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UFMS tem 663 funcionários aptos a aposentadoria

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03/04/2003 14h18 – Atualizado em 03/04/2003 14h18

A UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) tem 663 funcionários aptos para aposentadoria e, somente no quadro de professores, a deficiência é de 10% do quadro, conforme explicou hoje o reitor da instituição, Manoel Catarino Pes Peró. Em entrevista do programa Noticidade, da FM Cidade, o reitor se fosse feito um levantamento atualmente, em torno de 850 profissionais da universidade estariam pedindo aposentadoria. “Assino uma aposentadoria por semana, antes era uma por mês”, afirmou. Ele explicou que, se não houver contratação de massa o ensino público pode acabar.

Peró afirmou ainda que o movimento grevista no Hospital Regional é democrático, reivindicatório. Ele disse ainda que o Hospital Universitário tem limitações, mesmo quando precisa colocar pacientes em macas nos corredores.

Governo repassou R$ 14,8 milhões a mais aos municípios

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03/04/2003 14h08 – Atualizado em 03/04/2003 14h08

O governo do estado repassou no primeiro bimestre deste ano R$ 14,8 milhões a mais em ICMS (Imposto Sobre Circulação de Serviços e Mercadorias)recolhido para os municípios, o que significa crescimento de 27%. O repasse é de 25% do que é arrecadado no mês e é feito de acordo com o índice de participação do Município. Em alguns municípios o crescimento do repasse foi de mais de 50%, resultado do crescimento da arrecadação própria do Estado aliado a um índice significativo de participação. Taquaruçu, que no primeiro bimestre do ano passado recebeu R$ 287,3 mil e este ano R$445,6 mil, um aumento de 55% a é o que registrou maior crescimento, seguido de Corumbá, onde os repasses aumentaram de R$2,8 milhões para R$4,3 milhões, salto de 53%.

Outra injeção nos caixas municipais nos dois primeiros meses dói a transferência de R$21,3 milhões de IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores), segunda maior receita própria de Mato Grosso do Sul, da qual 50% são transferidos aos municípios. Do FIS (Fundo de Investimento Social) as prefeituras já receberam R$ 1,5 milhão este ano.

Guerra foi último recurso, dizem embaixadores de EUA e Grã-Bretanha no Brasil

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03/04/2003 14h06 – Atualizado em 03/04/2003 14h06

BRASÍLIA — Os embaixadores dos Estados Unidos e da Grã-Bretanha no Brasil declararam nesta quinta-feira, em uma reunião com os membros da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado brasileiro, que o uso da força militar contra o Iraque foi o último recurso da coalizão, depois de Saddam Hussein ter “rejeitado” a chance dada pela comunidade internacional para se desarmar pacificamente.

Os EUA, segundo a embaixadora norte-americana Donna Hrinak, trabalharam arduamente com a comunidade internacional na observação da resolução 1.441 do Conselho de Segurança das Nações Unidas, dando ao presidente iraquiano, Saddam Hussein, uma última chance.

Hrinak acrescentou que o texto da resolução alertava sobre graves conseqüências caso esse desarmamento não fosse feito.

“O regime iraquiano rejeitou essa chance, forçando a coalizão a concluir que a força era necessária para desarmá-lo. Durante 12 anos tentamos a diplomacia e por várias vezes apelamos para as Nações Unidas”, disse ainda a diplomata. “Não podemos ignorar também que, em todos esses anos, os inspetores da ONU chegavam ao Iraque e eram expulsos”.

“Saddam não se alterou e até aumentou o seu arsenal de armas de destruição em massa”, completou.

Já o embaixador britânico, Roger Bone, disse que “não há decisão mais difícil para uma nação democrática e pacífica do que enviar as suas tropas ao campo de batalha”.

Ainda segundo o diplomata, uma decisão assim somente é tomada como último recurso.

Ele observou que há 12 anos a comunidade internacional vem trabalhando em conjunto para tentar desarmar o Iraque, em resposta à invasão do Kuwait pelas tropas iraquianas.

