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Telefonia celular no Brasil cresce, apesar da crise

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18/03/2003 15h07 – Atualizado em 18/03/2003 15h07

Nem a convulsão entre o novo governo e as agências reguladoras, nem a iminência de uma guerra no Iraque parecem afetar o momento de euforia na telefonia celular no Brasil. Após duas aquisições em menos de dois meses, o setor continua movimentado: investidores avaliam oportunidades de negócios e as operadoras avançam na renovação tecnológica.

O mercado de celulares deve alcançar o número de telefones fixos no país ainda este ano, chegando aos 40 milhões.

Três características do mercado brasileiro alimentam a fase de fusões e aquisições, segundo o sócio da KPMG Corporate Finance, André Castello Branco: expectativa de crescimento, grupos sólidos e algumas empresas em dificuldades.

“O que a gente está sentindo é um volume muito grande de demanda na área de telecomunicações para analisar oportunidades”, afirmou Castello Branco à Reuters.

A BCP, operadora da região metropolitana de São Paulo, deve ser o próximo negócio a ser anunciado, embora dependa ainda de uma restruturação de dívida com os credores depois que deixou de pagar, há um ano, uma parcela de US$ 375 milhões. Alguns dos principais grupos do país estão interessados, entre eles a Telemar Participações, a Telecom Italia Mobile e a Brasil Telecom.

Castello Branco disse que o movimento de aquisições tem menos a ver com preço baixo e mais com a oportunidade de completar uma estratégia de negócios. “Muitos compradores não querem bugiganga. Ninguém compra ativo simplesmente porque está barato”, comentou.

O cenário da telefonia celular no Brasil vem se definindo a partir da combinação de desistências de investidores estrangeiros com a disposição de outros grupos de comprar ativos e licenças para garantir escala nacional na operação do serviço.

A Brasilcel, maior grupo do país, anunciou em janeiro a compra da Tele Centro Oeste em uma transação que pode chegar a R$ 3,4 bilhões. A Brasilcel é formada pelas operadoras da Telesp Celular Participações, da Portugal Telecom, e as unidades locais da espanhola Telefónica Móviles .

Outro grupo que vem se fortalecendo é a Telecom Américas, controlada pela mexicana América Móvil. A empresa fez aquisições nos últimos anos, incluindo, no início deste mês, a BSE por US$ 180 milhões, que a colocaram como a segunda maior operadora de celular do país.

Os investidores também têm optado pela compra de licenças, como a TIM, que se tornou a primeira empresa com cobertura nacional, e a Telemar, dona da maior operadora de telefonia fixa do país, que lançou a Oi no serviço móvel.

Um quinto grupo é comandado pelo gestor de recursos Opportunitty, que deve unir a futura operação móvel da Brasil Telecom, empresa de telefonia fixa da região centro-sul, à Telemig Celular e à Amazônia Celular.

O desencanto de alguns estrangeiros é decorrente de decisões financeiras e técnicas que debilitaram a capacidade de investimentos num mercado em evolução tecnológica constante.

A maior parte das operadoras brasileiras opera numa tecnologia que tem seus dias contados, a TDMA. Os 21 milhões de brasileiros que são clientes dessas operadoras terão anos pela frente para aderir ao que se convencionou chamar de migração tecnológica.

Quantos anos esse processo vai demorar depende muito do poder de investimento das empresas, que poderão optar entre a tradicional (embora recente no Brasil) tecnologia européia GSM e a CDMA, predominante nos Estados Unidos. As duas tecnologias terão evolução.

Profissionais do setor acreditam que as redes TDMA vão conviver com as demais tecnologias ainda por 4 a 6 anos, como afirmou recentemente o diretor de grandes contas da TIM Brasil, Hélder de Azevedo. A TIM já está construindo uma rede GSM paralela à TDMA.

“Não há previsão de haver uma transição turbulenta de tecnologia”, comentou o gerente de pequenas e médias empresas da TIM, Ricardo Erthal, para tranquilizar os mais de 5 milhões de clientes TDMA do grupo no Brasil.

Pode não haver turbulência à vista, mas as opções de aparelhos nessa tecnologia vêm se reduzindo, como reconhece o diretor da Divisão de Aparelhos Celulares da Samsung, Oswaldo Mello Neto.

A Sony Ericsson, por exemplo, desistiu de produzir ou importar aparelhos TDMA. O foco agora é o GSM. Ainda assim, o concorrente da Samsung acredita que nos próximos cinco anos ainda haverá demanda e, portanto, potencial para o desenvolvimento e comercialização de aparelhos TDMA.

“Ninguém tem dúvida que TDMA está ladeira abaixo. A questão é o grau de inclinação. Acho que a ladeira não é tão íngreme”, comentou o diretor da Samsung à Reuters.

Os números do setor mostram que ele pode ter razão. Dos 34 milhões de clientes de telefonia celular do país, 600 mil ainda usam os antiquíssimos aparelhos analógicos, que não têm serviços de identificação de chamada ou mensagens de texto, mas funcionam normalmente para conversar.

