O Senai está com 355 vagas gratuitas abertas para cursos de qualificação profissional, nas unidades do interior de Mato Grosso do Sul. Oferecidas pelo programa MS Qualifica, do Governo do Estado, por meio da Funtrab (Fundação do Trabalho), as oportunidades buscam preparar jovens e estimular a reinserção de pessoas no mercado de trabalho. As inscrições podem ser feitas pelo link: https://sistemafiems.ms.senai.br/ms-qualifica.
De acordo com o diretor-regional do Senai, Rodolpho Caesar Mangialardo, a parceria é estratégica para fortalecer o desenvolvimento econômico do Estado. “Temos grandes oportunidades em Mato Grosso do Sul. As indústrias que estão se instalando são um grande fomento para qualificação de mão de obra. Porém, também temos indústrias antigas que estão perdendo profissionais com experiência e que precisam ser repostos. Temos a necessidade de suprir tais demandas para desenvolver o Estado ainda mais”.
As qualificações serão ofertadas em 13 municípios, sendo eles Dourados, Nova Alvorada do Sul, Amambai, Ponta Porã, Maracaju, Porto Murtinho, Bonito, Itaquiraí, Eldorado, Mundo Novo, Santa Rita do Pardo, Bataguassu e São Gabriel do Oeste.
Os interessados em se inscrever devem ter idade mínima de 18 anos e escolaridade mínima de ensino fundamental II incompleto (6° ano). Os prazos para as inscrições variam de acordo com o curso.
As inscrições são online, porém é necessário enviar ou apresentar, no primeiro dia de aula ou quando solicitado, cópia dos seguintes documentos: foto, documento de identificação com foto; certidão da nascimento ou casamento (caso o documento de identificação não tenha a naturalidade); CPF ou declaração da Receita Federal; comprovante de residência atualizado e comprovante de escolaridade (não será aceito autodeclaração de escolaridade).
Poderão ser aceitos alunos com documentação de país estrangeiro, em consonância com a legislação vigente. O comprovante de escolaridade estrangeiro deverá, obrigatoriamente, ser validado na Secretaria de Educação do Estado de MS. Candidatos estrangeiros, além da cópia do CPF, deverão apresentar a carteira de identidade RNM (Registro Nacional Migratório) e Passaporte com visto de estudante, ou outro documento que, por previsão legal, permita que o estrangeiro estude no Brasil.
O “MS Qualifica” prevê a oferta de capacitação para mais de 13 mil pessoas com R$ 12,5 milhões em recursos federais do Governo do Estado e parceiros do Sistema S. O objetivo é trabalhar em prol dos jovens e das mulheres que precisam entrar no mercado de trabalho. Além disso o progama visa auxiliar a população que já está no mercado formal a ampliar o conhecimento profissional em busca de novas possibilidades. O MS Qualifica ainda tem a meta de formar pessoas de diferentes perfis dando condições de inseri-los no processo produtivo com garantia de renda.
Confira os cursos oferecidos:
Curso
Cidade
Inscrições
Início
Turno
Assistente de produção (160 h)
Dourados
03/04 a 03/05/24
06/05/24
Matutino
Vendedor (100 h)
Nova Alvorada do Sul
25/04 a 25/05/24
28/05/24
Noturno
Assistente de Logística (160 h)
Amambaí
17/04 e 17/05/24
20/05/24
Noturno
Assistente de Produção (160 h)
Ponta Porã
05/04 a 05/05/24
08/05/24
Noturno
Assistente Administrativo (160 h)
Maracaju
03/04 a 03/05/24
06/05/24
Noturno
Operador de Computador (160 h)
Porto Murtinho
12/04 a 12/05/24
15/05/24
Noturno
Atendimento ao Público (160 h)
Bonito
17/04 a 17/05/24
20/05/24
Noturno
Formação Básica na Operação de Empilhadeira (100 h)
Itaquiraí
24/04 a 24/05/24
27/05/24
Noturno
Assistente Administrativo (160 h)
Eldorado
24/04 a 24/05/24
27/05/24
Noturno
Assistente de Logística (160 h)
Mundo Novo
24/04 a 24/05/24
27/05/24
Noturno
Operador de Computador (160 h)
Santa Rita do Pardo
01/04 a 30/04/24
02/05/24
Noturno
Atendimento ao Público (160 h)
Bataguassu
01/04 a 02/05/24
06/05/24
Noturno
Vendedor (100 h)
São Gabriel do Oeste
01/04 a 03/05/24
06/05/24
Noturno
Mecânico de Automóveis Leves (160 h)
Itaquiraí
01/04 a 26/04/24
29/04/24
Vespertino
Serviço – Mais informações pelo telefone 0800 7070 745 ou pelo WhatsApp (67) 99263-9000
Entrou em vigor nesta sexta-feira (19), a Resolução 29, da Secretaria de Estado da Cidadania, que institui o Grupo de Trabalho Interinstitucional voltado para o aprimoramento das políticas públicas destinadas às pessoas idosas no Estado. A Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS) faz parte dos órgãos que terão representantes na comissão.
O Grupo de Trabalho Interinstitucional tem como principal objetivo discutir e formatar uma proposta de atualização da Lei Estadual 2.073 de 2000, que trata da Política Estadual do Idoso. A equipe também será responsável em planejar e executar ações em conformidade com o Junho Prata, conforme estabelecido pela Lei Estadual 5.215 de 2018.
Conforme a Resolução 29, os membros titulares deverão realizar estudos e pesquisas sobre a situação da pessoa idosa no Estado, identificando necessidades, lacunas na legislação existente e áreas que requerem atualização. Consultas públicas para ouvir a sociedade civil, organizações de defesa dos direitos das pessoas idosos, profissionais da área e a própria população idosa deverão ser realizadas, a fim de recolher contribuições e sugestões para a atualização da lei.
A equipe deverá elaborar relatórios detalhados que justifiquem e expliquem as propostas de alterações de normas, apresentando dados, evidências e fundamentações legais. As conclusões do grupo de trabalho serão apresentadas no prazo de 180 dias.
As alterações legislativas e o calendário de ações para o Junho Prata deverão ser encaminhados à Secretaria de Estado da Cidadania, para análise e adoção das providências pertinentes. A participação no grupo de trabalho não será remunerada e seu exercício será considerado de relevante interesse público. (Foto: Aline Kraemer/ALEMS)
Entrou em vigor nesta sexta-feira (19), a Resolução 29, da Secretaria de Estado da Cidadania, que institui o Grupo de Trabalho Interinstitucional voltado para o aprimoramento das políticas públicas destinadas às pessoas idosas no Estado. A Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS) faz parte dos órgãos que terão representantes na comissão.
O Grupo de Trabalho Interinstitucional tem como principal objetivo discutir e formatar uma proposta de atualização da Lei Estadual 2.073 de 2000, que trata da Política Estadual do Idoso. A equipe também será responsável em planejar e executar ações em conformidade com o Junho Prata, conforme estabelecido pela Lei Estadual 5.215 de 2018.
Conforme a Resolução 29, os membros titulares deverão realizar estudos e pesquisas sobre a situação da pessoa idosa no Estado, identificando necessidades, lacunas na legislação existente e áreas que requerem atualização. Consultas públicas para ouvir a sociedade civil, organizações de defesa dos direitos das pessoas idosos, profissionais da área e a própria população idosa deverão ser realizadas, a fim de recolher contribuições e sugestões para a atualização da lei.
A equipe deverá elaborar relatórios detalhados que justifiquem e expliquem as propostas de alterações de normas, apresentando dados, evidências e fundamentações legais. As conclusões do grupo de trabalho serão apresentadas no prazo de 180 dias.
As alterações legislativas e o calendário de ações para o Junho Prata deverão ser encaminhados à Secretaria de Estado da Cidadania, para análise e adoção das providências pertinentes. A participação no grupo de trabalho não será remunerada e seu exercício será considerado de relevante interesse público.
