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quarta-feira, 22 de abril de 2026

Couro é desvalorizado pela marcação em local impróprio

04/11/2002 11h20 – Atualizado em 04/11/2002 11h20

Em 2000, quase 25 milhões de unidades foram processadas no País, cerca de 11 milhões a menos do que o número de animais abatidos na mesma época. Uma das alternativas para evitar prejuízos é marcar o gado somente em áreas que não influenciam no valor final do produto. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento está desenvolvendo uma campanha que prevê, entre vários slogans, um que diz: “Produtor, a marca no gado tem o lugar certo”.

Segundo instruções do órgão, o correto seria usar o ferro candente somente na cara, no pescoço e nas regiões abaixo de uma linha imaginária que liga as articulações fêmuro-rótulo-tibial e úmero-rádio-cubital, ou seja, nas patas do bovino. O ministério está divulgando também a marca do sistema “Ordem e Progresso”, criada há quase um século pela legislação brasileira. O símbolo pode ser adquirido através de requerimento enviado ao órgão. O telefone para informações é (61) 218-2727 ou (34) 3336-5344/3336-3347.

Fonte: Correio do Estado

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