15/10/2002 17h27 – Atualizado em 15/10/2002 17h27
É comum grande quantidade de entulhos e lixos caseiros espalhados por diversos lugares da cidade, evidenciando a falta de consciência e de respeito com o meio ambiente e com a sociedade. Diversos moradores não respeitam os dias de coleta e depositam lixo caseiro, entulhos e galhos de árvores nas ruas e calçadas aguardando o caminhão que faz a coleta.
Sem ter o menor pudor alguns moradores deixa a lixeira, dias e dias, exalando mal cheiro e servindo de comida para cães vira-lata que vive pela cidade. Existem moradores que não tem o cuidado necessário, depositam sacos plásticos com material orgânico no solo, facilitando ação de cães e gatos a procura de alimentos, que por suas vezes rasgam, esparramando todo conteúdo do lixo no chão.
Toda essa sujeira poderá ser encontrada em frente de algumas residências de pessoas que se diz esclarecida, da sociedade, que freqüenta ambiente requintado, mas não tem a devida consciência que o meio ambiente pertence a todos e cada um deve cuidar da melhor maneira possível do ambiente, para que todos tenham qualidade de vida. Lixeiras lotadas espalhadas pela cidade pode contribuir com a proliferação de doenças, e propicia a reprodução de aranhas, escorpiões e o mosquito transmissor da Dengue (Aedes Aegypit). Portanto a Vigilância Sanitária, poderia desencadear uma ação educativa, para depois agir de forma mais repreensiva multando os infratores. Atitudes dessa natureza contraria a lei 1638 de 13 de junho de 2000, que dispõe sobre a erradicação de vetores. O artigo 12 da lei citada, determina a proibição de entulho e resíduos urbanos no solo. Mediante a lei não justifica a população limpar os seus quintais e sujar as ruas e calçadas, onde pedestres que pagam seus impostos rigorosamente venham ser prejudicados por ação inconsciente e irresponsável dos munícipes menos esclarecidos.
Vale lembrar que a prefeitura faz a sua parte colocando a disposição dos moradores três vezes por semana caminhões que fazem a coleta dos lixos caseiros. Entulhos, segundo informações da prefeitura é de responsabilidade dos proprietários de construções e mestres de obras a dar um destino que não prejudique a sociedade.