Parreira chama mais 3 pentacampeões

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18/03/2003 14h56 – Atualizado em 18/03/2003 14h56

Rio de Janeiro – Para enfrentar seleção portuguesa dirigida por Felipão, o técnico Carlos Alberto Parreira convocou nesta terça-feira mais três jogadores da Família Scolari. O goleiro Marcos (Palmeiras), o volante Kléberson (Atlético-PR) e o meia Kaká (São Paulo), além do zagueiro Luisão (Cruzeiro), foram chamados para completar a lista de 22 atletas para o amistoso do Brasil contra Portugal, dia 29 de março, na cidade do Porto.

Dos 22 convocados por Parreira, 14 participaram da campanha vitoriosa na Copa da Coréia/Japão em 2002, que deu o pentacampeonato ao Brasil. E entre os prováveis titulares, apenas Juan (ou Cris) e Zé Roberto não estavam no grupo comandado por Felipão na Ásia. Afinal, a seleção brasileira deve jogar o amistoso com Marcos; Cafu, Edmílson, Juan (Cris) e Roberto Carlos; Gilberto Silva, Kléberson, Zé Roberto e Ronaldinho Gaúcho; Ronaldo e Rivaldo.

Os quatros jogadores convocados nesta quarta-feira, todos que atuam no País, viajam na noite de segunda-feira para Portugal, junto com os integrantes da comissão técnica da seleção. Já os 18 atletas que atuam no exterior, chamados na semana passada, se apresentam a Parreira na manhã da próxima terça-feira.

Confira a lista completa dos convocados por Parreira:

Goleiros: Marcos (Palmeiras) e Dida (Milan)

Laterais: Belletti (Villarreal), Cafu (Roma), Júnior (Parma) e Roberto Carlos (Real Madrid)

Zagueiros: Luisão (Cruzeiro), Cris (Bayer Leverkusen), Edmílson (Olympique Lyon) e Juan (Bayer Leverkusen)

Volantes: Emerson (Roma), Flávio Conceição (Real Madrid), Gilberto Silva (Arsenal) e Kléberson (Atlético-PR)

Meias: Zé Roberto (Bayern de Munique), Kaká (São Paulo) e Ronaldinho Gaúcho (Paris Saint-Germain)

Atacantes: Adriano (Parma), Amoroso (Borussia Dortmund), Denílson (Betis), Rivaldo (Milan) e Ronaldo (Real Madrid)

Estrelas que preocupam na decisão

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18/03/2003 14h43 – Atualizado em 18/03/2003 14h43

Marcelinho e Carlos Alberto, os dois maiores responsáveis por Vasco e Fluminense estarem disputando a decisão do Campeonato Estadual 2003, podem entrar no clássico de amanhã a meia-bomba. Marcelinho garantiu que melhorou das dores na panturrilha e estará em campo de qualquer maneira. O médico Clóvis Munhoz comemorou o fato de o edema não ter aumentado. Mas tanto o jogador quanto a comissão técnica temem ser o tempo curto para a recuperação total da pancada. Até porque o jogador, que deverá ser poupado do treino de hoje, deverá receber marcação implacável do volante Marciel, de acordo com o plano tático do técnico tricolor Renato Gaúcho.

O caso de Carlos Alberto é outro. O meia chega hoje com o lateral-direito Jancarlos de viagem longa da Malásia. Os dois estiveram com a Seleção Sub-20 que conquistou torneio no domingo sobre Portugal e saíram do Rio titulares e sob protestos da comissão técnica e diretoria do Fluminense, contrária à liberação dos jogadores.

Porém, as condições físicas precárias na chegada podem fazer com que Renato os deixe no banco de reservas. O técnico promete manter o tradicional mistério até momentos antes da partida.

  • Na minha cabeça eu sei quem vai jogar. Quando eles saíram estavam muito bem, e tive de quebrar a cabeça para arrumar outra boa formação para o Fluminense. Agora, se os dois vão começar jogando ou não, aí eu não vou dizer.

A formação com Zada na lateral direita e Alex Oliveira ocupando a função de Carlos Alberto, com Djair mais recuado, acabou dando certo. O maior exemplo foi a goleada sobre o Flamengo. Mas ninguém no clube nega que a estrela da equipe é Carlos Alberto, responsável pela ascensão do Fluminense perto da reta final do campeonato.

O mesmo pode se dizer de Marcelinho, que embalou no fim da Taça Guanabara e acabou levando o Vasco a ganhar a vantagem de jogar por dois empates ou vitória e derrota pela mesma diferença de gols. Por isso, uma ausência do meia na partida de amanhã poderia acarretar sérias conseqüências na armação tática.

  • Sem dúvida a presença dele é importante, não só pela sua qualidade técnica como também pela disposição em campo – disse o técnico Antônio Lopes, que não deverá contar com o volante Rogério Corrêa, lesionado na coxa direita.

Marcação

Lopes exalta a disposição e a técnica de Marcelinho. Mas é bom o meia vascaíno se preparar para marcação individual do volante Marciel, a exemplo do que aconteceu com Felipe no Fla-Flu da Taça Guanabara, quando o meia rubro-negro foi anulado na vitória tricolor de 3 a 0. Renato não esconde de ninguém que quer vigília sobre Marcelinho durante os 90 minutos. Já Lopes não adianta se prepara alguma surpresa tática.

  • Aprendi durante todos esses anos de futebol que a gente não tem de ficar falando muito, ainda mais em véspera de final – disse Lopes, que também não contará com Valdir, recuperando-se de estiramento muscular, e confirmou Souza no ataque ao lado de Marques.

