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Emprega doméstica é presa após furtar cheque do patrão e tentar descontá-lo no banco

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21/03/2003 09h57 – Atualizado em 21/03/2003 09h57

A empregada doméstica Solange Marta de Souza, de 38 anos, foi presa em flagrante quando tentava descontar um cheque furtado de seu patrão, o empresário Nilson Martins Marques, dono de uma funerária da Capital.

A prisão aconteceu após uma funcionária da agência do banco BCN ligar para o empresário pois a assinatura do cheque estava diferente.

Ao verificar o talão, Marques percebeu que faltava uma folha. Policiais da Delegacia de Roubos e Furtos (Derf) da Capital foram acionados e prenderam a doméstica em flagrante.

Na Delegacia Metropolitana, Solange confirmou o furto e estava arrependida. Ela disse que, com o dinheiro, iria construir um muro pois mora no bairro Tancredo Neves, considerado violento.

Além disso, o marido sofreu paralisia parcial e possui dificuldades em se locomover. Após o flagrante ela foi levada para a Unidade Prisional Feminina da Capital.

Coréia do Norte denuncia possível ataque dos EUA

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21/03/2003 09h54 – Atualizado em 21/03/2003 09h54

A Coréia do Norte denunciou ontem que os Estados Unidos preparam um ataque preventivo contra suas instalações nucleares, paralelamente à guerra no Iraque. A agência oficial KCNA afirmou que as manobras iniciadas hoje, na Coréia do Sul, por forças americanas e sul-coreanas, incluindo navios e aviões, ameaçam a península com uma guerra.

Estas manobras “calculadas para coincidir com o ataque americano ao Iraque” provam que os Estados Unidos se preparam para atacar, denunciou a KCNA, captada em Seul. “Isto significa que eles (EUA) vão deflagrar um ataque preventivo contra as instalações nucleares da RPDC (Coréia do Norte) e aproveitar a ocasião para intensificar a guerra”.

Milhares de soldados norte-americanos e sul-coreanos iniciaram nesta sexta-feira uma grande operação de treinamento de desembarque no litoral da Coréia do Sul. A manobra, que envolve cerca de 3 mil homens, incluindo mil fuzileiros americanos, ocorre na praia de Hwajin, em Pohang, 350 km ao sul de Seul, informou o oficial sul-coreano Son Kang-Ho. Um oficial norte-americano informou que o porta-aviões Carl Vinson está na região.

EUA acreditam que Saddam Hussein e os filhos estavam em complexo atacado

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21/03/2003 09h45 – Atualizado em 21/03/2003 09h45

WASHINGTON – Funcionários da inteligência dos Estados Unidos acreditam que o presidente do Iraque, Saddam Hussein, possivelmente acompanhado de um ou dois dos seus filhos, estava dentro de um complexo no sul de Bagdá, quando este foi atingido ontem pelos ataques de bombas e mísseis norte-americanos. De acordo com o jornal “The Washington Post”, ainda não se sabe se o presidente do Iraque morreu, se feriu ou escapou do ataque.

  • A maior evidência é que ele estava lá quando o prédio explodiu – disse um dos homens do serviço de inteligência, que acrescentou que os filhos de Saddam, Qusay e Uday, talvez estivessem no complexo com o pai.

  • Ele não saiu – interrompeu um outro funcionário, referindo-se ao presidente do Iraque.

Segundo o serviço de inteligência, “há provas que Saddam pelo menos ficou ferido”, devido às urgentes chamadas por socorro médico no local. O estado dos filhos de Saddam e de outras pessoas, que também estariam no complexo, ainda é desconhecido.

Sem levar em consideração o destino do presidente iraquiano, a visível desordem do regime de Saddam foi suficiente para atrasar o plano original dos EUA, que convoca para uma campanha de imediato e extensivo bombardeio para gerar “choque e medo” entre os soldados iraquianos.

De acordo com funcionários do Pentágono, o Iraque ofereceu uma fraca resposta aos ataques norte-americanos, indicando que a estrutura do governo deve ter sido abalada. Antes de lançar um ataque em larga escala, eles vão esperar por evidências do colapso e da deserção que tornariam a estratégia de “choque e medo” desnecessária.

De qualquer forma, os bombardeios continuam podendo ser ordenados a qualquer momento. Segundo funcionários do Pentágono, a situação é flexível, e se for comprovado que Saddam está vivo, controlando sua força militar, a estratégia dos EUA pode mudar.

Michael Schumacher é o mais rápido no treino oficial de sexta-feira

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21/03/2003 09h39 – Atualizado em 21/03/2003 09h39

O alemão Michael Schumacher marcou o melhor tempo no primeiro treino de classificação para o Grande Prêmio da Malásia. O tempo de 1’’34”980 deu ao piloto da Ferrari o direito de ser o último a entrar na pista no treino oficial de sábado e ele já saberá o que precisa fazer para garantir mais uma pole.

O brasileiro Rubens Barrichello, último a entrar na pista, ficou com a 2ª posição com o tempo de 1’’35”681. Cristiano Da Matta foi o 11º e Antonio Pizzonia não marcou tempo.