Representantes do HRMS (Hospital Regional de Mato Grosso do Sul) e do Hospital São Julião se reuniram na última quinta-feira (18) para analisar os resultados de convênio firmado em julho de 2023 entre as duas unidades hospitalares, por meio da SES (Secretaria de Estado de Saúde), e debateram a manutenção da parceria.
Na prática, o convênio consiste na oferta de 20 leitos de retaguarda no Hospital São Julião para pacientes do Hospital Regional, em reabilitação.
“São aqueles pacientes críticos que passaram por algum procedimento de alta complexidade aqui em nosso hospital e necessitam de um determinado cuidado posterior. Essa parceria garante uma assistência de excelência ao cidadão e o giro de leitos no Hospital Regional”, destacou a diretora-presidente do HRMS, Marielle Alves Corrêa Esgalha.
Firmado em julho de 2023, o convênio já beneficiou mais de 200 pacientes e a intenção é, além de prorrogar, ampliar a oferta de leitos de retaguarda.
“Esse convênio está chegando ao prazo limite que é julho, então, essa reunião foi para apresentar os resultados, ouvir as duas partes e ver como foram as experiências, além de discutir o interesse de continuidade do serviço”, avalia a superintendente de Gestão do Hospital São Julião, Jessyka Souza Mendes.
Ela ainda complementa que a reunião foi extremamente produtiva. “Vimos que foi um ano de muito sucesso para os dois hospitais. Para o São Julião no aprendizado, com os pacientes dentro do perfil que nos cabe que é a reabilitação, e também para o Hospital Regional que possibilitou uma desospitalização maior, um giro de leito maior. Estamos motivados e dedicados em continuar”.
Também participaram da reunião a coordenadora de Serviços Especializados em Saúde da SES, Alexandra de Souza Castro Harada; o diretor-geral do HRMS, Paulo Eduardo Limberger; a diretora técnica do HRMS, Patrícia Rubini; o diretor técnico do Hospital São Julião, Augusto Afonso de Campos Brasil Filho; a enfermeira responsável pelo setor de regulação do HRMS, Melise de Oliveira Nunes; a assistente social Maria Inêz Nahabedian Ramos (compõe a equipe de Gestão de Alta do HRMS); e Edivania Anacleto Pinheiro Simões, enfermeira que compunha a comitiva do Hospital São Julião.
Um acidente envolvendo três veículos ocorreu na rodovia federal BR-262, próximo ao município de Ribas do Rio Pardo, no início da noite de quinta-feira (18). O nome dos envolvidos não foi divulgado.
Segundo o portal Notícias do Cerrado, duas pessoas ficaram presas às ferragens. Uma delas foi transferida em estado grave para a Santa Casa de Campo Grande com fraturas no fêmur.
Com o impacto, a parte lateral e frontal dos veículos ficou destruída. O trânsito foi interditado por cerca de duas horas e agora segue em sistema pare e siga. Motoristas que passarem pelo local foram aconselhados a buscar rotas alternativas e evitar a área enquanto a rodovia permanecia bloqueada.
A PRF (Polícia Rodoviária Federal) realizou diligências na pista para investigar o ocorrido. Duas pessoas foram ouvidas. O Corpo de Bombeiros Militar da Capital também foi acionado.
Uma cidade que privilegia a acessibilidade de circulação, garante um direito previsto pela Constituição brasileira
Um problema recorrente pelas ruas de Três Lagoas são as calçadas danificadas. Algo que, além de gerar transtornos para a própria população, também é uma falta de cumprimento do código de posturas pelos munícipes.
“As ocorrências são as mais diversas em diferentes lugares da Cidade”, disse ao Perfil News, o promotor de justiça, responsável pela pasta do Meio Ambiente, Antonio Carlos Garcia de Oliveira. Ele falou ainda que durante uma semana andou por várias regiões da cidade e constatou várias situações que impedem a locomoção nas calçadas, principalmente de idosos e cadeirantes. “No centro da cidade não é difícil encontrar tais irregularidades. Em sete quarteirões, foram localizadas várias calçadas completamente danificadas”, denunciou.
TÁ NA LEI
A livre circulação de pessoas é garantida por legislações federal, estadual e municipal. E, para que essa locomoção ocorra de forma segura, é necessário garantir o cumprimento não apenas das normas de trânsito, mas também daquelas relacionadas ao fluxo de pedestres.
As calçadas, que chamamos formalmente de passeios destinados ao uso público, têm uma única função: possibilitar que os cidadãos possam ir e vir com liberdade, autonomia e, principalmente, segurança.
Uma cidade que privilegia a acessibilidade de circulação, garante um direito previsto pela Constituição brasileira. Manter a calçada conservada e um dever de todos nós, população e poderes públicos. A manutenção das calçadas é uma responsabilidade do proprietário ou responsável pelo imóvel lindeiro a ela. Isso abrange você, munícipe, entidades privadas (comércios, condomínios entre outros) e organismos governamentais.
FALTA FISCALIZAÇÃO
A Prefeitura, por exemplo, deve reformar os passeios das edificações públicas municipais, adequar as calçadas das vias estruturais (que são as grandes vias de tráfego intenso). Ou seja, este é um dos mais importantes passos para que a cidade se adapte a todas as pessoas e possibilite a locomoção de quem tem algum tipo de deficiência ou mobilidade reduzida.
Manter e conservar nossas calçadas é um dever e um direito de cada cidadão, cujo principal objetivo é tornar nossa cidade um local mais democrático, humano e de acessibilidade a todos, garantindo a cidadania da população.
Ainda conforme a denúncia encaminhada ao Perfil News, a falta de fiscalização da Prefeitura de Três Lagoas faz com que o número de calçadas irregulares aumente com o passar do tempo.
PORTA DE ENTRADA DA CASA
A calçada é a porta de entrada da nossa casa. Nela, damos boas-vindas aos nossos convidados, encontramos conhecidos e é onde podemos demonstrar respeito aos demais, garantindo que todos possam circular de forma segura.
Pensando na democratização da cidade e na liberdade de ir e vir de todos os cidadãos, foram criadas normas para que os passeios públicos pudessem cumprir fielmente o seu papel: possibilitar o livre trânsito das pessoas – tenham elas alguma deficiência, mobilidade reduzida ou não.
Os motoristas que ainda não realizaram o exame toxicológico exigido para a Carteira Nacional de Habilitação têm até o dia 30 de abril para regularizar sua situação. A partir de 1º de maio, os Departamentos de Trânsito (Detrans) estaduais e do Distrito Federal poderão multar esses motoristas diretamente por meio de seus sistemas eletrônicos, conforme previsto no artigo 165-D do Código de Trânsito Brasileiro (CTB).
Segundo o site da agência.gov, a não realização do exame dentro do prazo estabelecido é considerada infração gravíssima, sujeita a multa de R$ 1.467,35 e sete pontos na CNH.
Alerta e Conscientização
A Senatran destaca que os sistemas eletrônicos dos Detrans serão responsáveis por verificar o cumprimento dos prazos e poderão aplicar as penalidades após o término do período adicional. O órgão tem buscado orientar os condutores por meio de campanhas educativas e alertas emitidos via Carteira Digital de Trânsito (CDT) para que os motoristas realizem o teste.
Para verificar se o exame toxicológico está em dia, os motoristas habilitados devem acessar o portal da CDT, clicar no botão “Exame toxicológico” e verificar se o prazo para realização está vencido. Em caso positivo, devem buscar um dos laboratórios credenciados e fazer a coleta para a realização do exame.
Dados
Segundo a Senatran, mais de 3,4 milhões de condutores das categorias C, D e E ainda estão em situação irregular em todo o Brasil. O prazo para o primeiro grupo de condutores dessas categorias, com vencimento da CNH entre janeiro e junho, terminou em 31 de março.
A casa do vôlei em Três Lagoas é o Colégio Anglo. A escola faturou os títulos de campeão no vôlei masculino e feminino dos Jogos Escolares Três-lagoenses (JETs) sub-14. Na quarta-feira, 17 de abril, também levou para casa os troféus de campeão do vôlei de praia, em ambas as categorias.