Os dois técnicos resolveram também fazer fair-play. Renato considera o Vasco favorito pela vantagem de jogar por dois empates. Lopes exalta as últimas atuações do Fluminense, especialmente a goleada sobre o Flamengo, credenciando-o como maior candidato ao título.

Sul-Americana

Os Vasco teve ontem boa notícia: a princípio de fora, agora vai disputar a Seletiva da Copa Sul-Americana, que classifica duas equipes para a competição. O Fluminense está no grupo 2, com Atlético Mineiro e Corinthians, e o Vasco, no 3, com São Paulo e Grêmio. Os vencedores dos quatro grupos disputam as semifinais e, depois, a decisão.

Em compensação, a 52ª Vara do Trabalho deu ganho de causa à sentença de Euller, que deverá receber do Vasco R$ 2 milhões referentes aos salários de janeiro a maio de 2002, fora 13º salário, férias, FGTS e multa pelo atraso.

Hackers invadem site diplomático dos EUA em protesto à guerra

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18/03/2003 14h36 – Atualizado em 18/03/2003 14h36

Um site diplomático dos Estados Unidos foi hackeado no final de semana, enquanto o presidente George W. Bush encontrava-se com os líderes britânico e espanhol para discutir o ataque ao Iraque, segundo a empresa de segurança na internet Mi2g.

A página da Academia Americana de Diplomacia (American Academy of Diplomacy), um grupo privado dedicado à diplomacia nos EUA, foi invadido no domingo e teve seu conteúdo alterado. Na página principal do site, os invasores escreveram diversas vezes as palavras “no war” (algo como, “não à guerra”).

Os especialistas em segurança alertaram para a crescente ameaça de invasão à medida em que aumenta a expectativa de guerra no Iraque.

Além disso, recentemente, a divisão de cibersegurança do FBI disse que a crise no Iraque pode levar ao aumento dos ataques na internet.

Intel mostra novos produtos para redes Ethernet

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18/03/2003 14h34 – Atualizado em 18/03/2003 14h34

CALIFÓRNIA – A Intel anunciou nesta semana o lançamento de cinco novos produtos para redes Ethernet, criados para aumentar a eficiência de tráfego de dados entre computadores em redes corporativas.

A empresa está se voltando para o setor de comunicação como uma nova oportunidade de negócios, enquanto o mercado de PCs continua estagnado devido à crise econômica mundial.

O novo chip controlador de Ethernet duplica a velocidade das transmissões de dados para desktops para 2gigabits por segundo e 1 gigabit por segundo em dispositivos móveis. Outros novos produtos são uma placa de interface de rede de 10gbps e um transcodificador ótico de 10gbps que recebe sinais de redes de armazenamento e outros aplicativos.

FMI reforça reservas do país

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18/03/2003 14h31 – Atualizado em 18/03/2003 14h31

BRASÍLIA – O governo Lula não abrirá mão dos recursos do Fundo Monetário Internacional e vai sacar US$ 4,1 bilhões do acordo com o organismo internacional ao longo desta semana. O anúncio foi feito ontem pelo secretário do Tesouro Nacional, Joaquim Levy, e pelo diretor de Política Econômica do Banco Central, Ilan Goldfajn. O dinheiro servirá para fortalecer as reservas do país.

Goldfajn explicou que o objetivo do saque é preventivo e deverá aumentar a disponibilidade das reservas internacionais no momento em que o mundo todo está avesso a riscos por causa de um eventual conflito no Golfo Pérsico. Segundo ele, as metas aprovadas pelo FMI já prevêem o impacto da guerra, mas o governo brasileiro está mantendo estreito relacionamento com o Fundo para eventuais rearranjos.

  • Esse é um sinal importante dado ao mercado, pois as reservas fortes demonstram que estamos preparados para momentos adversos – disse.

O conselho diretor do FMI aprovou o saque dos recursos na sexta-feira e ontem a equipe econômica divulgou o teor da carta dos compromissos assumidos pelo país. O destaque é a mudança das previsões de inflação. Na última revisão, foi estipulada uma meta central acumulada em 12 meses até setembro de 7%. Agora, esse número mais que dobrou, para 15%. A folga é de 2,5 pontos percentuais. Apesar de não ser uma meta de desempenho (que pode impedir saques de recursos), se a meta for ultrapassada a equipe econômica deve dar explicações ao FMI.

Goldfajn afirmou que a inflação deverá ficar abaixo dos números que estão no acordo e o que norteia a política monetária é a meta ajustada para o ano, que é de 8,5%. No ano passado, o Brasil descumpriu a meta com o FMI e deverá enviar carta se explicando.

  • Não sei porque se admite alta inflacionária nas metas estipuladas com o FMI e não se admite na meta interna, que está defasada no patamar de 8,5% – criticou Fernando Pinto, sócio da Global Invest.

O acordo estabelece ainda que o piso mínimo das reservas ficará em US$ 5 bilhões e que o superávit primário (receitas menos despesas, excluídos pagamentos de juros) será de, no mínimo, R$ 54,2 bilhões, compatível com a meta de 4,25% do PIB (R$ 68 bilhões) para o ano.

O governo prevê ainda a venda de quatro bancos estaduais federalizados – do Ceará, Piauí, Maranhão e Santa Catarina, mas não foram divulgadas expectativas de receitas com a privatização.