Confira os tempos

1º Michael Schumacher 1.34″980

2º Rubens Barrichello 1.35″681

3º Juan Pablo Montoya 1.35″939

4º Kimi Raikkonen 1.36″038

5º David Coulthard 1.36″297

6º Jarno Trulli 1.36″301

7º Nick Heidfeld 1.36″407

8º Heinz Harald Frentzen 1.36″615

9º Jenson Button 1.36″632

10º Fernando Alonso 1.36″693

11º Cristiano da Matta 1.36″706

12º Giancarlo Fisichella 1.36″759

13º Ralf Schumacher 1.36″805

14º Olivier Panis 1.36″995

15º Jacques Villeneuve 1.37″585

16º Mark Webber 1.37″669

17º Ralph Firman 1.38″240

18º Jos Verstappen 1.38″904

19º Justin Wilson 1.39″354

20º Antonio Pizzonia Sem tempo

Namoro ou marketing? Saiba tudo sobre as cantoras russas lésbicas

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21/03/2003 09h35 – Atualizado em 21/03/2003 09h35

Imagine duas meninas juntas – sim, juntas. Duas meninas juntas vestidas de colegiais. E molhadas de chuva. É clichê demais numa descrição só? Pois é assim mesmo que são as cantoras russas da dupla Tatu, maior produto cultural de exportação da Rússia desde Shostakovitch e, de longe, o mais polêmico.

A dupla – “tatu” é uma gíria para “menina que ama menina” – está entre as dez mais tocadas das rádios do Brasil e de boa parte do mundo também. O primeiro disco da dupla, “200 km/hour in the wrong lane” já vendeu mais de 1,2 milhão de cópias pelo mundo. Isso, sem contar as quatro milhões de cópias piratas que – estima-se – existem por aí no mercado negro.

“All the things she said” – a versão em inglês para uma canção russa – está no topo das paradas da Argentina à Austrália. A Tatu foi a primeira banda russa a alcançar o número 1 na parada britânica de document.write Chr(39)singlesdocument.write Chr(39). Na semana passada, as duas deram a partida numa turnê americana que deve surtir o mesmo efeito nas rádios de lá.

Baixaria não agrada os russos – Mas Lena Katina e Yulia Volkova, as duas com 18 anos, não estão conquistando só fãs. O sucesso da dupla – impulsionado em grande parte pela escancarada sexualidade nos clipes e letras – está acendendo o debate: “será que é esse o produto cultural que a Rússia de Tchaikovsky e Tchekhov quer dar ao mundo?”, perguntava recentemente uma reportagem da rede CNN.

“O lesbianismo document.write Chr(39)softdocument.write Chr(39) é um sucesso no vídeo. Funciona bem como arma de marketing”, disse à CNN Dmitry Konnov, da MTV russa, cujos telespectadores escolheram “I lost my mind” o melhor clipe do ano passado.

“As pessoas nos amam ou nos odeiam, mas ninguém deixa de falar sobre nós”, escreve Lena no site oficial da dupla, www.tatu.ru.

Namoro não é oficial – O duo foi criado em 1999 por um ex-psicólogo infantil que queria montar uma document.write Chr(39)girl banddocument.write Chr(39) sexy e provocante. Ivan Shapovalov, no entanto, nega que tenha escolhido o nome da banda por causa do significado da gíria. Ele garante que gostava do som, como “tattoo” (tatuagem em inglês). A seleção das duas meninas foi feita em separado, mas as duas já tinham participado de uma document.write Chr(39)teen banddocument.write Chr(39) russa. Reza a lenda, inclusive, que Yulia foi obrigada a deixar o grupo por cantar as outras integrantes.

É essa atitude controversa que distingue as duas das outras cantoras jovens. E, é claro, há também a insinuação de lesbianismo.

“Todo mundo pensa que somos lésbicas”, disse Yulia, rindo às gargalhadas, durante uma entrevista na TV russa, enquanto passava a mão nos seios de Lena.

Zeca defende ação mais efetiva de segurança na fronteira

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21/03/2003 09h29 – Atualizado em 21/03/2003 09h29

O governador Zeca do PT discutiu com o ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos, em audiência nesta tarde em Brasília, uma ação mais efetiva no combate a criminalidade, em especial o narcotráfico, no Estado. Zeca destacou que a condição geográfica de Mato Grosso do Sul exige um empenho especial, porque o estado é usado como rota para a entrada de drogas no País e apontou como medida a atuação integrada das três esferas de policiamento- Federal, Militar e Civil.

O governador argumentou ainda que as características da região- áreas pouco habitadas e longa fronteira- requer policiamento federal mais equipado, com barcos e helicóptero. “Só com estrutura moderna e potente, a Polícia Federal poderá fazer frente ao poderio do narcotráfico”, disse Zeca do PT ao ministro da Justiça

Segundo a assessoria do governo, o senador Delcídio do Amaral Gomes, o deputado federal Vander Loubet, ambos do PT, e o deputado estadual Akira Ostubo (PTB) acompanharam Zeca do PT na audiência.

Bombardeiros B-52 decolam de base na Grã-Bretanha

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21/03/2003 09h26 – Atualizado em 21/03/2003 09h26

Oito aviões bombardeiros B-52 americanos decolaram da base de Gloucestershire, na Grã-Bretanha, na manhã desta sexta-feira.

Espera-se que os bombardeiros, que estavam parados na base há dias, tomem parte nos ataques ao Iraque.

Bombas foram levadas até a base, vindas de Berkshire, no começo da semana e foram embarcadas nos aviões na quinta-feira.

O ministério da Defesa não confirmou se os aviões tinham como destino o Golfo Pérsico.

Exercícios

Aviões B-52 desarmados têm decolado regularmente de Gloucestershire em exercícios de treinamento nas últimas semanas.

A base aérea foi designada pela Otan como um posto avançado para aviões americanos, e foi usada pela última vez por bombardeiros durante o conflito no Kosovo, em 1999.

