22/07/2003 14h13 – Atualizado em 22/07/2003 14h13
Artistas, animadores, gestores e produtores culturais do Estado redigiram a “Carta de Campo Grande”, após encontro sobre o financiamento cultural. Eles apontam propostas de financiamento para empreendimentos artísticos.
O documento foi elaborado a partir de discussões sobre o impacto da reforma tributária nos investimentos para o setor. Entre as propostas apresentadas pelo meio cultural estão a alocação de recursos próprios para o Ministério da Cultura, secretarias e Fundações, independentemente dos fundos criados e aprovado; a criação e estabelecimento de Fundos Nacionais, Estaduais e Municipais, com percentuais assegurados nas arrecadações de impostos; a participação direta (obrigatória) de empresas privadas em patrocínios culturais, principalmente das empresas de capital estrangeiro e o direcionamento de recursos federais de forma equânime entre os estados.
Entre as fragilidades no setor de investimentos culturais, foram apontados o interesse empresarial em ter apenas retorno de marketing, falta de políticas na apresentação e seleção de projetos e burocracia.
A carta foi entregue pelo secretário de Cultura, Esporte e Lazer, Silvio Nucci, a um representante do Ministério da Cultura no encerramento do seminário “Cultura Para Todos – O Financiamento Público da Cultura e as Leis de Incentivo”, realizado no sábado passado em Bonito.