A carta ao Fundo também chama a atenção para as mudanças estruturais pretendidas pelo governo. Há citações às reformas da Previdência – inclusive com proposta de aumentar a idade mínima para a aposentadoria e custos de transição dos regimes -; tributária, com a possibilidade de compensar receitas perdidas com a redução da alíquota da CPMF; e redução dos juros bancários.

Para o ex-presidente do BC, Gustavo Loyola, a iniciativa do governo em sacar o dinheiro foi document.write Chr(39)document.write Chr(39)prudentedocument.write Chr(39)document.write Chr(39) devido à possibilidade de guerra e a inclusão desses temas no acordo demonstra compromisso. document.write Chr(39)document.write Chr(39)Não dá para enxugar muito o acordodocument.write Chr(39)document.write Chr(39), disse.

A inclusão desses assuntos na carta, porém, gerou polêmica. O economista Fernando Barbosa, do Banco BBV, afirmou que isso serviria para o governo pressionar o Congresso na votação das reformas.

Políticos suíços querem derrubar proibição de GPs no país

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18/03/2003 14h20 – Atualizado em 18/03/2003 14h20

Políticos suíços estão tentando derrubar a proibição da realização de corridas no país, na tentativa de poder futuramente organizar um GP da Suíça. Atualmente, os únicos tipos de esporte motor permitidos na Suíça são kart e motocross.

A proibição na Suíça se deve ao famoso acidente nas 24 horas de Le Mans, em 1955, quando o carro de Pierre Levegh, que corria em dupla com Fangio, entrou no meio da torcida e causou a morte de um grande número de torcedores (entre 54 e 84, dependendo da fonte), além do próprio Levegh.

A Suíça tem a vantagem de não pertencer à União Européia e, portanto, poder usar a publicidade tabagista, que vem sendo bastante combatida nos países da União Européia.

O último GP da Suíça foi realizado em 1982, mas fora do território do país. O local foi o circuito francês de Dijon.

Universitários promovem document.write Chr(39)trote literário

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18/03/2003 14h17 – Atualizado em 18/03/2003 14h17

CAMPO GRANDE – Calouros do curso de Ciências Sociais da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) arrecadam, a partir desta terça-feira, livros para crianças e adolescentes carentes atendidos pela Cidade do Meninos.

As doações podem ser feitas até sexta-feira, sempre das 9h às 17h, na avenida Afonso Pena, em frente à Praça Ari Coelho, em Campo Grande. Os livros arrecadados serão entregues, na próxima semana, às crianças atendidas pela instituição.

Servidor do exército dos EUA é atacado

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18/03/2003 14h14 – Atualizado em 18/03/2003 14h14

Nesta terça-feira (18/03), especialistas em segurança descobriram que uma vulnerabilidade, até então desconhecida, permitiu que um intruso promovesse um ataque bem sucedido a um servidor Web dos exército norte-americano.

Segundo a notícia publicada no site MSNBC.com, a falha presente em computadores que rodam o sistema operacional Windows 2000 e o sistema para servidores Web, Internet Information Service (IIS), da Microsoft, permite que o invasor quebre as barreiras de acesso a estas máquinas.

O ataque realizado na segunda-feira (17/03) pegou os especialistas de surpresa. Tanto a Microsoft como o CERT Coordination Center divulgaram alertas sobre o problema. Ainda não se sabe exatamente qual servidor do exército norte-americano foi atacado e o quão significativo seria o alvo. Entretanto, os analistas de segurança admitem que a estratégia o invasor foi sofisticada e bem desenvolvida.

Para Russ Cooper, pesquisador de segurança da TruSecureCorp, embora o alvo tenha sido um servidor do exército norte-americano, não há razão para conectar a ocorrência à guerra entre Estados Unidos e Iraque.

Os administradores de máquinas vulneráveis foram aconselhados a instalar imediatamente uma correção desenvolvida pela Microsoft e disponível, gratuitamente, no Web site da empresa.

De acordo com o CERT, qualquer invasor que conseguir explorar uma falha em um servidor Web pode ganhar o controle total do sistema, via Web, independente de sua localização física.

A parte mais intrigante do ataque foi a escolha de um alvo militar norte-americano. Segundo Cooper, da TruSecure, outro enigma foi a frase deixada no computador utilizado para o ataque: “Bem-vindos ao primeiro ponto de conquista do Unicórnio”. Animal característico das fábulas, que possui um chifre simbolizando a pureza, o unicórnio é difícil de ser capturado.

“Quem quer que seja o autor do ataque, tinha uma intenção em mente”, afirmou Cooper. “Se os invasores quisessem apenas invadir um Web site, teriam feito isso na primeira caixa descoberta. Mas eles estavam mapeando a rede. Encontraram um link fraco em algum lugar e resolveram ir a fundo para continuar a investigação.”

França pode participar de guerra se Iraque usar armas químicas

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18/03/2003 14h00 – Atualizado em 18/03/2003 14h00

WASHINGTON (Reuters) – Apesar de sua oposição a uma guerra no Iraque, a França poderá ajudar uma coalizão liderada pelos Estados Unidos caso Bagdá use armas biológicas e químicas, disse na terça-feira à rede CNN o embaixador francês na Organização das Nações Unidas (ONU).