A segurança em volta da base foi reforçada nos últimos dias, com patrulhas de policiais armados, que param e revistam pessoas.

Gloucestershire tem sido palco de numerosos protestos contra a guerra, e vigílias pela paz começaram a ser feitas nas imediações da base pouco antes do início da guerra.

Secretaria de Saúde descarta epidemia de conjuntivite em Mato Grosso

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21/03/2003 09h23 – Atualizado em 21/03/2003 09h23

A Secretaria Estadual de Saúde destacou nesta sexta-feira a existência de um surto de conjuntivite em Mato Grosso, em que pese vários casos da doença estarem sendo registrados, especialmente em Cuiabá. No entanto, emitiu alerta devido ao intenso tráfego de pessoas entre os estados, informando que o órgão se mantém em estado de alerta para orientar a população quanto aos cuidados necessários para evitar contaminações.

A epidemia de conjuntivite atingiu os estados de Santa Catarina, São Paulo, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul. De acordo com nota emitida hoje, a Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso comunica à população algumas medidas que devem ser tomadas para evitar o contágio e a disseminação da doença. Como se trata de conjuntivite viral, o tratamento não é o mesmo para a contaminação por bactéria.

Os cuidados que se deve tomar para evitar a contaminação e/ou disseminação da doença são os seguintes: em caso de aparecimento dos sintomas, procurar assistência médica; evitar automedicação; usar compressa de água gelada ou soro fisiológico; evitar esfregar ou coçar os olhos; evitar o uso de maquiagem; trocar as fronhas do travesseiro diariamente; redobrar os cuidados com a higiene, lavando as mãos com freqüência. O uso de sabonete e toalhas deve ser individual.

A conjuntivite é uma inflamação da conjuntiva, que é a membrana que reveste o “branco” do olho, podendo causar alterações na córnea e nas pálpebras. A conjuntivite é, geralmente, causada por bactéria ou vírus, mas também pode ser alérgica ou tóxica. Até o momento, já foram notificados cerca de 62 mil casos da doença nos Estados onde se instalou a epidemia. O Estado do Paraná também registrou um surto da doença.

Os sintomas da conjuntivite são vermelhidão nos olhos, secreção (o tipo de secreção depende da causa da doença), lacrimejamento, pálpebras inchadas e sensação de que há um corpo estranho nos olhos. Por se tratar de doença contagiosa, o indivíduo contaminado não deve freqüentar o seu local de trabalho, escolas, creches ou outras localidades onde há aglomeração de pessoas. O contágio acontece pelo contato físico do olho com as mãos, objetos, piscinas ou toalhas contaminadas.

O Ministério da Saúde informou que, pelas características clínicas, o atual surto de conjuntivite nos Estados do Sul do País pode ser de origem viral. Os sintomas da conjuntivite viral são mais acentuados na primeira semana e podem durar até um mês. Devido à facilidade de contágio, é comum o comprometimento dos dois olhos. Importante ressaltar que, na grande maioria dos casos, a conjuntivite não deixa seqüelas.

Zeca se reúne com Dirceu e Marina Silva em Brasília

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21/03/2003 09h15 – Atualizado em 21/03/2003 09h15

O governador do Mato Grosso do Sul, Zeca do PT, permanece em Brasília nesta sexta-feira, onde se reúne com o chefe da Casa Civil, José Dirceu, e a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva. Com Dirceu, às 9h30, Zeca deve tratar da liberação dos R$ 130 milhões referentes à recuperação das estradas federais no MS e da visita que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fará ao Estado nos próximos dias 27 e 28, para abrir oficialmente a Expogrande 2003 e conhecer o projeto de reforma agrária que está sendo desenvolvido no assentamento Itamarati, em Ponta Porã. Ainda no período da manhã governador se reúne com a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva. A audiência acontece a partir das 11 horas. Zeca retorna à tarde para Campo Grande.

Brasileiro vai ao golfo Pérsico lutar pelos EUA

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21/03/2003 09h12 – Atualizado em 21/03/2003 09h12

O mineiro Filipe Fortes, 23, suboficial paramédico da Marinha dos EUA, está a caminho da guerra. Na segunda-feira (17), “Filipe disse que estava preparado para tudo. O único receio dele era o uso de armas biológicas. Ele não queria morrer sem poder se defender”, disse o seu pai, Luciano Pereira Fortes, que mora em Nova Jersey, perto de Nova York.

Ao se despedir do pai, ele afirmou que tinha orgulho de indiretamente representar o Brasil na guerra. “Ele disse que estava orgulhoso de levar o nome do país para lá, apesar de as notícias no Brasil chegarem distorcidas e de as pessoas aí não terem conhecimento do que se passa”, disse.

Homem mau

“O ditador Saddam Hussein é um homem mau. É preciso eliminar esse terror do mundo. Todos nós queremos a paz, mas às vezes a guerra tem de existir para trazer a paz”, afirmou.

O pai de Filipe disse que ele não acredita que o petróleo iraquiano seja motivação para o conflito. “Ele disse que os EUA vão gastar muito nessa guerra. Se o interesse fosse o petróleo, valeria mais a pena ser amigo do Iraque, como França e Alemanha. O que tinha no Afeganistão para mandarem os soldados para lá? Não tinha nada, não tinha petróleo”.

Em 2001, depois dos atentados de 11 de setembro, Filipe passou um mês no Afeganistão. A sua missão no Iraque será prestar socorro a uma equipe de 40 fuzileiros navais, os chamados marines. “Ele é o que mais sofre em terra, porque, além de levar sua arma e se defender, também tem de carregar uma mochila de 30 kg com os equipamentos para atender os feridos”, disse seu pai.

