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domingo, 12 de abril de 2026

Petrobras considera P-34 estabilizada

17/10/2002 10h21 – Atualizado em 17/10/2002 10h21

RIO – Os trabalhos da comissão que investigará as causas do acidente na plataforma do navio-plataforma Petrobras P-34 começam hoje. A empresa considera que a P-34 está estabilizada e não pretende fazer novas medições. A inclinação de cinco graus pode ser considerada de equilíbrio, já que marés e ventos podem gerar inclinações até maiores.

Na quarta-feira, os tanques do lado esquerdo do navio receberam um total de seis milhões e meio de litros de água do mar, reduzindo a inclinação para os atuais 5 graus.

No final da tarde, técnicos contratados pela Petrobras conseguiram consertar um dos geradores de emergência e restabeleceram o sistema de iluminação da plataforma.

Em nota divulgada ontem, a estatal informou ainda que o acidente afetou apenas 2% da produção nacional de petróleo, hoje da ordem de 1,5 milhão de barris por dia. Segundo a Petrobras, o navio-flutuante estava atualmente ligado a 10 poços, oito no campo de Barracuda e dois em Caratinga. Com o acidente, os dois campos localizados na Bacia de Campos deixaram de produzir 34 mil barris de petróleo por dia e outros 195 mil metros cúbicos de gás natural.

A Petrobras ainda não sabe o que causou a pane elétrica que deixou a plataforma às escuras, nem o que causou a abertura das válvulas de isolamento dos tanques, provocando o adernamento. Em reunião no início da tarde com uma comissão de deputados, representantes da estatal disseram que vão entregar em 30 dias um relatório conclusivo sobre as causas do acidente.

Fonte: Jornal O Globo / GloboNewsTV / CBN

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