“Não pretendo falar sobre cada detalhe dos esforços da comunidade internacional para eliminar as armas de destruição em massa do Iraque ao longo desses anos, mas se trata de um histórico de constante obstrução, engano e não cumprimento de suas obrigações, em desrespeito às 17 resoluções do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidos (ONU)”, enfatizou.

(Com informações da Agência Brasil)

Piloto uruguaio aparece em Corumbá e aponta seqüestro

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03/04/2003 14h01 – Atualizado em 03/04/2003 14h01

O piloto uruguaio Diego Ernesto Romero, de 46 anos, compareceu ontem à Polícia Federal em Corumbá e registrou queixa de seqüestro e roubo da aeronave que conduzia. Ele contou que partiu de Montevideo com três homens rumo à cidade de Bela Union e no caminho, os passageiros apontaram uma arma e o obrigaram a seguir até o Mato Grosso.

Segundo informações do delegado Artur Ferreira da Silva divulgadas pelo Corumbá On Line, o uruguaio contou que no Mato Grosso a aeronave teve o prefixo PT KPE raspado e o avião fez novo pouso em Corumbá, onde o piloto teria sido deixado em uma pista de pouso particular. O delegado comunicou o fato ao Consulado do Uruguai em São Paulo e o piloto já deixou a cidade. “Cabe às autoridades uruguaias esclarecerem a história”, disse o delegado.

Iraque cria um “segundo anel” de defesa em Bagdá

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03/04/2003 14h00 – Atualizado em 03/04/2003 14h00

WASHINGTON (CNN) — Os iraquianos posicionaram elementos de quatro divisões regulares de seu Exército nas proximidades do Aeroporto Internacional Saddam, como parte de um esforço final para defender Bagdá, revelaram autoridades norte-americanas à CNN.

A operação acontece em meio a notícias de que as tropas da coalizão liderada pelos Estados Unidos encontram-se a entre 10 e 20 quilômetros da capital iraquiana.

Ainda não está claro quantos soldados iraquianos integram o que parece ser um “cordão de isolamento” de Bagdá, descrito pelas fontes de Washington como um “segundo anel” de tropas regulares no entorno da cidade.

Mais em direção ao centro da capital, encontra-se a maior resistência de Saddam: forças especiais da Guarda Republicana e homens dos serviços de segurança estão posicionados por toda Bagdá.

Deste grupo fazem parte homens considerados bem mais treinados e melhor equipados do que as forças regulares que patrulham, por exemplo, os arredores do aeroporto internacional.

As autoridades militares norte-americanas vêm, desde quarta-feira, enfatizando que a coalizão aproxima-se da etapa mais perigosa da guerra iniciada há duas semanas: o ponto da virada, quando o regime iraquiano perceber que estará prestes a perder o poder.

As fontes da CNN disseram dispor de “informações recentes” confirmando um risco “alto” de o Iraque usar armas químicas contra as tropas anglo-americanas. Também há dados do serviço secreto indicando que o governo de Saddam Hussein pode começar a atacar áreas civis de Bagdá, matar pessoas e culpar os Estados Unidos.

Bagdá às escuras

Por volta das 21:00 (hora local) desta quinta-feira, Bagdá ficou às escuras pela primeira vez desde o início da guerra.

O corte no fornecimento de energia elétrico foi precedido por uma onda de bombardeios aéreos.

Mas este não foi o único dano sofrido pela infra-estrutura vital da região de Bagdá. A Cruz Vermelha Internacional informou que uma importante ponte sobre o rio Tigre foi bombardeada, o que impossibilita o acesso à capital a partir do sul.

O porta-voz da Cruz Vermelha, Roland Huguenin-Benjamin, disse que havia prometido levar medicamentos e outros itens até um hospital ao sul de Bagdá, que no começo da semana recebeu dezenas de vítimas civis da guerra.

Entretanto, com a destruição da ponte, Roland não teve como cumprir a promessa.

Ainda segundo o porta-voz, o trânsito de veículos e pessoas pelas ruas da capital iraquiana sofreu uma redução sensível nesta quinta-feira, já repercutindo as notícias sobre a proximidade das tropas da coalizão ocidental.