Filipe, que entrou na Marinha há quase quatro anos, ganha o equivalente a R$ 15 mil mensais e vive em Camp Lejune, no Estado da Carolina do Norte.

Na quarta-feira (19), fez um mês que ele se casou com a norte-americana Kimberly Ann. “Ela chorou quando ele teve que partir e disse que espera que a guerra acabe rápido”, disse Fortes.

Secretário de Segurança nega vinda de Beira-Mar para MS

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21/03/2003 09h10 – Atualizado em 21/03/2003 09h10

O Secretário de Segurança Pública, Dagoberto Nogueira, disse em entrevista ao Bom Dia MS, que não há possibilidades da transferência do preso Fernandinho Beira-Mar para o Mato Grosso do Sul. Ontem, o Sindicato dos Policiais Federais divulgou nota informando da possibilidade da vinda do traficante para o Estado.

Conforme Nogueira, o governo não tem interesse, nem condições de receber Beira-Mar, que está preso provisoriamente em Presidente Bernardes (SP). Com o anúncio do sindicato, o secretário disse que telefonou para a superintendência da PF, em Campo Grande, para confirmar o fato. Segundo Dagoberto Nogueira, a PF negou a hipótese e disse que o assunto pode ter sido levantado em função da reforma de algumas celas do prédio.

O presidente do sindicato da categoria, Sidnei Cussi, afirmou que a informação teria chegado extra-oficialmente até a entidade. Para o presidente, a suspeita deixa os policiais preocupados, uma vez que o prédio da PF não tem condições de receber preso de tamanha periculosidade. O presidente ressaltou que a medida traz riscos para população já que o prédio da PF fica em bairro residencial, onde há grande aglomeração de pessoas civis.

Fonte: RMTONLINE

EUA podem abrir mão de usar espaço aéreo turco

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21/03/2003 09h06 – Atualizado em 21/03/2003 09h06

Os governos da Turquia e dos Estados Unidos mais uma vez não conseguiram chegar a um acordo sobre o uso do espaço aéreo turco na guerra com o Iraque, o que pode levar os americanos a abrir mão dele.

O parlamento turco autorizou, na quinta-feira, os americanos a usarem o espaço áereo do país. Mas os turcos querem em troca envolver-se militarmente no norte do Iraque, região dominada pelos curdos.

A intenção da Turquia seria usar suas tropas para controlar a entrada de refugiados iraquianos no país e vigiar os curdos.

Os Estados Unidos temem um sangrento confronto entre turcos e curdos, e por isso podem abrir mão da parceria com a Turquia.

Refugiados

O governo turco teme que, com o fim do atual poder central no Iraque após a guerra, os curdos declarem um Estado independente no norte do Iraque.

A invasão dessa região teria como objetivo impedir que isso ocorra.

Os curdos são um povo sem pátria, dividido, principalmente, entre quatro países: Turquia, Síria, Irã e Iraque, onde negociam com a oposição a Saddam Hussein a formação de um Estado autônomo, que faria parte de uma federação democrática iraquiana.

Segundo o correspondente da BBC na fronteira entre a Turquia e o Iraque, Jonny Dymond, há uma presença grande de tropas turcas na região, preparadas para entrar no Iraque.

Uma invasão poderia iniciar uma nova guerra que em nada interessa aos americanos.

Tropas aliadas avançam no deserto, controlam dutos de petróleo e lutam por porto no sul

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21/03/2003 08h55 – Atualizado em 21/03/2003 08h55

BAGDÁ – Soldados britânicos usaram ataques combinados por ar e terra na madrugada de sexta-feira para assumir o controle da Península de Faw, que se estende do Golfo Pérsico até Basra, o que põe as forças da coalizão no controle dos principais dutos de petróleo iraquianos. Embora a bandeira americana já tremule sobre a cidade de Umm Qasr, o ministro da Defesa da Grã-Bretanha, Geoff Hoon, disse que a batalha continua pela cidade, único porto comercial de águas profundas do país. Ele afirmou que espera que os aliados controlem o local no sul rapidamente.

As forças da coalizão, que estavam no Kuwait, avançam numa ampla frente terrestre por território iraquiano após abrir uma intensa barreira de artilharia e encontrar resistência moderada das forças iraquianas. Os soldados aliados avançam rumo à cidade estratégica de Basra – de maioria de população xiita, cercada por poços de petróleo. Segundo comandantes, seu objetivo final é Bagdá.

A longamente aguardada ação por terra começou um dia antes do planejado, devido à decisão do presidente George W. Bush de lançar o “ataque de decapitação” contra Saddam Hussein e a liderança iraquiana na madrugada de quinta-feira. O contra-almirante dos EUA John Kelly disse nesta sexta-feira acreditar que a guerra será vencida rapidamente.

  • Vamos vencer a guerra e vencê-la rápido – disse Kelly, comandante do porta-aviões Abraham Lincoln, estacionado no Golfo Pérsico. Ele disse a jornalistas que as defesas aéres iraquianas contra mísseis cruzeiro Tomahawk e aviões militares aumentaram significativamente nos últimos dia em resposta aos ataques aéreos contra locais estratégicos em Bagdá.

Os americanos teriam encontrado certa resistência ao cruzar a fronteira do Kuwait, mas comandantes aliados disseram que, de forma geral, não há forte oposição das forças de Saddam à coalizão anglo-americana. Cerca de 250 de soldados iraquianos cruzaram a fronteira com o Kuwait para se render, acenando com bandeiras, para fuzileiros navais dos EUA e britânicos. As rendições ocorreram em sua maioria em Umm Qasr.

