08/09/2003 10h51 – Atualizado em 08/09/2003 10h51
A procura por um emprego, que já é difícil, torna-se ainda mais complicada se o candidato for um deficiente físico.
Segundo o IBGE, os portadores de algum tipo de deficiência representam 14,5% da população. A lei de cotas para os deficientes, de 1988, ajudou a quebrar um pouco o preconceito das empresas, mas a dificuldade de locomoção gera outro problema: a falta de oportunidade de qualificação. As vagas que surgem acabam sendo as mais simples do mercado.
Os setores de telemarketing e telefonia são os que mais oferecem oportunidade para os portadores de deficiência, segundo o instituto Database, que auxilia a Força Sindical na preparação de cursos para deficientes. Trabalho em linha de produção, digitação e promoção de vendas também são áreas com grande número de vagas.
O Centro de Solidariedade, da Força Sindical, tem um trabalho voltado aos portadores de deficiência. São mais de 300 vagas exclusivas. A CUT (Central Única dos Trabalhadores) também faz parcerias com empresas e ONGs.
Os deficientes podem se cadastrar nos 129 postos do Padef (Programa de Apoio à Pessoa Portadora de Deficiência), órgão ligado à Secretaria Estadual de Trabalho.
Fonte:Agora MS