“Se Saddam Hussein fosse usar armas químicas ou biológicas, isso mudaria a situação completamente e imediatamente para o governo francês”, afirmou à CNN Jean-David Levitte.

Levitte disse que uma decisão sobre qualquer envolvimento francês na guerra seria tomada pelo presidente Jacques Chirac se armas químicas ou biológicas fossem usadas.

Embora ele não tenha dado mais detalhes de como seria uma possível participação francesa, Levitte declarou: “Temos equipamento para combate nestas circunstâncias.”

Apoio à guerra sobe para 70% nos EUA; no Reino Unido, 3 ministros renunciam

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18/03/2003 13h53 – Atualizado em 18/03/2003 13h53

Horas depois de o presidente dos EUA, George W. Bush, dar um ultimato a Saddam Hussein, cresceu a apoio dos norte-americanos a um ataque ao Iraque, mesmo sem o aval da Organização das Nações Unidas (ONU). Uma pesquisa feita pela rede “ABC News” e pelo jornal “The Washington Post”, e divulgada nesta terça-feira, apontou que a maioria apóia a decisão de Bush, critica o desempenho da ONU e teme o aumento de atentados terroristas.

No principal aliado dos EUA na campanha militar, o Reino Unido, a situação é diversa. A maioria reprova um ataque sem consultar o Conselho de Segurança, embora o apoio a guerra tenha crescido. A fissura teve reflexos no próprio gabinete do primeiro-ministro, Tony Blair: cinco membros (incluindo três ministros) renunciaram.

Entre os norte-americanos, o apoio a um ataque vinha crescendo nas últimas semanas (leia a matéria “Plano militar de Bush conquista apoio interno”). O discurso de Bush, em que ele criticou a ONU e deu 48 horas para Saddam e sua família saírem do Iraque ou enfrentarem uma guerra, ajudou a aumentar a aprovação à ação militar.

Segundo a pesquisa do “The Washington Post” e da “ABC News”, feita após o pronunciamento do presidente, 71% dos norte-americanos aprovaram a decisão de partir para o ataque sem o aval da ONU – contra 59% há duas semanas. A mesma proporção (70%) avaliou que Bush fez o possível para tentar angariar apoio de outras nações; 64% aprovaram o modo como o presidente está lidando com o assunto.

Em contrapartida, as críticas ao modo como a ONU tem tratado o assunto subiram bastante. Há três semanas, a sondagem “The Washington Post”/“ABC News” apontou que 50% desaprovavam o desempenho do organismo multilateral; na noite de segunda, após Bush dizer que “O Conselho de Segurança da ONU não cumpriu suas responsabilidades, então nós cumpriremos as nossas”, o grau de desaprovação saltou para 75%.

As críticas, em proporção menor, também se estendem à França, que se tornou o principal opositor dos EUA no Conselho de Segurança; 33% defendem que os EUA punam Paris por não ter apoiado Washington; 20% acham que os EUA deveriam mudar sua relação com a ONU.

Reino Unido

No Reino Unido, o premiê Tony Blair sofreu mais baixas em sua política pró-EUA. O ministro-assistente da Saúde, Phillip Hunt, e o ministro do Interior, John Denham, renunciaram nesta terça, seguindo decisão tomada no dia anterior pelo líder do governo no Parlamento, Robin Cook. “Não apóio esta ação [ataque ao Iraque], e seria hipocrisia para mim permanecer no governo”, disse Hunt. Outros dois assessores do partido de Blair, o Trabalhista, renunciaram às suas funções: o secretário parlamentar do Ministério do Trabalho e da Previdência, Bob Blizzard, e a secretária parlamentar do Ministério do Comércio e da Indústria, Anne Campbell.

A saída dos assessores ocorre no dia em que o Parlamento britânico vota se aprova ou não o envio de tropas para o Iraque. A expectativa é que Blair vença o páreo, segundo a revista inglesa “The Economist”, mas graças ao principal partido de oposição, o Conservador. Não se descarta que mais de 100 dos 410 deputados trabalhistas votem contra a posição do primeiro-ministro.

Uma pesquisa divulgada pelo jornal “The Guardian” oferece munição para os dois lados. A parcela dos britânicos contrária à guerra ainda é majoritária (44%), mas caiu oito pontos em relação à sondagem anterior (52%); o apoio passou de 29% para 38%.

Petróleo tem maior queda em 16 meses

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18/03/2003 13h45 – Atualizado em 18/03/2003 13h45

O preço do petróleo despencou nesta terça-feira, após o ultimato de 48 horas dado por George W. Bush. O mercado aposta que a guerra no Iraque será curta e afetará apenas de maneira limitada a distribuição do produto no Golfo Pérsico. Em Londres, a cotação do barril chegou a cair 10%; em Nova York, 7%, a maior em 16 meses.

“Há muita confiança de que os EUA e seus aliados vão rapidamente render o Iraque”, disse o operador sênior de petróleo da Alaron Trading, Phil Flynn, em entrevista à agência de notícias “Bloomberg”. “Qualquer interrupção [no fornecimento] vai ser mínima e qualquer problema de oferta será compensado pelas reservas estratégias mundiais e pelo desembarque extra da Arábia Saudita”, acrescentou.