A rede de TV CNN afirmou que um fuzileiro naval americano foi morto a tiros, no que seria a primeira baixa em combate das forças aliadas. A emissora não afirmou onde o episódio ocorreu. Na madrugada desta sexta, 12 soldados britânicos e quatro americanos morreram na queda de um helicóptero da Fuziliaria Naval dos Estados Unidos. O helicóptero CH-46E caiu a cerca de 16 quilômetros ao sul da fronteira do Kuwait com o Iraque.

No lugar dos ataques aéreos maciços que marcaram os primeiros momentos da guerra, o segundo dia de campanha foi marcado pelo avanço dos comboios de tanques. Embora a rápida invasão por terra tenha começado sob a luz pálida da lua no deserto, em Bagdá, a capital iraquiana, as luzes dos caças, da artilharia antiaérea e dos poderosíssimos mísseis e bombas da coalizão anglo-britânica enchiam o céu de luzes e o solo de chamas, ao destruir vários prédios.

Explosões gigantescas iluminaram o céu na direção da cidade de Basra. No Norte do país, várias explosões sacudiram Mosul, a cidade mais importante da região. Quase simultaneamente, a cavalaria dos EUA entrava em território iraquiano. No início do segundo dia da guerra, o 3º Esquadrão do 7º Regimento da Cavalaria dos EUA, encarregado de abrir caminho para a 3ª Divisão de Infantaria dos EUA, cruzou a fronteira com o Iraque.

Funcionários do governo americano e o serviço secreto dos EUA estão debatendo se Saddam sobreviveu ao primeiro ataque da guerra e até que ponto sua liderança foi atingida. O jornal americano “Washington Post” afirmou em sua edição desta sexta-feira que, para o serviço de inteligência americano, Saddam e ao menos um de seus dois filhos, Uday e Qusay, estavam no bunker no momento do ataque. O “Post” afirmou que os analistas não têm certeza se Saddam foi morto ou ferido.

Guerra afetará exportação de carne do Estado

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21/03/2003 08h49 – Atualizado em 21/03/2003 08h49

O início da guerra dos Estados Unidos contra o Iraque vai reduzir e pode até paralisar as exportações de carne bovina de Mato Grosso do Sul aos países árabes. O Estado, que mantém estreito relacionamento comercial com os 22 países que integram a Câmara de Comércio Árabe, exportou em 2001 US$ 9,428 milhões em carne bovina para a região, enquanto em 2002 o montante ficou em US$ 8,011 milhões.

A previsão é do professor de Sociologia da UFMS, David Emmanuel Tauro. Para ele, durante o conflito, os portos da região estarão ocupados por embarcações militares. Por essa razão, a marinha mercante terá dificuldade em desembarcar mercadorias para os países do Oriente Médio.

“Pense bem. Um navio de qualquer bandeira será visto com desconfiança pelos norte-americanos. Eles vão temer que estejam sendo levadas armas para os iraquianos”.

Mesmo considerando que é muito cedo para avaliar os efeitos que a guerra terá sobre as exportações de carne, o empresário Antônio Russo Neto, proprietário de um dos maiores grupos frigoríficos do Brasil, o Independência, ressalta que há preocupação do setor com a possibilidade de problemas no transporte da carne.

“Estamos em compasso de espera para ver o que vai acontecer”, destacou, lembrando que os cortes congelados de bovino seguem para os países árabes de navio. “Nós dependemos do mar para exportar nossos produtos e o Governo americano está fazendo uma fiscalização rigorosa de todos os navios que seguem para a região, verificando inclusive se não existem armas nas embarcações”, frisou. Ele destaca que há 15 dias um navio grego que saiu do Brasil carregado com carne bovina do Independência e frango da Sadia com destino ao Egito, foi interceptado por soldados americanos. Com a inspeção, os navios ficaram parados por 5 dias.

Por isso, Russo destaca que, a partir de agora, os atrasos não estão descartados já que a guerra envolve um forte esquema de logística. “Caso ocorram problemas de entrega a culpa não será dos exportadores mas sim da logística da navegação, diante do conflito”, frisou. Ele lembra que até o momento nenhum porto foi atingido e por isso os desembarques ocorrem normalmente, mas não há como prever se o escoamento continuará fluindo normalmente.

O empresário disse ainda que os contratos de exportação firmados com os países árabes continuam sendo cumpridos normalmente. “O Independência, por exemplo, fechou há 60 ou 90 dias uma grande venda de carne para o Irã. E por enquanto tudo está normalizado”, frisou. Russo destaca também que os contratos são feitos durante todo o ano, e o bom desenvolvimento das exportações vai depender de quais países irão se envolver no conflito e o tempo de duração da guerra.

Grandes compradores

Para o diretor do Centro das Indústrias de Mato Grosso do Sul (CIEMS), Aldo Barrigosse, a guerra poderá afetar não só as relações com os países árabes, como também as vendas de carne e soja para grandes compradores como é o caso da União Européia (carne e soja) e a Rússia (que, é um dos maiores compradores de carne suína de MS). É que estes países são contrários à guerra, e há risco de sofrerem retaliação. “Tudo vai depender da duração do conflito”, ressalta Aldo.

Mas o reflexo mais intenso, segundo ele, vai ocorrer no mercado consumidor. “A tendência é de que, com a guerra, os preços dos combustíveis possam subir, puxando o custo do frete. Isso poderia elevar os preços de produtos como o óleo de soja, carne e os legumes”, frisou.

