16/10/2002 10h41 – Atualizado em 16/10/2002 10h41
O coordenador do Movimento Evangélico pelo Novo Mato Grosso do Sul e segundo coordenador do Grupo Evangélico de Ação Política (GAP), Samuel Gomes, acredita que a visita do ex-governador e da governadora eleita do Rio de Janeiro, Anthony Garotinho e Rosinha Garotinho, ambos do PSB, a Mato Grosso do Sul – que deve ocorrer na próxima semana – para apoiar a candidatura à reeleição de Zeca do PT ao governo do Estado, reforça ainda mais a identificação do petista com o segmento evangélico.
Gomes explica que a administração de Zeca do PT sempre teve uma grande afinidade com os evangélicos, e as maiores provas dessa identificação foram a realização das Temporadas Evangélicas durante os dois últimos anos, o apoio a vários artistas desse segmento através da Lei de Incentivo a Cultura e a parceria com várias congregações para a manutenção de creches. “Nunca nenhum outro governo teve uma identificação tão forte com os evangélicos, e a maior prova disso é que o Movimento Evangélico pelo Novo Mato Grosso do Sul que trabalha pela reeleição de Zeca reúne mais de 100 entidades do segmento e tem representações em todos os municípios do Estado”, salientou ele.
O coordenador do Movimento Evangélico pelo Novo Mato do Sul explica que se no primeiro turno a maioria desse segmento já apoiava a campanha de Zeca do PT, a opção pelo petista será referendada e sua candidatura ainda conquistará um número maior de votos entre esse segmento, a exemplo do que deve ocorrer em âmbito nacional com a transferência dos votos de Garotinho para Lula. “O povo de Deus que no primeiro turno votou em Garotinho para à presidência e em Zeca para o governo do Estado está feliz porque no segundo turno está contemplado em um mesmo projeto, podendo votar em Lula para a presidência e repetindo o voto em Zeca do PT.
Todos os esforços feitos pelos evangélicos para a eleição do Garotinho serão revertidos em prol de Lula e de Zeca”, afirmou o coordenador. Outro aspecto que favorece a adesão dos evangélicos as candidaturas do PT ao governo do Estado e a presidência da República, segundo Gomes, é a presença de uma grande número de pessoas desse segmento que participam das campanhas de Lula e Zeca. “O José Alencar (PL) vice do Lula, é da Igreja Presbiteriana, por exemplo”, lembrou ele.
Em Mato Grosso do Sul, Gomes estima que existam pelo menos 400 mil evangélicos sendo mais de 100 mil somente em Campo Grande.
Fonte: MS Notícias