Na Bolsa Internacional de Petróleo, em Londres, o petróleo tipo Brent para entrega em maio chegou a ser cotado a US$ 26,40, o menor valor desde 11 de dezembro. Na Bolsa Mercantil de Nova York, o petróleo cru para entrega em abril chegou a ser vendido a US$ 31,75, o menor preço desde 13 de janeiro.

Campo Grande inicia inscrições para bolsas de estudo em cursinho

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18/03/2003 13h42 – Atualizado em 18/03/2003 13h42

A Escola CDC, em Campo Grande, continua com inscrições abertas para os interessados em bolsas de estudo e descontos nas mensalidades para o cursinho pré-vestibular da instituição.

Os interessados devem se inscrever na escola, à rua 14 de julho, 1256, e fazer um simulado. De acordo com a nota obtida será concedido desconto ou até mesmo bolsa de estudo. No caso dos descontos, os alunos poderão pagar R$75, R$85 ou R$95 mensais. As aulas começam em abril.

Sarney quer aumento de pena para homicídio qualificado

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18/03/2003 11h26 – Atualizado em 18/03/2003 11h26

Brasília – O senador José Sarney (PMDB-AP) apresentou nesta segunda-feira, 17, projeto de lei estipulando a pena de reclusão de 20 a 40 anos para homicídio qualificado. A proposta também impede que a pena fique sujeita a comutações ou a benefícios do indulto. Atualmente, de acordo com a lei penal, a sanção mínima para este tipo de crime é de 12 anos e a máxima chega a 30 anos. No caso de homicídio comum, o Código Penal estabelece pena de reclusão de seis a 20 anos.

“Isto quer dizer que a lei penal admite pena menor para um homicídio qualificado quando fixa a sanção mínima em 12 anos, ao lado do limite de 20 anos para o homicídio comum. Há evidente contradição técnica nesta “dosimetria” penal, por oferecer a possibilidade de punição branda para o crime qualificado e exasperação do castigo para o crime comum considerado menos grave pelo próprio tratamento legal”, justificou Sarney.

A idéia apresentada por Sarney ao Senado é que a pena mínima do homicídio qualificado seja fixada a partir da máxima estabelecida para o homicídio comum. O senador também explicita em sua proposição que são considerados qualificados os crimes contra magistrados, membros do Ministério Público e policiais, mesmo sem a intenção de intimidar os demais servidores responsáveis pela segurança pública, pelos processos judiciais e pelas execuções penais.

“Isso poderia ser considerado dispensável, porque o homicídio contra autoridades já estaria qualificado pelo motivo torpe, ou pela traição, emboscada, ou na intenção de assegurar a impunidade de outro crime. O que se pretende, porém, é deixar claro para o mundo dos delinqüentes que a lei tornou-se explícita na punição dos crimes contra policiais que cumprem seus deveres nas ruas, contra promotores de Justiça que cumprem suas obrigações nos processos e contra magistrados encarregados pelo Estado da aplicação e da execução da lei”, explicou o presidente do Senado.

Sarney informou que seu projeto foi baseado em sugestões apresentadas por alguns criminalistas consultados por ele, na busca de uma solução para evitar que o Brasil seja tomado pela onda de violência registrada nos últimos dias. O senador destacou ainda que tomou a iniciativa de apresentar uma medida concreta ampliando a punição para o crime qualificado após ser informado do assassinato do juiz de Execuções Criminais do estado de São Paulo, Antônio José Machado Dias, ocorrido sexta-feira passada, 14.

Perto do Iraque, Romário garante não ter medo da guerra

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18/03/2003 11h18 – Atualizado em 18/03/2003 11h18

RIO – Em um momento em que a guerra no Iraque parece inevitável, Romário, que joga no Qatar, garante não ter medo de um conflito no Oriente Médio. O atacante está no país do Golfo Pérsico que serve com uma das principais bases dos Estados Unidos para um ataque ao território iraquiano. – Não tenho medo. A prova disso é que sigo aqui. Sou a favor da paz e rezo todos os dias para que a guerra não aconteça – disse em entrevista ao jornal português document.write Chr(39)document.write Chr(39)A Boladocument.write Chr(39)document.write Chr(39).

Romário assinou um contrato de 100 dias com o Al Saad em troca de US$ 1,5 milhão, pagos de forma adiantada. O acordo prevê que o jogador tem o direito de deixar o clube e o Qatar em caso de conflito na região.

  • A oferta foi interessante, é um novo desafio e fui muito bem acolhido pela torcida – garantiu.

O investimento do Al Saad na contratação do brasileiro já havia sido afetado pelo fato do jogador não ter condições legais de disputar a Liga dos Campeões da Ásia, principal competição da equipe no período. O atacante não foi inscrito no torneio no prazo estipulado pela Confederação Asiática de Futebol. O clube só está podendo escalar o brasileiro no Campeonato Nacional.

Mais barato, técnico Tite vira o favorito no Flamengo

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18/03/2003 11h14 – Atualizado em 18/03/2003 11h14

Após conversar com alguns técnicos, o Flamengo escolheu Tite, do Grêmio, como o favorito para assumir a equipe. O treinador gaúcho e toda sua comissão técnica custariam cerca de R$ 100 mil por mês.

Porém, os dirigentes sabem que será difícil tirar o técnico do time gaúcho durante a Copa Libertadores e ainda trabalham com dois nomes: Nelsinho, do Goiás, e Ricardo Gomes, da Seleção Sub-23.