“O barulho de bombardeios praticamente ininterruptos (na periferia da cidade) pode ter convencido as pessoas a não sair”, comentou Roland. “Mas ainda há os que vão à rua, alguns até para fazer compras”.

Supermercados registraram faturamento negativo em 2002

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03/04/2003 13h56 – Atualizado em 03/04/2003 13h56

O setor supermercadista de Mato Grosso do Sul registrou faturamento negativo de 1% no ano de 2002. De acordo com o presidente da CDL (Câmara dos Dirigentes Lojistas de Campo Grande), Adeilton Feliciano do Prado, o principal motivo das contas terem fechado no vermelho foi a queda do poder de compra da população. “Se uma pessoa está passando por dificuldades, ela deixa de comprar produtos supérfluos e passa a comprar apenas os artigos da cesta básica, nos quais a margem de lucro é mínima”, explica Adeilton, que já foi presidente da Amas (Associação Sul-Mato-Grossense dos Supermercadistas). Apesar do faturamento negativo, Adeilton espera que setor cresça este ano. “A tendência é que as empresas se modernizem e ampliem o seu espaço, o consumidor gosta de ver o crescimento da empresa”, observou.

Dólar fecha manhã em baixa, depois de oscilar muito, e Bovespa, em alta de 1,63%

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03/04/2003 13h54 – Atualizado em 03/04/2003 13h54

SÃO PAULO – As boas notícias do ambiente doméstico continuaram a gerar números positivos no mercado financeiro nesta quinta-feira. O dólar comercial enfrentou volatilidade, mas fechou a manhã em baixa de 0,27%, cotado a R$ 3,251 na compra e R$ 3,256 na venda. Os juros futuros caíram com força e continuam operando abaixo da taxa Selic, indicando aposta firme na queda da taxa básica de juros da economia nos próximos meses. Na mesma tendência, o risco-país se manteve abaixo dos 1.000 pontos, garantindo o otimismo dos investidores.

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) superou a barreira dos 12 mil pontos e fechou a primeira etapa do pregão viva-voz de hoje em alta de 1,63%, com o Índice Bovespa em 12.066 pontos. É a maior pontuação da bolsa desde 14 de janeiro. O volume financeiro às 13h30m era de R$ 321,1 milhões, considerado bom para este horário.

A alta das ações brasileiras reflete principalmente o cenário interno positivo, com os avanços do governo no cenário político e a desaceleração da inflação. Os investidores estão mais animados com as chances de sucesso nas votações das reformas tributária e da Previdência, e nutrem esperanças na queda dos juros da economia.

Entre as ações que fazem parte do Ibovespa, as maiores altas são de Eletrobrás ON (+9,8%) e Cemig ON (+7,6%). Já as quedas mais significativas do índice sã de VCP PN (-2,8%) e Itaubanco PN (-2,3%). Telemar PN, ação mais negociada da bolsa, tem baixa de 0,16%.

RISCO – Os principais indicadores da confiança dos investidores estrangeiros no Brasil continuam mostrando melhora, informou o Valor Online. Às 12h05m, o Embi+ do país, calculado pelo J.P. Morgan, recuava 0,51% em relação ao fechamento de ontem, para 968 pontos. No mesmo horário, o C-Bond apresentava valorização de 0,28%, sendo negociado nos mercados internacionais a 81,88% de seu valor de face.

CÂMBIO – As boas notícias internas impediram a correção técnica do preço do dólar, que recua pela sexta sessão consecutiva. A moeda americana chegou a subir por mais de uma hora, mas esbarrou no otimismo dos investidores e nos ingressos de recursos. Na mínima do dia, a cotação de venda chegou a R$ 3,252 (-0,39%), a menor desde 17 de setembro.

Como já era esperado, o governo conseguiu aprovar ontem na Câmara a emenda constitucional para a regulamentação do sistema financeiro. A medida, que abre caminho para a autonomia do Banco Central, também sinaliza que é grande o poder de fogo do governo no Congresso para votar as reformas estruturais.