Unidades blindadas avançam rumo a Bagdad

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21/03/2003 08h38 – Atualizado em 21/03/2003 08h38

Segunda onda de bombardeios

BAGDAD (CNN) — Um esquadrão de tanques da VII Divisão de Cavalaria dos Estados Unidos avançava pelo deserto do Iraque, na manhã desta sexta-feira, a uma velocidade média de 40 km horários, rumo a Bagdad, a capital iraquiana. Simultâneamente, forças norte-americanas e britânicas seguiam rumo a Basra, cidade que foi cenário de sangentos combates durante a Guerra do Golfo em 1991.

Exceto na região fronteiriça com o Kuwait, as unidades blindadas não encontraram reação em seu acelerado avanço rumo a Bagdad.

As operações tomaram uma direção inesperada, não tendo ocorrido os devastadores bombardeios que precederiam o avanço das tropas.

Aparentemente, o comando norte-americano estava avaliando os resultados dos bombardeios seletivos que marcaram o início da campanha, e que se concentram em alvos onde estariam dirigentes iraquianos, inclusive Saddam Hussein.

Já há registro de dezenas de deserções de soldados iraquianos no sul. Em Washington, cresceram os rumores de que o Pentágono estaria negociando a rendição de generais, o que explicariam em parte a suspensão dos bombardeios aéreos.

Um grupo de helicópteros Kiowa, voando a menos de 150 metros do solo, precedia o avanço do comboio, integrado por tanques Bradley e M-1A Abrams, com o objetivo de antecipar qualquer presença de tropas ou peças de infantaria.

Os tanques contam ainda com elaborado sistema de comunicações por satélite que orientam seu deslocamento e informam permanententemente o comando em tempo real do que se passa com as operações.

Segunda onda de bombardeios

No segundo dia da “Operação Liberdade do Iraque”, o centro de Bagdad foi estremecido, por volta das 21:00, hora local (15:00, em Brasília), por uma série intensa de potentes explosões.

Edifício atingido no bombardeio arde em chamas no centro de Bagdad

O correspondente da CNN Nic Robertson, que está em Bagdad, relatou ter visto fumaça negra emergindo de três locais distintos na capital. Vários prédios, incluindo pelo menos um do governo de Saddam Hussein, estão em chamas.

Sirenas de alerta para ataques aéreos começaram a soar na cidade cerca de 15 minutos antes dos bombardeios, que se estenderam por meia hora, assim como os flashes de luz da antiartilharia iraquiana.

Ao mesmo tempo, fontes de Washington revelavam à CNN que a guerra no Golfo passa por uma “escalada militar expressiva”, o que se traduz na realização de ataques coordenados por terra e ar.

Nesta quinta-feira, os fuzileiros navais cruzaram a fronteira do Kuwait, inaugurando as operações terrestres no Iraque.

O confronto entre os fuzileiros navais e as tropas iraquianas foi acompanhado de um bombardeio pesado ao longo da fronteira com o Kuwait.

Os correspondentes da CNN Art Harris e Lisa Rose Weaver estavam a bordo de porta-aviões norte-americanos quando foram informados sobre os ataques de artilharia no sul do Iraque.

Também o repórter John Kifner, que acompanha os fuzileiros navais, contou que os militares norte-americanos travaram aquele que foi o primeiro grande combate desta guerra.

Paralelamente, sete aeronaves do porta-aviões USS Abraham Lincoln despejaram bombas sobre alvos apontados como “ameaçadores” pelos Estados Unidos.

Unidades blindadas avançam rumo a Bagdad

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21/03/2003 08h37 – Atualizado em 21/03/2003 08h37

Segunda onda de bombardeios

BAGDAD (CNN) — Um esquadrão de tanques da VII Divisão de Cavalaria dos Estados Unidos avançava pelo deserto do Iraque, na manhã desta sexta-feira, a uma velocidade média de 40 km horários, rumo a Bagdad, a capital iraquiana. Simultâneamente, forças norte-americanas e britânicas seguiam rumo a Basra, cidade que foi cenário de sangentos combates durante a Guerra do Golfo em 1991.

Exceto na região fronteiriça com o Kuwait, as unidades blindadas não encontraram reação em seu acelerado avanço rumo a Bagdad.

As operações tomaram uma direção inesperada, não tendo ocorrido os devastadores bombardeios que precederiam o avanço das tropas.

Aparentemente, o comando norte-americano estava avaliando os resultados dos bombardeios seletivos que marcaram o início da campanha, e que se concentram em alvos onde estariam dirigentes iraquianos, inclusive Saddam Hussein.

Já há registro de dezenas de deserções de soldados iraquianos no sul. Em Washington, cresceram os rumores de que o Pentágono estaria negociando a rendição de generais, o que explicariam em parte a suspensão dos bombardeios aéreos.

Um grupo de helicópteros Kiowa, voando a menos de 150 metros do solo, precedia o avanço do comboio, integrado por tanques Bradley e M-1A Abrams, com o objetivo de antecipar qualquer presença de tropas ou peças de infantaria.

Os tanques contam ainda com elaborado sistema de comunicações por satélite que orientam seu deslocamento e informam permanententemente o comando em tempo real do que se passa com as operações.

Segunda onda de bombardeios

No segundo dia da “Operação Liberdade do Iraque”, o centro de Bagdad foi estremecido, por volta das 21:00, hora local (15:00, em Brasília), por uma série intensa de potentes explosões.

