12/11/2002 18h49 – Atualizado em 12/11/2002 18h49
A 1ª Feira Pecuária de Três Lagoas (Feipec) estimulou não só os negócios envolvendo produtores, mas o setor comercial e turístico. Leilões de grande quantidade chamaram a atenção de pecuaristas de vários estados.
Os hotéis da cidade chegaram a ficar sem vagas em alguns dias por conta da feira, que foi de 6 a 11 de novembro, no recinto da Leilo Ado, às margens da BR 262.
Muitas pessoas, que vieram conferir os leilões, são de cidades do Estado de São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul e do próprio Mato Grosso do Sul.
“É muito bom para nós, pois além de divulgarmos a cidade ganhamos com a presença desses document.write Chr(39)turistasdocument.write Chr(39)”, disse o proprietário do hotel Vila Romana, Getúlio Vargas Falco.
Os restaurantes e algumas lojas também tiveram uma ótima rentabilidade durante os seis dias de festas, como explica Falco: “um exemplo é de quem está aqui e esquece de uma camisa e acaba comprando no comércio de nossa cidade”.
Falco, que também é pecuarista, pôde apreciar os leilões e os expositores. “A feira surpreendeu e acredito que nos próximos anos ela será melhor”, afirma.
O mesmo espera o leiloeiro da AM Leilões e Eventos, que organiza a festa, Agnaldo Agostinho. Segundo Agostinho, todos os leilões tiveram bons rendimentos. O último, de gado e corte, teve 100% de liquidez e bons compradores.
“Apenas alguns vendedores que desistiram de última hora sem dar explicações e outros que tiveram problema por não terem vacinado os animais”.
De 2 mil cabeças iniciais, o leilão começou com 500. Agostinho conta que a desistência não foi por conta de ser um leilão arriscado. “Pelo contrário, tivemos animais vendidos acima da média nacional.”
Um exemplo foi um bezerro de cruzamento rematado por R$ 492. “É um excelente valor para esse animal”, conta.