O campeonato, organizado pela Prefeitura de Três Lagoas por meio da Secretaria Municipal de Esporte, Juventude e Lazer (SEJUVEL), é voltado para estudantes de 12 a 14 anos das escolas públicas e privadas do município.
No feminino, o 1º lugar ficou com Larissa/Ana Vitória, o 2º com Luiza/Lara, ambas do Colégio Anglo, e o 3º lugar com Maria Eduarda/Lorena do Colégio Unitrês Objetivo. Arthur e Guilherme foram os campeões no masculino, em segundo lugar João Pedro/João Pedro, também do Colégio Anglo, e em terceiro Luiz/Wagner da Escola Estadual Professor João Magiano (JOMAP).
Nesta semana, marcada pela expressão da identidade cultural e do orgulho das comunidades indígenas da região Sul da Bahia, a Veracel Celulose anunciou que está apoiando a décima edição dos Jogos Indígenas Pataxó, na Aldeia Novos Guerreiros, em Porto Seguro (BA) – realizada entre os dias 15 e 17 de abril – e a 17ª edição dos Jogos Indígenas Pataxó de Coroa Vermelha (BA), que teve início nesta quarta-feira, 17 e será realizada até o próximo sábado.
Os Jogos, que reúnem representantes de oito etnias indígenas da Bahia e envolvem mais de 800 atletas, são reconhecidos como momentos importantes para a afirmação cultural dos indígenas da região.
As atividades esportivas disputadas na competição incluem: arco e flecha; arremesso de takape; luta corporal; zarabatana; corrida rústica de dois quilômetros; corrida de maraká; canoagem; natação; corrida com tora; futebol e cabo de guerra.
JOGOS INDÍGENAS E A VALORIZAÇÃO DA CULTURA PATAXÓ
“A Bahia tem uma das maiores populações indígenas do nordeste e os Jogos Indígenas marcam a valorização de nossa cultura, além de fortalecer os laços entre as aldeias, ampliar a solidariedade étnica e de transmitir e facilitar a apropriação de práticas culturais fundamentais para a afirmação da identidade indígena, como o arco e flecha e a corrida de tora”, destacou Zeca Pataxó, cacique de Coroa Vermelha.
“Os Jogos não apenas celebram as habilidades esportivas dos participantes e identificam novos talentos, mas também promovem a afirmação da cultura Pataxó e a preservação de tradições milenares, enquanto celebramos, difundimos e preservamos nossas manifestações culturais milenares”, ressaltou Juari Pataxó, presidente do Instituto Pataxó de Etnoturismo da Reserva da Jaqueira.
COMPROMISSO COM A PRESERVAÇÃO DA CULTURA INDÍGENA
Ao longo dos últimos 15 anos, a Veracel Celulose tem desempenhado um papel fundamental no apoio aos Jogos Indígenas Pataxó, inicialmente com o apoio aos Jogos da Aldeia de Coroa Vermelha, no município de Santa Cruz Cabrália (BA) e, posteriormente, estendendo seu apoio também para os Jogos da Aldeia Novos Guerreiros, de Porto Seguro (BA). A fabricante de celulose também apoia a realização do Aragwaksã – mais importante festival da comunidade indígena Pataxó, desde a sua primeira edição, há 25 anos.
“Apoiar os Jogos é uma forma de demonstrarmos o compromisso da Veracel com a preservação e a promoção da cultura indígena em nossa região, além de comprovar a importância de valorizar e respeitar as tradições dos povos originários do nosso país”, declarou Alexandre Campbel, gerente de Responsabilidade Social e Comunicação da Veracel.
INVESTIMENTOS PARA FORTALECER A EDUCAÇÃO NAS COMUNIDADES INDÍGENAS
Dentro de seu compromisso com a valorização da cultura dos povos originários – há 34 comunidades indígenas na área de atuação da Veracel –, a empresa tem dedicado esforços para fortalecer a educação nas comunidades indígenas, por meio de investimentos em infraestrutura e de doações de materiais educacionais no início de cada ano letivo.
Somente em 2024, a Veracel Celulose já doou kits escolares para 5,4 mil alunos e professores da rede de ensino pública das comunidades indígenas da região.
No ranking de competitividade dos estados brasileiros, Mato Grosso do Sul apresenta a segunda melhor taxa de investimentos (18,16%), ficando atrás apenas de Alagoas (18,50%). O levantamento feito pela organização não governamental CLP (Centro de Liderança Pública) considera a relação entre investimento liquidado e receita corrente líquida. Em seguida estão Bahia (17,19%), Piauí (17%), Pará (15,92%), Espírito Santo (14,96%), Mato Grosso (13,35%), Santa Catarina (12,75%), Ceará (11,53%) e Maranhão (11,16%).
O indicador de investimentos públicos está relacionado à Solidez Fiscal. Mostra quais estados têm uma gestão fiscal responsável, mantendo gastos com pessoas sob controle, por exemplo. Assim é possível seguir com investimentos em áreas estratégicas para aumentar a produtividade e promover o crescimento econômico.
Fazem parte do levantamento os eixos: Infraestrutura, Sustentabilidade Social, Segurança Pública, Educação, Solidez Fiscal, Eficiência da Máquina Pública, Capital Humano, Sustentabilidade Ambiental, Potencial de Mercado e Inovação.
Mato Grosso do Sul teve um aumento de 227% dos investimentos públicos estaduais nos últimos três anos, passando de R$ 996 milhões em 2020 para a marca de R$ 3,2 bilhões no ano passado. Isso coloca o Estado bem acima da média nacional, quando avaliado o investimento per capita (por habitante).
As informações constam nos Dados do Tesouro Transparente e nos RREOs (Relatório Resumido da Execução Orçamentária) dos estados publicados em 2024.
Cenário positivo foi construído pelo Governo do Estado com uma série de ações na gestão pública, entre elas reformas estruturantes (previdência e administrativa), mudanças tributárias, contenção de gastos e fomento ao bom ambiente de negócios, que permitiu a diversificação das cadeias produtivas e atração de R$ 76 bilhões de investimentos privados nos últimos 10 anos, sendo R$ 17 bilhões apenas no ano passado.
“O Estado fez o dever de casa, promoveu reformas, construiu bom ambiente de negócios, atraiu investimentos privados bilionários e assim gerou a capacidade de fazer investimento público”, frisa o governador, que completa.
“Isto significa que o orçamento não está sendo consumido só para custeio, mas para melhorar a vida das pessoas. Permite gerar competitividade para os negócios, garantir infraestrutura de qualidade, em obras em rodovias, casas, escolas, hospitais, delegacias, habitação, dando o suporte necessário para o crescimento do Estado”, afirma o governador Eduardo Riedel.
Com condições de realizar investimentos públicos, o Governo do Estado está promovendo grandes obras em diferentes setores. Na infraestrutura e logística os destaques são pavimentações que vão ligar regiões, impulsionar a economia regional e encurtar caminhos para escoamento da produção, turismo e desenvolvimento.
Entre elas está a nova ligação entre Ribas do Rio Pardo e Camapuã, com asfalto das rodovias MS-357 e MS-338, que juntas somam mais de R$ 300 milhões. Esta região é o novo polo mundial de celulose, com a construção da fábrica da Suzano em Mato Grosso do Sul. Outro foco é o investimento bilionário em obras de infraestrutura urbana nas 79 cidades do Estado, tendo como objetivo asfaltar as vias públicas dos municípios.
Programas importantes seguem na área da habitação, entre eles o “Bônus Moradia”, que ajuda o cidadão a financiar a casa própria, pagando a entrada do imóvel, em subsídios de até R$ 25 mil. A iniciativa vai atender até 2,2 mil famílias. Também continuam os projetos do “Lote Urbanizado”, onde o Estado cede o terreno e entrega a base da casa para o futuro morador construir.
Na área social dois programas são protagonistas, entre eles o “Mais Social”, onde o Estado repassa R$ 450,00 por mês a famílias em vulnerabilidade, por meio de um cartão social. E o “Energia Social – Conta de Luz Zero”, que o Governo paga a conta de energia das famílias de consumo mensal até 220 kWh.
