12/11/2002 13h31 – Atualizado em 12/11/2002 13h31
BRASÍLIA – O deputado Paulo Rocha (PT-PA) afirmou há pouco que se não houver acordo entre o partido e o governo para a votação da Medida Provisória 45, que trata do plano de carreira dos servidos do Banco Central, a tendência do PT é votar pela rejeição da MP.
O deputado Walter Pinheiro (PT-BA) está neste momento reunido com técnicos da Casa Civil da Presidência da República em busca de um consenso. O texto da MP prevê a destinação de R$ 21 milhões para cargos de confiança do BC. Os servidores pleiteiam que deste valor, R$ 8 milhões sejam remanejados para funcionário de nível básico e outros R$ 13 milhões para o plano de´saúde da categoria.
Além disso, a MP prevê um encontro de contas dos planos Bresser e do FGTS pagos à categoria. O governo afirma que só vai liberar o FGTS depositado entre 1991 e 1996 quando os servidores assinarem um acordo aceitando a devolução do plano Bresser recebido.
Fonte: JB Online