Edifício atingido no bombardeio arde em chamas no centro de Bagdad

O correspondente da CNN Nic Robertson, que está em Bagdad, relatou ter visto fumaça negra emergindo de três locais distintos na capital. Vários prédios, incluindo pelo menos um do governo de Saddam Hussein, estão em chamas.

Sirenas de alerta para ataques aéreos começaram a soar na cidade cerca de 15 minutos antes dos bombardeios, que se estenderam por meia hora, assim como os flashes de luz da antiartilharia iraquiana.

Ao mesmo tempo, fontes de Washington revelavam à CNN que a guerra no Golfo passa por uma “escalada militar expressiva”, o que se traduz na realização de ataques coordenados por terra e ar.

Nesta quinta-feira, os fuzileiros navais cruzaram a fronteira do Kuwait, inaugurando as operações terrestres no Iraque.

O confronto entre os fuzileiros navais e as tropas iraquianas foi acompanhado de um bombardeio pesado ao longo da fronteira com o Kuwait.

Os correspondentes da CNN Art Harris e Lisa Rose Weaver estavam a bordo de porta-aviões norte-americanos quando foram informados sobre os ataques de artilharia no sul do Iraque.

Também o repórter John Kifner, que acompanha os fuzileiros navais, contou que os militares norte-americanos travaram aquele que foi o primeiro grande combate desta guerra.

Paralelamente, sete aeronaves do porta-aviões USS Abraham Lincoln despejaram bombas sobre alvos apontados como “ameaçadores” pelos Estados Unidos.

Análise: Posição turca no norte do Iraque ainda é dúvida

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21/03/2003 08h23 – Atualizado em 21/03/2003 08h23

O acordo entre a Turquia e os Estados Unidos autorizando a utilização do espaço aéreo turco para aviões de guerra americanos pode parecer o fim de um longo e tortuoso processo de negociação, exigências, contra-exigências e, finalmente, aceitação relutante.

No entanto, o acordo é, na verdade, o início de uma fase bem mais perigosa. A Turquia aceitou ceder apenas o mínimo necessário.

No fim do ano passado, os Estados Unidos impressionaram o governo turco com as suas exigências militares.

A Turquia sempre soube que os americanos iriam querer usar as suas bases aéreas em qualquer ofensiva contra o Iraque.

Zona proibida

Mesmo antes da guerra, as aeronaves americanas e britânicas operavam centenas de missões da base Incirlik, no sudeste turco, para vigiar a zona de exclusão aérea sobre o Iraque.

No entanto, os Estados Unidos queriam muito mais que as bases.

Os americanos queriam colocar milhares de soldados na Turquia, mobilizados para entrar em ação em uma frente de batalha pela fronteira norte do Iraque – na área controlada pelos curdos –, o que exigiria uma infra-estrutura logística como as que existem no Catar e no Kuwait.

O governo turco tem sido cuidadoso, por um lado, por causa do profundo descontentamento que a guerra no Iraque despertou na população e, por outro, em função das vantagens que a boa-vontade americana poderia trazer ao país.

As negociações empacaram, no entanto, diante da exigência de mais dinheiro e influência política em um Iraque pós-Saddam.

No topo da lista de prioridades dos militares e políticos turcos, no entanto, está a situação futura da porção controlada pelos curdos no norte do Iraque.

A Turquia não nutre amores pelos curdos, que controlam aquela região há 12 anos.

Independência

O país morre de medo de que os curdos que controlam a região declarem independência durante ou depois da guerra.

A Turquia também fiscaliza de perto a área de Mosul e Kirkuk, apenas poucos quilômetros ao sul do território controlado pelos curdos, que tem o terceiro maior conjunto de reservas de petróleo do Iraque.

Se esses poços caírem nas mãos dos curdos, o Estado curdo teria riquezas petrolíferas que o deixariam em uma situação mais confortável do que o pobre sudeste turco – onde vive a maioria dos curdos da Turquia.

Dessa forma, a Turquia barganhou com os Estados Unidos, ignorando as insinuações habilmente plantadas nos jornais de que os americanos teriam um plano B e que poderiam abandonar a Turquia.

A estratégia funcionou, e os americanos ofereceram mais dinheiro e fizeram concessões sobre a participação militar da Turquia no norte do Iraque durante a guerra e sobre o seu papel político depois do armistício.

No entanto, o governo turco não soube convencer o Parlamento.

Todos, inclusive este correspondente da BBC, acreditavam que o Parlamento se enquadraria, mas isso não aconteceu. Por apenas três votos, a moção acabou não sendo aprovada.

Depois disso, vieram mais atrasos, mais prevaricação e eleições regionais promovidas em má hora – antes da segunda votação da moção.

Ex-amigos íntimos

A Turquia, que já esteve entre os amigos mais íntimos dos Estados Unidos na região, fez a maior cocessão de um países da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte): abriu seu espaço aéreo.

O país deve receber, se tiver sorte, uma fração da ajuda que lhe foi oferecida no início dessa novela.

Mas a grande incógnita continua sendo o norte do Iraque, onde a Turquia foi aconselhada a não entrar.

Os Estados Unidos dizem, reservadamente, acreditar que a Turquia vai evitar entrar na região, o que possivelmente detonaria uma guerra contra as forças curdas.

No entanto, a Turquia não assumiu esse compromisso e vê aquela região como parte da sua esfera de influência.

Os Estados Unidos e Turquia podem ainda ser aliados, mas a Turquia não receberá ordens.

Tipos de Sogra

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21/03/2003 08h17 – Atualizado em 21/03/2003 08h17

A SARGENTO, que sempre quer saber onde vão, com quem e a que horas voltam.