Danielly Escher e Leonardo Rocha, Comunicação Governo de MS
Uma pequena comunidade em número, mas gigante no talento de contar a história de um povo através da pintura e do bordado das folhagens e animais presentes no território Ofayé.
Na aldeia localizada a pouco menos de 10 quilômetros de Brasilândia, câmeras e microfones disputavam espaço para registrar o feito inédito que acontecia ali. Em 2.475 hectares, as 126 pessoas das últimas 32 famílias Ofayé do mundo, ganharam a atenção do País pelo que move a comunidade.
Ramona Coimbra Pereira tem 40 anos, é uma das lideranças da aldeia, vice-cacique, está à frente do grupo de artesãs, e quem em ofayé se chama “Fokoi Fwara”. “Significa pé de tamanduá, que é igualzinho ao pé de um bebê. Meu avô, assim que me viu, viu meu pé e que era igual, ficou Fokoi Fwara”, conta.
Embora seja da etnia Ofayé, Ramona nasceu longe do território, no período em que seu povo foi expulso da terra e viveu entre os Kadiwéu, próximo a Bodoquena. “Lá tem uma extensão muito grande, e acharam que o Ofayé ia se adaptar lá, mas não se adaptou porque a realidade de lá é totalmente diferente daqui. Os Ofayé sempre viveu aqui, a vida toda, desde sempre, à beira do rio, desde Taquarussu, Ivinhema, essa região todinha subindo e descendo sempre foi a região dos Ofayé”, contextualiza.
O artesanato ressurgiu na comunidade em meados da década de 2010, através de cursos que ensinaram as mulheres a transpor o desenho da memória para o tecido. Até então, a história da etnia vinha sendo passada para a arte apenas através do arco e flecha. “As outras coisas não tínhamos mais, se perderam. Quando veio esse projeto para a aldeia, foi de alguma forma para revitalizar a história do povo”, lembra a vice-cacique.
O trabalho feito junto às mulheres “tirou” o desenho delas, para que se tornassem pinturas e bordados. “Não é que ensinaram a copiar, mas ensinou a tirar o desenho dela. Tipo: imagina um tatu, eu vou desenhar um tatu. Não vai ser igual. Você vê que os desenhos são todos diferenciados, é quase parecido, mas não é. É a imaginação delas”, explica Ramona.
Entre máquinas de costura, tecidos, bordados e pinturas, a história do povo vem sendo passada adiante. (Fotos: Bruno Rezende)
Por trás do artesanato, o tema escolhido reflete a história, o pertencimento e também o medo de um povo que já disse adeus ao território. “Quando foram embora para outra terra, os animais ficaram tudo para trás, e isso daqui veio para trazer. Um dia, uma delas me falou que era importante desenhar os animais, ‘porque vai que um dia a gente perde de novo’?” reproduz a vice-cacique.
Ao falar elas e delas, a vice-cacique se refere a 16 mulheres artesãs da região que passaram pelo 1º Empretec Indígena, realizado no início do mês de abril, no município de Brasilândia, em Mato Grosso do Sul, entre elas, a anciã Neuza da Silva, de 64 anos.
“Nasci aqui na aldeia, nesse município mesmo, de pai e mãe Ofayé”, se apresenta. É dela a famosa toalha que despertou ainda mais o orgulho da cultura do povo ao aparecer em uma novela das 9, no ano passado.
“Eu que fiz aquela toalha, quando eu vi, falei ‘ué, pra onde minha toalha foi parar?’ Eu nem acreditei né, Foi alguém que levou lá, que comprou, aí todo mundo ficou, veio em casa falar. Nem acreditei”, recorda.
A toalha tinha folhagens e animais, e desde então, dona Neuza segue recebendo pedidos para costurar mais. O bordado, a costura e a pintura foram aprendidos ali, na comunidade, e hoje são as atividades que ela mais gosta de fazer. “Gosto de tudo, costurar, bordar, pintar, tudo”.
Uma das particularidades do trabalho do povo Ofayé é imprimir nas estampas também sua escrita, já que falantes, mesmo, da língua materna dá para se contar nos dedos. “Eu gosto de falar, mas eu não tenho mais ninguém para conversar comigo. Tem só minha prima, mas ela mora longe, e quando a gente se encontra, conversa em ofayé”.
Dona Neuza até tenta nos ensinar como cumprimentar alguém ao chegar no ambiente, mas passar a sonoridade para a escrita é tão desafiador quanto tecer a memória de um povo.
“Pra quem não sabe é difícil, as letras mesmo eu não sei escrever nada”, diz a anciã que sonha em ver a continuidade da língua, da cultura e do artesanato nas próximas gerações da família. “Meu sonho é ver meus filhos, meus netos, aprender também, né? É uma oportunidade. A gente não tinha nada, ninguém conhecia nós, nada. Agora vem bastante gente aqui passear, comprar, que a gente faz”, narra orgulhosa.
Artesanato que conta uma história
Cacique da comunidade Ofayé Anodhi, única aldeia da etnia no País, Marcelo da Silva Lins, escreve e explica que ‘Anodhi’, significa “nossa terra”, território hoje ocupado por 32 famílias e que contabiliza os 126 últimos Ofayés do mundo.
Aos 40 anos, ele vem de uma família de Ofayés, filho da anciã Neuza, e que sabe de cor a história de seu povo. Para chegar ao bordado e às pinturas de hoje, o cacique avisa que é preciso costurar presente e passado. “Tem que começar a contar um pouco da história da nossa população indígena Ofayé. Na década de 40 a 60, o nosso povo era estimado em 2.200 e poucos em número de população. Durante todas essas décadas, nós fomos massacrados, e perdemos muitas vidas”, ensina.
Retirados do território tradicional em meados dos anos de 1960, e levados até a região de Bodoquena, a população não se adaptou, e tentou voltar sozinha para a “nossa terra”.
“Muitos morreram e muitos seguiram para outros lugares perdidos, sem saber a direção de voltar. Aqueles que voltaram e chegaram aqui nessa época da década de 60, 70, e não tinha mais nada. Foi assim que começou uma andança nas beiras de rodovia, fazendo acampamento até que se resolvesse a nossa questão fundiária. Nessa época, os nossos líderes, que hoje não estão mais aqui entre nós, travaram uma batalha por anos e anos. Me lembro que eu era criança nessa época, e aí eu ficava olhando as lideranças falando, falando, batendo naquela tecla”, narra Marcelo.
Até que a responsabilidade chegou em Marcelo, que conta ter estudado para aprender sobre o movimento indígena, de diferentes etnias, dentro e fora do Estado de Mato Grosso do Sul, e se tornar cacique. Mais adiante, ele também seria testemunha da resistência dos Ofaié através da linha.
“Em 2011, nós juntávamos um grupo de 20 mulheres, encabeçado por minha mãe, dona Neuza, que é anciã, e aí começava a fazer e a pensar que hoje, no mundo que nós vivemos, o massacre que nós vivemos, perdemos a vida e perdemos a natureza, nós não temos mais os apreparos de fazer o arco e flecha, de fazer os nossos colares. E aí nós viemos adaptando aquilo que nós temos hoje, conseguimos realizar os nossos artesanatos, a passo lento de início, mas que ao longo do tempo, foi ganhando espaço. Começou a sair para a cidade do município, depois foi para outra cidade, depois foi para o estado, depois cruzou a fronteira do nosso Brasil, chegou a ir para a Espanha, Canadá, o nosso artesanato”, relata.
Assim como as mulheres ofayé costuram bichos e folhas, a história entre o artesanato e o Empretec Indígena foi sendo tecida, a partir de conversas entre lideranças indígenas da etnia e o Governo do Estado de Mato Grosso do Sul.