E a reforma no departamento de futebol do clube já começou. O vice-presidente Paulo Dantas e o diretor Bernardo Amaral foram demitidos e agora trabalharão como assessores diretos do presidente Hélio Ferraz.

O vice-presidente geral, Radamés Lattari, deve comandar o futebol. Os dirigentes querem Júnior para trabalhar ao lado do ex-técnico de vôlei.

Lattari fala em profissionalizar o Flamengo, que teve 15 técnicos nos últimos três anos.

Perda fiscal do governo com sonegação é de R$ 6 bilhões

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18/03/2003 11h03 – Atualizado em 18/03/2003 11h03

A arrecadação tributária está entre as principais fontes de receita do governo federal e como tal é de suma importância para o equilíbrio do orçamento do governo, e conseqüentemente, para garantir o custeio de inúmeras obras sociais no país.

Diante disto, não é de se surpreender por que a constatação por parte do Ibec (Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial) de que, somente no ano passado, a perda com arrecadação devido à sonegação tenha alcançado a marca de R$ 6 bilhões, seja tão relevante.

Esforços conjuntos contra a pirataria

O Ibec é uma associação não governamental criada no ano passado por empresas que juntas faturam cerca de 11% do Produto Interno Bruto do país, ou que equivale à cerca de R$ 160 bilhões. Dentre as empresas que pertencem ao Ibec podemos citar alguns gigantes como Ambev, Souza Cruz, Coca-Cola, assim como os 10 maiores distribuidores de combustíveis do país.

Ao criar o Ibec, estas empresas buscam combater de forma organizada o contrabando e a sonegação nos setores em que atuam, esforços que antes da criação da ONG eram despendidos de forma isolada. Para o presidente do Ibec, o ex-deputado Emerson Capaz, a sonegação e a pirataria estão crescendo de forma assustadora no país, o que teria justificado a criação da ONG.

Mais do que o triplo do orçamento do Fome Zero

Para se ter uma idéia de magnitude, o montante equivale a mais de três vezes o orçamento previsto pelo Governo Federal para o seu principal programa – o Fome Zero – cujo orçamento anual está estimado em cerca de R$ 1,8 bilhão.

O que mais impressiona, entretanto, é o fato de que este montante seja acarretado pela sonegação de apenas quatro setores da economia: cigarros, combustíveis, refrigerantes e cervejas, não incluindo, nem mesmo, o setor financeiro.

O Ibec estima que, no setor de cigarros, a perda teria sido de R$ 1,3 bilhão, com os produtos contrabandeados respondendo por 33% do faturamento do setor. O setor de cervejas e refrigerantes seria responsável pela perda de R$ 1,4 bilhão, enquanto o de combustíveis pelos R$ 3,3 bilhões restantes.

Ibec propõe redução da carga tributária

Dentre as frentes de atuação do Ibec, podemos citar uma proposta de mudança da carga tributária incidente no setor de cigarros, que chega a cerca de 70%, encarecendo a produção nacional e abrindo espaço para a pirataria. Para Capaz, o governo só conseguirá aumentar a arrecadação se reduzir a alíquota incidente sobre estes setores.

O Ibec também pretende fazer um trabalho de conscientização entre os consumidores, através do qual tentaria convencê-los de que não vale a pena comprar produtos falsificados, mesmo que sejam mais baratos, uma vez que o fim da pirataria poderia criar cerca de 400 mil novos postos de trabalho, além de permitir uma redução da carga tributária para toda a população.

Ação conjunta com entidades governamentais

Outra área em que o Ibec pretende contribuir contra a sonegação, ajudando na articulação dos esforços despendidos pela Receita Federal, Polícia Federal, assim como as secretárias estaduais e os órgãos de defesa da concorrência, como o CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), a Secretaria de Direito Econômico (SDE) e os ministérios da Justiça e da Fazenda.

Na visão do presidente do Ibec, as empresas que pertencem à ONG conhecem a forma de atuação dos contrabandistas e podem contribuir através do fornecimento de pistas para estas entidades governamentais.

Dólar abre em forte baixa, com maior liqüidez e mercado aguardando guerra

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18/03/2003 10h52 – Atualizado em 18/03/2003 10h52

SÃO PAULO – O dólar comercial iniciou as negociações desta terça-feira em forte baixa, com o mercado mais aliviado após uma definição mais clara sobre a guerra, apostando que o conflito armado tenha curta duração e não implique maiores conseqüências negativas à economia brasileira.

Bush dá ultimato a Saddam

Em discurso à população norte-americana na noite da última segunda-feira, o presidente dos EUA, George W. Bush, afirmou que o líder iraquiano, Saddam Hussein, assim como seus filhos, deverão deixar o Iraque em 48 horas ou enfrentar a guerra. Bush voltou a reiterar que a possibilidade de uma solução pacífica para situação no Oriente Médio chegou ao fim, visto que não foi possível evitar a guerra através dos meios diplomáticos.

O presidente dos EUA voltou a criticar indiretamente França e Rússia, países com poder de veto no Conselho de Segurança da ONU, por serem contra o ataque ao Iraque, país que Bush acusou de não ter se desarmado completamente e de financiar atos terroristas contra países ocidentais. Em seu discurso, George W. Bush citou que o Conselho de Segurança falhou ao cumprir com sua responsabilidade, mas que os EUA não falhariam com as deles.