A surpresa positiva do dia ficou com a inflação medida em São Paulo pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da Fipe. A taxa de março ficou em 0,67%, bem abaixo do 1,61% registrado em fevereiro. A previsão dos analistas era de uma inflação de até 0,9%.

Diante da desaceleração mais rápida da inflação e da forte queda do dólar, os investidores do mercado futuro reforçaram as apostas na queda da taxa Selic. Nos negócios na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o Depósito Interfinanceiro (DI) de julho está em 26,05% ao ano, contra os 26,50% da Selic vigente. O DI de janeiro de 2004 recua para 25,60% anuais, quase um ponto percentual abaixo da Selic.

A pressão de compra sofrida pelo dólar indicou principalmente o início das discussões sobre o piso ideal para a moeda oscilar. Os exportadores já sinalizam insatisfação com a cotação em torno de R$ 3,20 ou menos, que poderia afetar suas receitas em reais. Graças ao crescimento das exportações, a balança comercial brasileira acumula superávit de mais de US$ 3 bilhões no primeiro trimestre do ano. As seis quedas consecutivas do dólar também sugerem a iminência de uma realização de lucros. Segundo analistas, ela pode acontecer a qualquer momento, já que a volatilidade é essencial para que os ganhos sejam exercidos.

Para o período da tarde, o destaque deve ser o resultado do leilão de contratos de swap cambial que o Banco Central realizou até as 13 horas. A autoridade monetária ofertou até 23.100 contratos de swap, tendo por objetivo a rolagem da dívida pública de aproximadamente US$ 1 bilhão que vence no dia 17. A expectativa do mercado é de que o BC consiga avançar significativamente na rolagem. Um resultado aquém do esperado, no entanto, pode facilitar pressões.

Estado inicia amanhã demissão de grevistas do HR

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03/04/2003 13h51 – Atualizado em 03/04/2003 13h51

Devem ser publicados no Diário Oficial desta sexta-feira os nomes dos primeiros trabalhadores em enfermagem do Hospital Regional Rosa Pedrossian, que aderiram à greve, a serem demitidos. A informação é do diretor do hospital, Salvador Arruda. Segundo ele, não há mais o que negociar com a categoria, tendo em vista a impossibilidade do reajuste. “O atendimento à população não pode parar. Recebi esta manhã confirmação do secretário João Paulo Esteves [Saúde] de que os primeiros trabalhadores serão despedidos nesta sexta-feira”, disse.

Com as demissões, serão convocados profissionais aprovados em concurso. “Ainda não sabemos o número exato, mas será chamado apenas o necessário para manter em funcionamento todos os atendimentos do hospital”, explicou. O diretor do Siems (Sindicado dos Trabalhadores em Enfermagem de Mato Grosso do Sul), Paulo César Machado afirmou que os profissionais não temem “retaliações” e estão dispostos a permanecer em frente ao Regional, “até que o secretário [João Paulo] abra canal para discussão do aumento salarial”. A categoria reivindica piso de R$ 600 para o auxiliar de enfermagem (hoje o salário seria em média de R$ 450) e R$ 1,6 mil para os enfermeiros (hoje seria em torno de R$ 1,2 mil).

Encontro de ovinocultura oferece assessoria sobre a atividade

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03/04/2003 13h46 – Atualizado em 03/04/2003 13h46

Uma assessoria completa sobre a ovinocultura. É o que vão encontrar produtores, técnicos e acadêmicos que participarem do 2º Encontro Sul-mato-grossense de Ovinos, que será realizado na sexta-feira, 4 de abril. O encontro, promovido pela Asmaco (Associação Sil-mato-grossense de Criadores de Ovinos) trará técnicos de peso para proferir a palestra como o veterinário Luiz Otávio Carneiro, da UFBA, o engenheiro agrônomo André Sório, o mestre em Produção Animal e doutor e Zootecnia, Gabriel Jorge Carneiro de Olvieira e o técnico da Asmaco Elton Bach.

O presidente da Asmaco, Jeremias Rigon, afirma que a idéia é sanar as dúvidas de criadores e interessados na atividade e estimular o crescimento da ovinocultura em Mato Grosso do Sul, que hoje tem em torno de 70 criadores associados e um rebanho estimado de em torno de 400 mil cabeças.