Na busca por ter o trabalho da comunidade mais valorizado e reconhecido, Marcelo Silva relembra que a primeira porta que se abriu para a ideia do Empretec Indígena foi através da Cidadania. “Conversando com a Secretária de Cidadania, ela pediu para mim contar um pouco da história do povo e eu falava. Ali nasceu a ideia de trazer o Empretec para a população indígena, e ela fez esse compromisso de fazer o primeiro dentro de um território indígena. Eu falava: ‘mas como, se nós somos tão pequenininhos em vista de outras grandes populações que temos em nosso Estado?”, recorda.
Em números, Mato Grosso do Sul, segundo o IBGE é o terceiro estado com maior população indígena do País. São 116 mil habitantes indígenas, que estão presentes em todos os 79 municípios, e pertencem a oito etnias, a menor delas é a dos Ofayé.
“Pra mim, como liderança, como cacique, eu me sinto muito honrado, porque hoje a nossa população é uma das mais pequenas, mas a gente vê que também existe. E se está acontecendo aqui esse seminário é pela visão que tivemos dentro desse território, da vontade das mulheres em progredir, em crescer. Nós temos potencial de crescimento, isso foi provado nesses dias de aula, queremos e vamos conquistar os nossos espaços. Queremos buscar a nossa autonomia, a sustentabilidade do nosso povo sem deixar de ser indígena”.
Facilitador do Empretec há 31 anos, o consultor do Sebrae/MS Francisco Júnior já levou formação para empreendedores, grandes produtores rurais, e agricultores de pequenas comunidades, mas faltava no currículo chegar até as comunidades indígenas.
“Comecei a pensar num modelo de trabalho que poderia ser oferecido para eles, e aí esse modelo de trabalho que veio ao encontro exatamente com aquilo que a Secretaria da Cidadania quer, que é o empreendedorismo e sustentabilidade”, contextualiza Francisco.
O Empretec não é uma novidade em Brasilândia. O Sebrae MS encontrou junto à Prefeitura um grande parceiro para o desenvolvimento dos trabalhos, que deu o suporte para que as pesquisas começassem na comunidade, cerca de quatro meses atrás.
“A partir desse momento eu vim para cá, para a comunidade, entender, conversar, fazer entrevistas com as mulheres, com os homens, aquela coisa toda, e onde o Sebrae definiu que seríamos a primeira turma, e que seria feita com as mulheres”, completa o facilitador.
Francisco Júnior explica que a metodologia do Empretec se manteve íntegra, e apenas a “musculatura” se adequou à realidade indígena, também à medida em que a convivência entre eles se estreitava. “O que eu espero que vá mudar aqui? Já está mudado, as mulheres já estão querendo produzir o tempo inteiro, estão com a cabeça cheia de ideias. No seminário do Empretec, a gente substitui todos os conceitos técnicos de empreendedorismo por experiências reais. Eu mostro pra eles como é que se faz hoje para definir um objetivo, mostro como é que podemos melhorar a eficiência dentro de qualquer processo, como fazem e agora é com elas”, resume.
Para a secretária de Estado da Cidadania, Viviane Luiza, o Governo do Estadod e Mato Grosso do Sul é instrumento para empoderar grupos indígenas, em especial, mulheres.
“Autonomia, desenvolvimento sustentável, e para além disto, é pensar no empoderamento e para que também mude uma chave não para as populações indígenas, mas para a sociedade não indígena, de ver toda a potencialidade que as comunidades indígenas têm e que a diversidade cultural sul-mato-grossense passa pelas comunidades indígenas”, enfatiza.
Antropóloga, Viviane Luiza também pontua que o Empretec Indígena adaptou a metodologia para que realmente seja respeitada a cultura, as tradições e os saberes ancestrais.
“O resultado é este, é uma prática que o Sebrae quer levar para todos os estados, os municípios que têm comunidades indígenas. Não tenho dúvidas de que, a partir de agora, a cultura indígena criou a capilaridade e vai para o Brasil afora, para o mundo com o primeiro Empretec Indígena”.
A reunião não programada entre Arthur Lira (PP-AL) e Rui Costa (Casa Civil) teve como foco a sucessão na presidência da Câmara.
O Planalto busca evitar que as ações de Alexandre Padilha (Relações Institucionais), que está distribuindo emendas parlamentares para os aliados do governo, tirem o governo da disputa, como aconteceu no governo Dilma, favorecendo a eleição de Eduardo Cunha.
Conforme divulgado pelo jornalista Cláudio Humberto, contrariando as afirmações de Padilha, o governo vê o nome de Elmar Nascimento (União-BA) ganhar destaque após o episódio envolvendo Chiquinho Brazão.
Além da questão da sucessão, Lira tem o poder de instalar CPIs e colocar em pauta projetos que podem prejudicar o governo, aumentando assim o poder de Elmar.
Entre conversas reservadas, Lira e Rui Costa aproveitaram para criticar Padilha, que é desafeto de ambos.
Apesar de esperar a derrota, Elmar se mostrou favorável ao confronto com o STF. Sua corajosa defesa das prerrogativas parlamentares foi bem recebida.
Na última quinta-feira (18), ninguém acertou os seis números sorteados no Espaço da Sorte, em São Paulo (SP). O prêmio da Mega-Sena segue acumulado.
Essa é a nona vez consecutiva que isso acontece, deixando a expectativa ainda maior para o próximo sorteio, que acontece neste sábado (20).
Os números da sorte no concurso 2.714 foram: 16 – 17 – 42 – 45 – 52 – 57.
Apesar de ninguém ter acertado as seis dezenas, 78 apostadores acertaram a quina e levarão um prêmio de R$ 49.552,51 cada. Já a quadra premiou 4.882 apostas, com um prêmio individual de R$ 1.131.
Você está em busca de uma nova oportunidade no mercado de trabalho? Então fique ligado nas vagas disponíveis na Casa do Trabalhador de Três Lagoas, onde a Prefeitura Municipal em parceria com a Fundação do Trabalho de Mato Grosso do Sul (Funtrab) oferece diversas oportunidades para você!
Endereço: Rua Dr. Munir Thomé, 86, Centro, Três Lagoas-MS – CEP: 79600-060 Contato: (67) 3929-1938
As vagas são atualizadas diariamente, portanto, fique de olho e não perca a oportunidade de conquistar uma nova colocação profissional! Compareça à Casa do Trabalhador de Três Lagoas e garanta seu futuro.
O Detran-MS (Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso do Sul) possui mais de 68 mil processos de 1° habilitação protocolados entre os anos de 2019 a 2023. O volume se explica pelas prorrogações do Contran (Conselho Nacional de Trânsito) em razão da pandemia de Covid-19.
A última delas foi a Deliberação nº 271/2023, publicada em 27 de dezembro, que prorrogou os prazos previstos na Resolução nº 789/2020.
Na prática, todos os processos de habilitação ativos até dezembro de 2023 tiveram o prazo de conclusão ampliado para 31 de dezembro de 2024. Para os processos abertos a partir de 1º de janeiro de 2024, o prazo para conclusão permanece sendo de 12 meses.
Levantamento da primeira semana de abril da Gerência de Exames de Habilitação (Gexa) mostra que são mais de 8,6 mil processos parados na etapa de agendamento teórico, 12,6 mil na etapa de agendamento do exame prático 2 rodas, e 14,3 mil na fase de agendamento prático 4 rodas. Os demais são alunos que se encontram na fase de exames de saúde e ainda não chegaram na etapa de aulas.
O alerta do Detran-MS é para que as pessoas que ainda tem interesse em dar andamento ao processo, procurem os seus respectivos CFC´s (Centro de Formação de Condutores) e não deixem para fazer isso perto do prazo expirar.
“Nossa grande preocupação é que mais uma vez tenhamos um grande volume de pessoas tentando concluir esses processos no mesmo período de fim de ano. No ano passado, por exemplo, de julho em diante, foram adotadas várias ações para atender a demanda, quando ao final do ano foi proferida a decisão do CONTRAN de fazer uma nova prorrogação. Fazemos esse chamamento para que os alunos se organizem e possam fazer suas aulas e exames com antecedência, com tempo hábil de concluir essas etapas com tranquilidade e não correr o risco de perder essa oportunidade”, enfatiza Lina Zeinab, Gerente de Exames de Habilitação do Detran-MS.