A CAFÉZINHO, que sempre interrompe você com um cafezinho nas melhore horas.

A BAILARINA, que sempre anda na ponta dos pés para pegá-los em flagrante do sofá.

A PREVENIDA, que sempre avisa que esta chegando para dar-lhe tempo de ficarem com cara de inocente.

A RODÍZIO, que sempre que o recebe que encher-lhe de doces e salgados.

A ENXUTA, aquela que lhe deixa louco para trocar a filha pela mãe.

A PUNHAL, que lhe agrada e lhe beija, mas esta louca para esfaquear-lhe pelas costas.

A CASAMENTEIRA, que esta louca pra desencalhar a filha com o primeiro que aparece.

A MÁSCARA, que lhe adora, mas que fala os mais terríveis absurdos na sua ausência.

A MANIPULADORA, que manipula a situação para ficar sempre a favor dela.

A CEGA, que finge que não viu nada ao pegar-lhes num amasso mais quente.

A INGÊNUA, que acredita que a filha ainda é virgem.

A INVEJOSA, que sempre arranja uma encrenquinha para acabar com a noite de vocês.

A CURIOSA, que sempre pergunta aonde vocês foram, sempre que chegam em casa.

A TOPEIRA, fica puxando assuntos de ex-namoradas para enciumar e fazer vocês brigarem.

A WINDOWS, sempre travando um programa a dois. Inventa mil desculpas para a filha ficar em casa.

A BUNDA SECA, senta-se bem próximo de vocês e fica fingindo que dorme enquanto vocês conversam ou assistem TV e nem oferece algo para comer.

Fórum discute na Assembléia aumento da taxa de energia

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21/03/2003 08h13 – Atualizado em 21/03/2003 08h13

Membros de entidades, deputados e vereadores que formam o Fórum Contra o Reajuste da Energia se reúnem nesta sexta-feira, às 10h, no plenarinho da Assembléia Legislativa, em Campo Grande, para discutir uma mobilização contra a revisão tarifária de 42,64% proposta pela Enersul. O deputado estadual Semy Ferraz (PT), o vereador Alex do PT, a ABCCON (Associação Brasileira da Cidadania e do Consumidor) e a Associação Comercial de Campo Grande estão visitando outras entidades, como OAB, CDL, CDDH, Procuradoria Federal e Promotora de Defesa do Consumidor, em busca de mais adesões contra o reajuste.

Um dos principais objetivos da reunião é a definição de uma viagem a Brasília para audiência com a Ministra das Minas e Energia, Dilma Roussif, quando será entregue um abaixo-assinado coletado pelo grupo em diversos municípios do Estado. Os parlamentares e entidades têm a intenção de estender a mobilização aos 77 municípios, através das Câmaras de Vereadores e associações de moradores. Todos os deputados estaduais, a bancada federal, prefeitos e vereadores do Estado estão sendo convidados para o encontro. O senador Delcídio do Amaral (PT) e o deputado federal Vander Loubet (PT) já confirmaram presença.

Segundo o deputado Semy, a iniciativa de uma audiência com a Ministra das Minas e Energia objetiva não apenas discutir formas de impedir o reajuste de 42,64%, mas também cobrar uma intervenção do Governo Federal na Aneel (Agência nacional de Energia Elétrica). “O governo não pode permitir que as agências contrariem sua política econômica, já que aumentou os juros para conter a inflação. Um aumento de 42% autorizado pela Aneel refletirá drasticamente no índice inflacionário para o consumidor”, afirma. “Nosso movimento está ganhando força, com grande adesão popular, e esta é uma luta supra-partidária, de toda a sociedade sul-mato-grossense”, completa o vereador Alex do PT.

Espécie de “caixa-preta” do Columbia é encontrada intacta

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21/03/2003 08h10 – Atualizado em 21/03/2003 08h10

HOUSTON, Texas (CNN) — Uma caixa eletrônica, comparada com a caixa-preta de um avião comercial, contendo informação vital sobre a descida do ônibus espacial Columbia foi encontrada intacta, em um campo perto da cidade de Hemphill, no estado do Texas, nesta semana, informou a Nasa.

O “Orbital Experiment Support System”, que tem o tamanho de uma caixa de pão, capturou uma grande quantidade de dados do que aconteceu durante o processo de descida e tudo está registrado em fitas.

O sistema é projetado para se ativar 10 minutos antes da “fase de entrada”, que acontece quando o ônibus espacial entra encontra pela primeira vez os efeitos da atmosfera da Terra, a aproximadamente a 120 quilômetros da superfície terrestre.

Essa caixa poderia ser “a peça que faltava” nas investigações realizadas pela comissão independente que tenta determinar exatamente o que levou o Columbia a se desintegrar quando reentrou na atmosfera terrestre, em 1º de fevereiro, matando os sete astronautas a bordo, incluindo o primeiro israelense a viajar para o espaço.

A desintegração do ônibus espacial começou no oeste da Califórnia e terminou sobre o Texas, deixando destroços espalhados na região leste do Texas e na zona oeste do estado de Louisiana.

A caixa eletrônica era exclusiva do Columbia e tinha sido utilizada em missões anteriores do ônibus espacial, registrando dados de temperatura, aerodinâmica, pressão, vibração, tensão, aceleração, entre outros.

A caixa, que foi encontrada na quarta-feira, está sendo examinada no Centro Espacial Kennedy, na Flórida.

O ônibus espacial não possui um dispositivo que registre dados de vôo, como as caixas-pretas dos aviões comerciais.

No entanto, essas informações são transmitidas ao Controle da Missão através de telemetria.

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