Donos de postos querem redução do ICMS do óleo diesel

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03/04/2003 13h45 – Atualizado em 03/04/2003 13h45

Revendedores de combustíveis de Mato Grosso do Sul querem audiência com o governador Zeca do PT para pedir a redução do ICMS do óleo diesel, de 17% para 12%, como são praticados em vários Estados, inclusive os vizinhos, Paraná e São Paulo.

Os empresários reivindicam “pelo menos à volta aos 15% exercidos antes do atual governo tomar posse (1999)”.

O sindicato informou que muitos empresários quebraram por conta da diferença em 5% do ICMS sobre o combustível, principalmente os postos de rodovias onde as vendas apresentaram uma queda violenta, desde 1999.

O presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis Automotivos, Lojas de Conveniência e Lubrificantes de Mato Grosso do Sul (Sinpetro/MS), empresário Steiner Jardim explica que em função desse tributo, conseqüentemente, o preço do diesel no Estado ficou mais caro que nos Estados vizinhos.

Liminar que determina despejo de índios ainda não foi cumprida

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03/04/2003 13h44 – Atualizado em 03/04/2003 13h44

A liminar de reintegração de posse das fazendas São Sebastião e Buriti, em Dois Irmãos do Buriti, ainda não foram cumpridas pela Funai. Segundo o presidente do Sindicato Rural, Valdo Antônio Nantes Coelho, a Polícia Federal informou à entidade que aguarda autorização do juiz federal para que a liminar seja cumprida.

As áreas estão ocupadas por índios Terena e a decisão de despejo foi assinada pelo juiz substituto da 1ª Vara da Justiça Federal, Sérgio Bonachela, na última sexta-feira, mas a Polícia Federal ainda não recebeu a autorização para o cumprimento do mandato. O diretor-secretário da entidade, Ademar da Silva Júnior, disse que estava “esperançoso” com a resposta do delegado Jonas Cleber Rossatti e informou que a polícia atuaria assim que o juiz autorizasse. “Ele disse que vai cumprir o comunicado de maneira segura”.

Bailarina traz à Capital nova modalidade de dança Afro

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03/04/2003 13h42 – Atualizado em 03/04/2003 13h42

A bailarina e coreógrafa Luana Luvoska está em Campo Grande desenvolvendo seu trabalho junto aos alunos do Colégio Eduardo Santos Pereira (Funlec), onde ela pretende lançar o Step-dance Bahia.

Luana é conhecida no Brasil pela performance e pelas técnicas de desenvolver coreografias próprias, baseadas em estudos das culturas Afro Ocidental e Oriental, entre elas a Lambaeróbica criada em 1996. Luana une movimentos de alto e baixo impacto à sensualidade, a elegância e a ginga das danças Afro.

Formada em Educação Física pela Universidade Federal da Bahia, há 21 anos trabalha com os ritmos da Bahia em academias, escolas e nos carnavais. Em seu currículos estão as performances de Ivete Sangalo com quem trabalhou seis anos, Banda Mel, cinco anos, Patchanka, considerada a banda revelação da Bahia e muitos outros nomes com As Meninas, Asa de Águia, Babado Novo, Chiclete com Banana, Timbalada e Olodum.

Roubo de fios deixa 112 terminais fora do ar

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03/04/2003 13h41 – Atualizado em 03/04/2003 13h41

O roubo de 570 metros de fios da rede telefônica no bairro Estrela Parque, em Campo Grande, deixou fora de operação 112 terminais da região. A informação é da Brasil Telecom, que tem técnicos no local e espera restabelecer os serviços por volta das 14h.

Na ação criminosa os ladrões derrubaram postes e cortaram até a rede elétrica.

FREJAT grava inédita de Cazuza

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03/04/2003 12h52 – Atualizado em 03/04/2003 12h52

O novo disco solo de Frejat trará uma boa surpresa. A música “Trapaça da Dor”, escrita por Cazuza, fará parte do repertório do álbum. Segundo Lúcia Araújo, mãe do compositor morto em 1990, a letra estava com Frejat, “perdida num baú”, e nunca fora lançada. Frejat lançou seu primeiro disco solo “Amor Pra Recomeçar” em Agosto de 2001. De volta aos estúdios, ele está gravando um segundo CD, mas que ainda não tem data de lançamento.