O Detran-MS também informa que fará envio de um e-mail informativo para os cidadãos que se encontram com processo de primeira habilitação ativo. O alerta será enviado para o e-mail cadastrado no sistema e possuirá apenas texto, não havendo a necessidade de acessar link ou pagar qualquer tipo de guia.
A REE/MS (Rede Estadual de Ensino de Mato Grosso do Sul) vem avançando cada vez mais na oferta da Educação Escolar Indígena, observando algumas premissas, tais como, educação comunitária, respeito às legislações vigentes nacionais e estaduais, e também a manutenção da língua materna, vinculada a língua falada na comunidade na qual a escola está inserida, respeitando as especificidades linguísticas locais.
De acordo com Tânia Nugoli, gestora da Coordenadoria de Modalidades Específicas para a Educação, existem componentes específicos para os estudantes indígenas.
“A Educação Escolar Indígena, além da língua materna, tem componentes curriculares específicos que perpassam a realidade local, cada escola tem sua matriz curricular que se adequa às suas realidades locais, somando com a Formação Geral Básica. Essas disciplinas são de: Questões Indígenas Brasileiras, Sistema de Produção, Etnomatemática, Ciências Humanas, Língua e História Indígena”, afirma Tânia.
Avanços
Em números podemos ver que a oferta da Educação Escolar Indígena evoluiu significativamente desde 2015, como demonstrado nos gráficos abaixo:
Em 2024, a rede estadual está com 18 escolas indígenas, um centro de formação e 15 extensões, totalizando 34 unidades escolares, sendo sete unidades integrais e 26 unidades parciais. Já o centro trabalha com o regime de alternância.
Ao todo a rede possui 3.245 estudantes na educação escolar indígena parcial, 624 estudantes na educação escolar indígena integral e 225 estudantes na educação escolar indígena Formação Inicial – Curso Normal Médio.
A SED (Secretaria de Estado de Educação) pretende melhorar ainda mais o atendimento da Educação Escolar Indígena, com a criação da categoria de professores indígenas, com o Alfabetiza MS Indígena (Produção de material próprio para alfabetização em língua materna-2024, implantação em 2024); implementando a Língua Indígena de Sinais (LIS) e também com a criação de novas escolas indígenas no Conesul do Estado.
Investimentos
Ao todo, o Governo do Estado por intermédio da SED já investiu entre 2023 e 2024, mais de R$ 5.6 milhões escolas indígenas da rede estadual. “Com esses investimentos aumentamos a oferta da educação em tempo integral, com a entrega de kit escolares, novos uniformes, repasse financeiro, direto para escola, para aquisição da merenda escolar com cardápio diferenciado e transporte escolar para os alunos indígenas”, finaliza Hélio Daher, secretário de Educação.
A primeira edição do Perifeirarte de 2024 estreou na fronteira, ao som de música e teatro. O evento que reúne formação de líderes comunitários, cidadania e arte termina no palco da feira livre dos municípios, para provar que a cultura é democrática.
Idealizado pelo subsecretário de Políticas Públicas para Assuntos Comunitários, Jairo Luiz Silva, o Perifeirarte une periferia e arte para incentivar o trabalho das associações de bairro em todos os municípios de Mato Grosso do Sul.
“Chegamos até o município trazendo um curso de formação de lideranças comunitárias, aquelas voluntárias e também os líderes formais, e encerramos fazendo um grande caldo cultural na feira livre no sábado”, sintetiza Jairo.
A formação foi realizada no auditório da Prefeitura de Ponta Porã entre os dias 11 e 12 de abril, e reuniu dezenas de lideranças comunitárias, além da população que se interessa em trabalhar pela comunidade, com apoio do Município, da Fundação de Cultura do Estado e do projeto municipal “Fronteira Criativa”.
Para a primeira-dama da cidade de Ponta Porã, Paula Consalter Campos, a iniciativa fortalece o papel do líder comunitário.
“Foi uma virada de chave na mentalidade de muitas lideranças comunitárias. É importante que a gente construa soluções para o município a partir da visão de cada cidadão, e aí a importância de trazer formação e conhecimento, porque ninguém melhor do que as lideranças conhecem a realidade da sua comunidade”, afirma Paula.
Diretor de Relações Públicas da Associação de Moradores do Jardim Planalto, de Ponta Porã, Marcelo André diz que o Perifeirarte é uma maneira didática de explicar para as lideranças comunitárias a função da associação de moradores.
“Que é a base das políticas públicas, porque dali sai o para-choque das defesas das causas sociais de toda uma população. Então, o Governo do Estado – através da Subsecretaria – trazer estes assuntos nos faz acreditar que entidades de classe, a base e a população em geral, primariamente representada pelas associações de moradores, pode reviver, florescer, e mostrar que podemos sim fazer inclusão social e formar bons cidadãos”, enfatiza Marcelo.
Dentro da programação, os líderes comunitários receberam formação sobre cidadania, cooperativismo e associativismo, além de tirar dúvidas a respeito da regularização junto ao cartório, e serviços que a população dos bairros mais carecem, como atendimento do INSS.
Presidente da Associação de Moradores do Grande Marabaia, Selino Mergarejo diz que aprendeu muito, e que pretende levar a lição para o bairro. “O que achei mais interessante foi o cartório explicar como está a situação das associações. A minha, por exemplo, está fácil de resolver”, diz sobre a regularização.
Para o presidente da cooperativa do assentamento Itamaraty, Márcio David, são em momentos como estes que ele pode aprender para exercer cada vez melhor o papel de líder comunitário.
“É de extrema importância dois temas, o INSS, a aposentadoria, de saber mexer com essa parte digital e também o Conselho Comunitário de Segurança, que mostra qual é o papel da comunidade na segurança pública”, completa.
Coordenadora da Praça Ernandes Vilanova, Elvia Rodrigues compartilha que adora trabalhar pela comunidade, e que há cinco anos lidera a feira de artesanato na região. “O que eu amei é que logo na primeira aula, o curso já deu um norte pra gente poder passar pra comunidade, coisas que a gente nem sonhava que existia. E eu falo, não precisa você ser o presidente do bairro para participar, basta querer fazer pela comunidade”, resume.
Dentre os temas abordados também esteve a importância dos Conselhos Comunitários de Segurança nos Municípios de Mato Grosso do Sul.
“Passei a experiência falando da importância do conselho na melhoria da segurança pública. É importante termos conselheiros e cidadãos atuando diretamente com as polícias, porque isso possibilita uma atuação mais objetiva nos problemas de cada bairro”, coloca o coordenador estadual do Conselho, Giancarlo Corrêa Miranda.
Os sul-mato-grossenses podem esperar um dia de céu limpo e ensolarado nesta sexta-feira (19), conforme indica a previsão do tempo do Cemtec (Centro de Monitoramento do Tempo e de Clima), orgão do Governo de Mato Grosso do Sul vinculado à Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação).
A atuação de um sistema de alta pressão atmosférica favorecerá o tempo seco e a pouca nebulosidade em grande parte das regiões do Estado. Para o sul e sudeste, as temperaturas mínimas devem oscilar entre 13°C e 17°C, e em pontos isolados da região sul, é possível que as mínimas fiquem ainda mais baixo do que 13°C. Já as máximas podem atingir valores entre 28°C e 30°C.
Já nas regiões sudoeste e pantaneira, as mínimas esperadas ficam entre 19°C e 24°C, com máximas podendo alcançar até 35°C. Na região sudoeste, é importante destacar que as mínimas podem ser um pouco mais amenas, variando entre 15°C e 20°C.
Para as regiões norte e Bolsão, as temperaturas mínimas esperadas estão entre 18°C e 21°C, enquanto as máximas podem chegar até 34°C. Na capital Campo Grande os termômetros devem marcar mínima de 17°C e máxima de 31°C durante este sexta-feira – ou seja, uma amplitude térmica de 14°C no mesmo dia.
