26/09/2018 16h57
Cabeleireira acusada de matar vendedor com uma facada teve o pedido de revogação de prisão preventiva negado por unanimidade pela 5ª Turma do STJ
Gisele Berto
O Ministério Público do MS pediu e a Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça decidiu negar, por unanimidade, em sentença divulgada hoje, o pedido de revogação da prisão preventiva da cabeleireira Joice Espíndola da Silva, acusada de matar o vendedor Camilo de Freitas da Silva no dia 20 de maio.
Desta forma, a acusada continua presa preventivamente pelos crimes de homicídio qualificado com pelo motivo torpe e de corrupção de menores.
Na sentença, o Ministério Público alega que “os indícios de autoria também restaram demonstrados, conforme se extrai pelos depoimentos colhidos pela autoridade policial” e que “a prova da existência do crime restou devidamente comprovada”.
O CRIME
A cabeleireira Joice Espíndola foi acusada de matar a facada o vendedor Camilo de Freitas da Silva, de 28 anos, em 20 de maio, quando discutia com sua esposa na rua.
Ao ver Camilo e a esposa se desentendendo, Joice, que estava em uma caminhonete, acompanhada do filho adolescente, desceu para defender a vítima de Camilo.
Mãe e filho acabaram brigando com o vendedor. A mulher alcançou uma faca no carro e acertou um golpe no peito de Camilo, que morreu antes de ser socorrido.