FMI flexibiliza meta de inflação

Além disso, colabora com o maior otimismo no mercado de câmbio o anúncio da conclusão da segunda revisão do acordo entre o Brasil e o FMI (Fundo Monetário Internacional) que, além da liberação de mais uma parcela de US$ 4,1 bilhões ao País, previu a flexibilização da meta de inflação.

Nesse sentido, a meta central para inflação acumulada em 12 meses até o final de setembro, medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) foi elevada de 7% para 15%, com intervalo de tolerância de 2,5 pontos percentuais, para cima ou para baixo.

No entanto, para o ano fechado de 2003, ou seja, para o período de doze meses encerrados em dezembro deste ano, a meta de inflação continua sendo de 8,5%, sem qualquer intervalo de tolerância.

Finalmente, as atenções no mercado seguem direcionadas ao início da reunião do Copom, marcada para esta terça-feira. Após as elevações nas duas últimas reuniões, grande parte do mercado espera a autoridade monetária que mantenha a taxa de juros inalterada em 26,5% ao ano.

Dólar opera em forte baixa

Desta forma, o dólar comercial opera em forte baixa de 1,16%, sendo cotado a R$ 3,407 na compra e R$ 3,412 na venda. Com a variação desta terça-feira, a moeda norte-americana registra queda de 4,76% neste mês de março e uma desvalorização de 4,23% desde o início do ano.

No mercado paralelo, a moeda norte-americana está sendo negociada a R$ 3,540, representando ágio de 3,90% em relação ao dólar comercial.

O estudo traz novidades e será lançado durante a cerimônia de premiação do Grande Prêmio Ayrton Senn

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18/03/2003 10h47 – Atualizado em 18/03/2003 10h47

Ao contrário da impressão geral, os usuários Windows têm migrado mais para o sistema operacional Linux do que para o Unix, de acordo com o Evans Data Corporation. Segundo o instituto de pesquisa, um pouco mais da metade dos desenvolvedores Linux – 52% – trabalhavam antes com o sistema da Microsoft, e somente 30% migraram do Unix.

O sistema operacional criado por Linus Torvalds possui três pontos fortes, segundo os entrevistados: estabilidade, o fato de a fonte do código ser aberta e o custo. Para o Evans Data Corp. os softwares comerciais irão encontrar dificuldade para competir com o Linux pela própria natureza do sistema e pelo baixo investimento e manutenção.

Outro ponto apontado pelos desenvolvedores no estudo é de que as ferramentas do Linux precisam melhorar. Para 61%, o compilador é de importância crítica, enquanto 25% classificam os compiladores disponíveis atualmente para Linux como meramente “adequado” ou “precisa ser trabalhado”.

Mais da metade dos desenvolvedores, 56%, afirma que a arquitetura de 64 bits é importante para o desenvolvimento, mas muitos ainda usam a de 32 bits da Intel. O Evans Data conclui com base nestas informações que os desenvolvedores estão tomando uma atitude document.write Chr(39)esperando pra verdocument.write Chr(39) ao invés de mudar para esta arquitetura num médio prazo.

36% dos entrevistados estimam migrar para o kernel 2.6 do Linux nos seis meses a um ano seguintes ao seu lançamento. Espera-se que o novo kernel melhore a escalabilidade de ambientes baseados em um grande número de processadores e forneça recurso de multitarefas aprimorado.

ANDI lança relatório sobre tratamento dado à infância pela mídia

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18/03/2003 10h37 – Atualizado em 18/03/2003 10h37

O estudo traz novidades e será lançado durante a cerimônia de premiação do Grande Prêmio Ayrton Senna de Jornalismo, no dia 21 de março, em São Paulo.

Oferecer uma radiografia da cobertura dos temas ligados à infância e à adolescência no Brasil. Este é o objetivo do Relatório Infância na Mídia – Pesquisa ANDI / IAS, que este ano traz uma novidade. Pela primeira vez, a ANDI apresenta um ranking qualitativo sobre a cobertura jornalística desse universo. Mais de 92 mil matérias de 50 jornais e 10 revistas foram analisadas. O ranking disponibilizado no relatório não traz apenas a relação

dos jornais que mais publicaram textos sobre crianças e adolescentes. Vai além, combinando variáveis distintas que medem até que ponto a cultura editorial do veículo é condizente com uma prática jornalística socialmente responsável.

Essa edição da pesquisa apresenta também um capítulo especial sobre o tema Violência, com um ranking específico sobre o assunto. A cobertura desse tema teve um salto de qualidade de cerca de 30%. A conclusão é possível graças à atualização do Ranking Qualitativo apresentado pela ANDI e seus parceiros, pela primeira vez, em 2001, na pesquisa Balas Perdidas: um olhar sobre o comportamento da imprensa brasileira quando a criança e o adolescente estão na pauta da violência.

Além disso, o relatório traz entrevistas com jornalistas e fontes de informação e uma sessão especial com o panorama das empresas de comunicação do País, que atravessam uma profunda crise financeira. Para consolidar tais inovações, o relatório ganhou mais páginas e teve o projeto gráfico reformulado. O Relatório Infância na Mídia é uma realização da ANDI – Agência de Notícias dos Direitos da Infância e do Instituto Ayrton Senna,com o apoio do Unicef.

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