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sexta-feira, 17 de abril de 2026

Morre Oscar Schmidt, ícone do basquete brasileiro, aos 68 anos

Conhecido como “Mão Santa”, ex-jogador enfrentava câncer no cérebro desde 2011

Oscar Schmidt, o “Mão Santa”, maior ícone do basquete brasileiro e um dos nomes mais importantes do esporte mundial, morreu na tarde desta sexta-feira (17), em São Paulo, aos 68 anos. O ex-jogador lutava contra um câncer no cérebro desde 2011.

Horas antes da confirmação da morte, a assessoria de imprensa de Oscar havia informado que ele teve um mal-estar e foi socorrido para um hospital da capital paulista.

Dono de uma das trajetórias mais marcantes do esporte, o jogador se tornou referência mundial pela precisão nos arremessos, característica que lhe rendeu o apelido de “Mão Santa”. Com passagens históricas pela seleção brasileira, participou de cinco Olimpíadas e construiu uma carreira reconhecida dentro e fora do país, consolidando-se como um dos maiores cestinhas da história do basquete.

Mesmo após deixar as quadras, manteve atuação como palestrante motivacional, levando ao público mensagens sobre disciplina, foco e superação. Ao longo dos últimos anos, também enfrentou publicamente a luta contra o câncer, tornando-se exemplo de resiliência.

Em Mato Grosso do Sul, Oscar também deixou marcas fora dos grandes ginásios. Em 2007, esteve em Ponta Porã, onde acompanhou de perto um projeto de basquete formado por jovens atletas em uma quadra de terra batida.

A passagem do ídolo se tornou um marco para o grupo, que anos depois se consolidou como referência esportiva e social na cidade. Conhecidos como “meninos do terrão”, os atletas tiveram no ex-jogador uma inspiração direta, e ele se tornou padrinho do projeto.

A última passagem pelo Estado ocorreu em junho de 2022, quando esteve em Campo Grande para participar do lançamento de um programa do Sistema Famasul. Durante a visita, também conheceu o Bioparque Pantanal, considerado o maior aquário de água doce do mundo.

Na ocasião, falou sobre disciplina e treinamento ao relacionar o esporte com a vida pessoal. “Não é sorte, é o treino que traz resultados”, afirmou.

Fonte: Campo Grande News (por Gabi Cenciarelli)

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