Os ventos predominantes serão do quadrante leste, com velocidades entre 40 km/h e 60 km/h, podendo ocorrer rajadas mais intensas em alguns momentos.
O secretário de Estado de Administração de Mato Grosso do Sul, Frederico Felini, e uma comitiva de servidores da pasta participam, entre hoje (18) e amanhã (19), do Consad Express e do 128º Fórum do Consad (Conselho Nacional de Secretários de Administração), realizado em Salvador (BA).
Os eventos reúnem cerca de 400 servidores públicos de todo o país, incluindo os secretários de administração dos 26 estados e do Distrito Federal.
Durante os dois dias os representantes de Mato Grosso do Sul poderão participar de palestras, painéis e grupos de trabalho temáticos para debater o aperfeiçoamento da gestão pública no Brasil, conhecer soluções inovadoras para a administração estadual, além de trocar experiências.
Frederico Felini é conselheiro do Consad e representa o Estado nas discussões sobre as melhores práticas de administração pública do país.
“Os fóruns do Consad são momentos importantes para aprimorarmos nossas práticas de gestão estratégica e governança, ao possibilitar o contato com as tendências mais inovadoras em administração pública, além de debater os desafios e as soluções que se apresentam para as secretarias de administração em todo o país”, pontua Felini.
O Consad Express e Fórum de Secretários são iniciativas do Consad que promovem encontros periódicos, a fim de desenvolver modelos de gestão pública com foco em resultados e voltados para o bom atendimento ao cidadão. Nos dois dias de evento na capital baiana, serão debatidos temas como tecnologia e inovação na gestão pública, avaliação de políticas públicas no ciclo orçamentário, gestão de pessoas e gestão climática estratégica.
Fórum de secretários e grupos temáticos
No segundo dia do evento, Frederico Felini, que é conselheiro do Consad, representa MS no 128º Fórum do Conselho Nacional de Secretário de Administração. Na oportunidade, o titular da administração de MS participará do painel sobre Reforma Administrativa, com representantes do Ministério de Gestão e Inovação em Serviços Públicos do Governo Federal.
Paralelamente ao Fórum de Secretário de Estado da Administração, a comitiva de servidores da SAD participará de Grupos de Trabalho (GTs), divididos em 10 áreas temáticas: Transformação Digital; Gestão Estratégica de Pessoas; Rede de Escolas de Governo; Gestão de Patrimônio; Gestão Estratégica de Suprimentos e Compras Públicas; Ciência de Dados; Saúde e Segurança do Servidor; ESG; Concessões e PPPs; Comissão de Comunicação.
Durante este mês, as três unidades da instituição, em Campo Grande, Dourados e Três Lagoas, receberam iluminação especial na cor verde
O Ministério Público do Trabalho em Mato Grosso do Sul (MPT-MS) reforçou a campanha Abril Verde, iniciativa nacional de prevenção a acidentes de trabalho e doenças ocupacionais, com mensagens estampadas em outdoors, busdoors e painel de LED situados em ruas e avenidas movimentadas de Campo Grande, Dourados, Três Lagoas e Corumbá. As peças publicitárias trazem o slogan “Adoecimento também é acidente do trabalho. Conhecer para prevenir” e ficam expostas até o próximo dia 21.
Neste ano, o movimento busca esclarecer a sociedade sobre a importância da cultura de prevenção de doenças relacionadas ao trabalho e da notificação de casos para a criação de políticas públicas com foco na saúde do trabalhador e da trabalhadora.
Ao longo do mês, estão previstas outras iniciativas sobre o tema em todo o país, como seminários, audiências e iluminação de prédios e monumentos públicos. Além disso, ações também ocorrem nas redes sociais da instituição, com a publicação de vídeos animados e cards que mostram como a ausência de prevenção e o não cumprimento de normas regulamentadoras podem influenciar na saúde dos trabalhadores.
Ainda no mês de abril, serão divulgados dados do Observatório de Segurança e Saúde no Trabalho (SmartLab), com informações atualizadas até dezembro de 2023. Lançada pelo MPT e pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) em 2015, a ferramenta reúne dados públicos e tecnologia livre para auxiliar a formulação de políticas de prevenção de acidentes e doenças do trabalho.
A procuradora do Trabalho e coordenadora de Defesa do Meio Ambiente do Trabalho do MPT-MS, Claudia Noriler, afirma que toda a programação ocorre como culminância da atuação permanente da instituição para que empregadores e trabalhadores invistam em políticas e práticas que garantam um ambiente laboral seguro e saudável. “Este mês é fundamental para acentuarmos a importância da implementação permanente de estratégias que visem a prevenção de acidentes e doenças relacionadas ao trabalho”, observou.
Em abril, as fachadas das três unidades do MPT-MS, localizadas nos municípios de Campo Grande, Dourados e Três Lagoas, receberam iluminação verde com o propósito de estimular a curiosidade para ações de conscientização e sensibilização sobre o tema.
Nos últimos doze anos, o Brasil gastou mais de R$ 152 bilhões com benefícios acidentários pagos pela Previdência Social. Nesse período, foram cerca de 515 milhões de dias de trabalho perdidos por afastamentos decorrentes de acidentes ou doenças ocupacionais. Esses dados constam do Observatório de Segurança e Saúde no Trabalho, que também demonstra a ocorrência de um acidente de trabalho com carteira assinada a cada 51 segundos no país.
De 2012 a 2022, mais de 28 mil trabalhadoras e trabalhadores com carteira assinada sofreram acidentes de trabalho fatais no Brasil, o que representa uma vítima a cada 3 horas e 47 minutos, ainda de acordo com os indicadores do observatório.
No ano passado, Mato Grosso do Sul registrou 8.928 acidentes de trabalho, sendo 8.678 típicos e 172 motivados por doenças ocupacionais, tema central da campanha Abril Verde em 2024. O estado contabilizou 55 vítimas fatais nos últimos doze meses. Frigoríficos e unidades hospitalares para atendimento a urgências estão entre os locais que mais acidentam. Esses dados são fornecidos pelo sistema on-line sobre Comunicação de Acidente de Trabalho (Concat), que permite acesso ao banco de informações da Previdência Social.
Encontro de Saúde e Segurança do Trabalho
Na agenda de ações previstas para o movimento Abril Verde 2024, está o 2º Encontro de Segurança e Saúde no Trabalho de Mato Grosso do Sul, promovido pelo Grupo de Trabalho Interinstitucional (Getrin-24). O evento ocorrerá no próximo dia 26 de abril.
A iniciativa gratuita será realizada no prédio-sede do Tribunal Regional do Trabalho em Mato Grosso do Sul (TRT-MS) e contará com uma programação de painéis sobre diversos assuntos de segurança e saúde no meio ambiente laboral.
Além do Dia da Saúde ser comemorado em 7 de abril, em 2003 a OIT instituiu 28 de abril como o Dia Mundial de Segurança e Saúde do Trabalho. A data foi escolhida por marcar a promulgação da primeira lei que representou avanços para a saúde e a segurança no trabalho, em 1919, em Ontário, no Canadá.
A data também é uma referência à memória de 78 mineiros mortos durante explosão em uma mina no estado da Virgínia, nos Estados Unidos, em 1969. No Brasil, a data foi instituída pela Lei nº 11.121, de 2005, como o Dia Nacional em Memória das Vítimas de Acidentes e Doenças do Trabalho.
Já em 2018, a Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul aprovou a Lei nº 5.196, sugerida pelo TRT-MS, instituindo o Mês Abril Verde e o Dia Estadual em Memória das Vítimas de Acidentes e Doenças do Trabalho. A Câmara Municipal de Campo Grande ainda criou a Lei nº 6.005/2018, inserindo no calendário oficial da cidade o mês de prevenção de acidentes no trabalho e doenças ocupacionais.
Origem
O movimento Abril Verde completa 10 anos em 2024. A campanha teve início pelo Sindicato dos Técnicos de Segurança do Trabalho da Paraíba, em parceria com a Associação de Engenharia de Segurança do Trabalho da Paraíba.