03/04/03

SILVERCHAIR não quer mais se apresentar

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03/04/2003 11h02 – Atualizado em 03/04/2003 11h02

Fique calmo!isso é só depois da turnê. Daniel Jonhs, deu uma entrevista dizendo que não se sente mais à vontade nos palcos e que toda vez que se apresenta é como se fosse uma fraude. E ele ainda disse mais; falou que só se sente bem quando está em estúdio. O noivo de Natalie Imbruglia confessou que se ele não fingisse que é outra pessoa, seria um desastre. Se você gosta de Silverchair e não teve a oportunidade de ver nenhum show, não dê mole e confira porque pode ser o último, afinal a banda virá mais uma vez ao Brasil.

Diretores da Fetems discutem à tarde negociação salarial

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03/04/2003 11h00 – Atualizado em 03/04/2003 11h00

O conselho de diretores da Fetems (Federação dos Trabalhadores em Educação de MS) reúne-se à tarde, às 14h, em Campo Grande, para acompanhar os passos da negociação salarial do governo do Estado. A categoria pede reajuste de 35% para professores e 49% para administrativos. Até agora, o governo não sinalizou com possibilidade de reajuste. Na reunião da tarde, o Congresso Estadual de Educação, marcado para o dia 10, e a greve, marcada para começar no dia 14, também serão discutidos.

PM espera resultado de negociação para desocupar fazenda

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03/04/2003 10h54 – Atualizado em 03/04/2003 10h54

O comandante da Polícia Militar, coronel José Ivan de Almeida, informou ao Campo Grande News que está aguardando negociação entre comissão da Secretaria de Justiça e Segurança Pública e as famílias sem-terra que invadiram a fazenda Santa Maria, em Rio Brilhante. “A força policial será usada só em último caso”, disse. Nesta semana, a Justiça determinou a intervenção policial para retirada das famílias. O comandante da PM explica que “primeiro, a comissão vai até o local e tenta negociar, depois decidem se é ou não necessário o uso da força”. Ele diz ainda que “acredito que não será preciso, as negociações estão avançadas”. Conforme Ivan, não há prazo determinado para a avaliação. Cerca de 650 pessoas ocupam o local.

MDO e Canto da Terra são atrações de hoje na Expogrande

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03/04/2003 10h49 – Atualizado em 03/04/2003 10h49

Os grupos Mensageiros d’Oeste (MDO) e o Canto da Terra são as atrações de hoje na Expogrande 2003. Eles se apresentam no Parque de Exposições Laucídio Coelho e prometer promover um grande baile.

O MDO abre a noite mostrando os sucessos dos 15 anos de carreira profissional.

A segunda atração da noite fica por conta dos rapazes do Canto da Terra. Eles, que estão lançando o 6º CD de carreira e o 1º ao vivo, fecham um ciclo na trajetória do grupo, pois trazem um panorama de todos os sucessos.

Dia Mundial da Saúde comemorado com exposição na Capital

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03/04/2003 10h43 – Atualizado em 03/04/2003 10h43

A prefeitura de Campo Grande está preparando uma exposição na Praça Ari Coelho para comemorar o Dia Mundial da Saúde, 7 de abril. Segundo a assessoria de imprensa da prefeitura, centenas de técnicos e agentes comunitários de saúde levarão informações sobre os programas de medicina preventiva, combate a epidemias e a doenças sexualmente transmissíveis, desenvolvidos pela Secretaria Municipal de Saúde (Sesau). Este ano o tema será “O Futuro da Vida: Ambientes Saudáveis para as Crianças”. Estão previstas apresentações de peças de teatro sobre a dengue e dança de rua do grupo do Prosad.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a cada ano mais de cinco milhões de crianças entre zero e 14 anos morrem devido a doenças relacionadas ao ambiente onde vivem, brincam e aprendem.

