional de Odontologia, na Rua Professor Severino Ramos de Queiroz, 743.
O seminário tem participação da Denise Formággia, engenheira civil e sanitarista da secretaria estadual de Saúde de São Paulo e diretora técnica da Regional de Saúde do Litoral Norte, Denise Formággia
Estão participando também do seminário a Comissão Interinstitucional de Educação Ambiental, Secretaria Estadual de Meio Ambiente, Secretaria Estadual de Educação, Ibama, Sanesul/Águas de Guariroba, Lacen/MS, Vetores e Laboratório Municipal de Campo Grande/Labcen.
A primeira legislação, Lei n° 6.050, visando à vigilância da qualidade da água no Brasil data de 24/05/74, e dispõe sobre a fluoretação da água em sistemas de abastecimento quando existir estação de tratamento, assinada pelo então presidente da república, Ernesto Geisel.
Segundo a secretaria de Saúde a preocupação com a água no mundo é devido aos seguintes fatores:
Somente 1% do volume de água do planeta é apropriado para o consumo;
1 bilhão de pessoas não têm acesso à água potável;
Em 70 anos a população mundial triplicou;
Em 2025 a escassez de água atingirá 4 bilhões de pessoas (2 em cada 3 pessoas vão sofrer com escassez, poluição ou conflitos de uso);
300 rios são motivo de disputa de fronteiras;
A agricultura é responsável por 70% do consumo de água, com 60% de desperdício;
O Brasil detém 12% das reservas mundiais de água doce (72% situado na Bacia Amazônica);
No período de 1975 à 1995 o consumo per capita dobrou;
70% da bacia hidrográfica registra algum tipo de poluição, principalmente nos estados do Rio Grande do Sul à Bahia.
A perda de água produzida está em 40%;
De 1997 a 2001 o setor de águas minerais cresceu 104%.
Em 2001 o consumo de água mineral foi de 4,320 bilhões de litros (6°mercado mundial) – 24,9L/habitantes por ano.
Fonte:Midiamax News