Onde estão as nossas peças publicitárias:
Painel de LED
Avenida Afonso Pena com a Paraíba (em frente à loja Tok Stok).
Linhas de busdoor em Campo Grande
056 Circular / Centro 085 Terminal Morenão / Terminal Júlio de Castilho 087 Terminal Guaicurus / Terminal General Osório 208 Columbia / Via Shopping Bosque dos Ipês 602 Anhandui / Campo Grande
Linhas de busdoor em Corumbá
1002 Fronteira 1008 Assentamento 1021 Guanabara 1024 Guatos 1025 Centro
Placas de outdoor em Campo Grande
Rua Cacildo Arantes / Rua Doutor Michel Scaff Rua Raul Pires Barbosa / Rua Cacildo Arantes Rua 15 de Novembro / Rua dos Vendas Avenida Eduardo Elias Zahran / Avenida Bom Pastor Avenida Fábio Zahran / Parque Laucídio Coelho (em frente ao supermercado Assai) Avenida Hiroshima / Avenida Mato Grosso Avenida Rubens Gil de Camilo / Avenida Afonso Pena Avenida Neli Martins (próximo ao posto Bonatto) Avenida Tamandaré (próximo à Universidade Católica Dom Bosco) Avenida Mascarenhas de Moraes / Rua Alegrete
Placas de outdoor em Dourados
Avenida Marcelino Pires Parque das Nações (viaduto no sentido Bairro-Centro) Parque do Lago (em frente à Sertão e ABV Supermercado) Avenida Guaicurus (próximo ao Cerrado Brasil) Avenida Hayel Bun Faker Avenida Weimar Gonçalves Torres (atrás da Associação Pestalozzi) Avenida Weimar Gonçalves Torres (em frente ao estacionamento da loja Todimo) Rua Major Capile (em frente ao estacionamento do supermercado São Francisco) Rua Monte Alegre Avenida Presidente Vargas (vindo de Itaporã) BR-163 (sentido Dourados-Campo Grande, trevo de Fátima do Sul) BR-163 (sentido Caarapó-Dourados, trevo da Bandeira)
A fibra vegetal está na composição de alimentos processados, como hambúrgueres, sorvete e queijo ralado, bem como em emulsionantes, espessantes e estabilizantes. A tripa da fibra vegetal é utilizada também na confecção de embutidos, como salsichas e linguiças
A celulose é o principal componente da parede celular das plantas. Ela é formada por moléculas de glicose (monômeros) conectadas entre si por ligações de hidrogênio. A estrutura, segundo o ecycle, foi descoberta em 1838 pelo químico francês Anselme Payen, que determinou sua fórmula química.
A celulose é um polímero que constitui uma importante matéria-prima para as indústrias, que a extraem a de diversos vegetais. Na maioria das vezes, a partir da fibra de árvores de eucalipto, pinheiro, algodão, bambu, entre outras. No Brasil, a produção de celulose representa um ativo para a economia brasileira, pois compõe o Produto Interno Bruto (PIB Nacional).
MATÉRIA-PRIMA
Ao contrário do que muita gente pensa, a celulose está presente em diversos produtos do nosso cotidiano. A substância é utilizada como matéria-prima nas indústrias de papel, embalagens e tecidos, como também é usada em fraldas descartáveis, absorventes, alimentos, farmácias, cosméticos, adesivos, biocombustíveis, materiais de construção etc.
Da floresta para sua casa (Foto: Pixabay)
A fibra vegetal está na composição de alimentos processados, como hambúrgueres, sorvete e queijo ralado, bem como em emulsionantes, espessantes e estabilizantes. A tripa da fibra vegetal é utilizada também na confecção de embutidos, como salsichas e linguiças.
Já os derivados da celulose são usados para fabricar hidrogéis, que funcionam como veículos para ativos dermatológicos e em formulações odontológicas. A substância também é aplicada como revestimento de comprimidos e cápsulas de medicamentos, na fabricação de curativos inteligentes e peles artificiais na Medicina.
Três Lagoas é a ‘rainha’ da celulose em Mato Grosso do Sul. Com duas fábricas, a cidade ocupa o primeiro lugar do ranking dos municípios do Estado que mais exporta para outros países, ficando na frente até da Capital, Campo Grande.
IMPORTÂNCIA DO SETOR DE CELULOSE
Desde 2017, o Brasil se consolidou como o maior exportador global de celulose. Sua produção se baseia em áreas reflorestadas, ou seja, florestas plantadas, respeitando sempre os critérios de sustentabilidade.
A sua produção tem grande importância na economia brasileira, feita pela extração da madeira, fabricação da celulose e fabricação do papel. Entre tantas aplicações da celulose, a produção do papel e fibras de tecidos ainda são as mais conhecidas.
Em vídeo publicado pela (antiga Fibria), acompanhe como é processo de produção da celulose
Devido ao impacto significativo que exerce sobre inúmeras outras cadeias produtivas, o segmento representa 1,3% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional e 6,9% do PIB industrial, com uma receita bruta que ultrapassa os US$ 100 bilhões e uma contribuição para balança comercial de US$ 10 bilhões, segundo a Indústria Brasileira de Árvores (Ibá).
Quais são as principais vantagens da celulose em relação a outros materiais?
Em solos desmatados e empobrecidos, a deposição dos resíduos orgânicos da fabricação de celulose e papel tem alguns efeitos benéficos como elevação do pH com consequente aumento na disponibilidade de determinados nutrientes, notadamente fósforo e micronutrientes; aumento da capacidade de troca de cátions dos solos; incorporação de nutrientes minerais necessários às árvores; melhoria das propriedades físicas como a granulometria, a capacidade de retenção de água e a densidade do solo; aumento da atividade biológica do solo, acelerando a decomposição da serapilheira e a ciclagem de nutrientes.
Os solos utilizados em reflorestamentos brasileiros, com raras exceções, são de baixa fertilidade, mesmo para a atividade florestal. Conforme o ecycle, a correção desses solos é necessária para melhorar a fertilidade e um nível alto de matéria orgânica aumenta a disponibilidade de nutrientes minerais e a capacidade de retenção de água e de cátions no solo. Entretanto, vale ressaltar que esse caso só se aplica a solos anteriormente empobrecidos.
Captura de CO2
Outra vantagem é que o plantio de monoculturas em áreas previamente desmatadas ajuda a capturar CO2 durante o crescimento da vegetação, principalmente porque, como ressalta Fernando Reinach em artigo publicado pelo jornal Estado de S. Paulo, a maior parte da captura de CO2 pelas plantas se dá em sua fase de crescimento. Na fase adulta não há captura de CO2 que não seja liberada novamente durante o período noturno.
Entretanto, vale ressaltar que essa vantagem só traz benefícios quando a área em que será realizado o plantio em questão já se encontra em estado de deterioração e desmatada; e que, após o corte de árvores para obtenção da celulose, o carbono fixado nas árvores tende a voltar para a atmosfera.
Em comparação às espécies exóticas (que não são naturais dos biomas brasileiros), como o eucalipto – plantadas na forma de monocultura – os vegetais nativos e plantados de forma agroecológica são sempre mais vantajosos em termos de ganhos ambientais – por exemplo, estimulando a própria biodiversidade.
Certificação
Devido ao potencial impacto ambiental do setor de produção de celulose (de base florestal), existe uma exigência (por parte dos consumidores) para serem gerados os menores impactos ambientais (externalidades negativas) possíveis na cadeia de produção dos produtos feitos a partir da celulose.
A certificação, segundo o ecycle, é uma maneira de informar aos consumidores mais exigentes o comprometimento (por parte dos produtores) em reduzir as externalidades danosas ao ambiente (desmatamento na amazônia, desrespeito às áreas indígenas, etc.) dentro de certos critérios preestabelecidos pela certificação em questão.
Por meio da logomarca do sistema certificador impressa na embalagem do produto (como ocorre em pacotes de folhas de sulfite), o consumidor pode saber como o produto foi feito.