Iraquianos deixam a Jordânia para lutar no Iraque

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03/04/2003 10h41 – Atualizado em 03/04/2003 10h41

Desde que a guerra começou, mais de sete mil iraquianos deixaram a Jordânia em direção ao Iraque, segundo dados oficiais do governo em Amã.

O governo jordaniano não explica as razões para o êxodo, mas, para as empresas que organizam o transporte até a fronteira com o Iraque, a maioria absoluta voltou para lutar contra o que chamam de “tropas invasoras”.

Diariamente, dezenas de iraquianos se reúnem na área de Al Sook, no centro de Amã, à espera dos ônibus fretados que os levam até Al Karama, na fronteira com o Iraque.

O iraquiano Abas Mosawi, de 43 anos, é um dos que decidiram enfrentar as 12 horas da arriscada viagem até Bagdá para lutar em defesa de seu país.

Petróleo

Mosawi nasceu em Najaf e vive há quatro anos na capital da Jordânia, onde sobrevive fazendo biscates.

Antes da guerra do Golfo, que terminou em 1991, ele tinha uma pequena metalurgica que acabou indo aa falencia pela escassez de materia-prima provocada pelas sancoes economicas impostas ao pais.

“Se a estrada para Bagda estiver bloqueada, vou para Nasyria, Basra ou qualquer lugar onde eu possa lutar contra os invasores”, disse Mosawi, pai de sete filhos.

Os motivos que fizeram o iraquiano de Bagdá Laith Fayed, de 25 anos, pedir demissão da loja de móveis onde trabalhava em Amã e voltar para o Iraque são os mesmos.

“Eles dizem que o inimigo é Saddam Hussein. Se isso fosse verdade, eles não precisariam assassinar civis e destruir a infraestrutura do Iraque. Eles querem o nosso petróleo”, opinou o iraquiano.

Viagem arriscada

Antes da guerra, a empresa de transporte Al Sharkia – uma das três especializadas no transporte de iraquianos – enviava apenas um ônibus por dia para Bagdá.

Com o início dos ataques, a procura pelos serviços aumentou tanto que a empresa passou a oferecer de três a cinco viagens por dia.

Por causa do risco de bombardeios na estrada, os ônibus jordanianos deixam os passageiros na fronteira da Jordânia com o Iraque, onde veículos do governo iraquiano fazem o resto da viagem, levando os iraquianos para as zonas de combate.

“Desde que a guerra começou, já transportamos mais de dois mil iraquianos. Todos diziam que iam lutar contra os invasores. Os ônibus vão cheios e voltam vazios”, disse Said Salama, gerente da empresa.

Refugiados

Enquanto mais de sete mil iraquianos deixaram o país em direção ao Iraque, o campo de refugiados de Rweished, na Jordânia, continua sem um refugiado iraquiano sequer.

O êxodo de iraquianos contraria a expectativa de muitos, que esperavam que o fluxo de migração seguisse na direção contrária, ou seja, do Iraque para Jordânia.

Atualmente, há 261 refugiados no campo, que fica perto da fronteira com o Iraque. Nenhum deles é iraquiano.

Apenas um casal de idosos iraquianos chegou à fronteira de Al Karama, na Jordânia, desde o início da guerra, com a intenção de conseguir ajuda para fazer uma operação.

Medo

Segundo Peter Kessler, porta-voz do Alto-Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur), os iraquianos temem ser alvo de bombardeios.

“Isso pode explicar a ausência de iraquianos. Eles podem estar com medo dos bloqueios e bombardeios na estrada”, disse Kessler à BBC Brasil.

Além disso, segundo ele, o pequeno número de refugiados é comum no início de qualquer conflito.

Para os iraquianos reunidos em Al Sook, no entanto, a explicação para a ausência de refugiados é outra.

“Ninguém está sendo obrigado a lutar, como dizem os americanos. Os iraquianos não estão saindo do país porque estão dispostos a morrer para resistir à invasão”, disse o jovem Laith, de 25 anos, que fazia parte do grupo à espera do transporte para o Iraque.

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