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quinta-feira, 14 de maio de 2026

MS reduz informalidade para 29,8% e passa a ter a 3ª menor taxa do Brasil

Número de trabalhadores informais caiu em 16 mil no primeiro trimestre de 2026, segundo o IBGE

Mato Grosso do Sul reduziu a taxa de informalidade no mercado de trabalho para 29,8% no primeiro trimestre de 2026 e passou a ter o terceiro menor índice do País, conforme dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) por meio da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), divulgada nesta quinta-feira (14).

No levantamento anterior, o Estado aparecia na sexta posição entre as menores taxas de informalidade do Brasil. Agora, ficou atrás apenas de Santa Catarina, com 25,4%, e do Distrito Federal, com 28,1%. A média nacional ficou em 37,3%.

Segundo o IBGE, Mato Grosso do Sul tinha 425 mil pessoas ocupadas em condição de informalidade no primeiro trimestre deste ano. O contingente representa 29,8% da população ocupada do Estado e indica queda de 3,6% em relação ao trimestre anterior, quando eram contabilizadas 441 mil pessoas nessa condição. Na prática, houve redução de 16 mil trabalhadores informais no período.

Para calcular a taxa de informalidade, a pesquisa considera empregados do setor privado sem carteira assinada, trabalhadores domésticos sem carteira, empregadores sem CNPJ, trabalhadores por conta própria sem CNPJ e trabalhadores familiares auxiliares.

O grupo mais numeroso entre os trabalhadores informais em Mato Grosso do Sul continua sendo o de pessoas que atuam por conta própria sem registro no CNPJ. Esse contingente somou 206 mil pessoas no primeiro trimestre de 2026, praticamente estável em relação ao trimestre anterior, quando eram 208 mil.

Já entre os empregados do setor privado sem carteira assinada, houve redução mais significativa. O número caiu de 153 mil para 143 mil pessoas, retração de 6,5% no trimestre.

Os empregados domésticos sem carteira assinada também apresentaram queda. O contingente passou de 60 mil para 54 mil trabalhadores, redução de 10% em comparação com o levantamento anterior.

No grupo de empregadores sem CNPJ, a pesquisa registrou estabilidade. O total ficou em 13 mil pessoas, número próximo ao do trimestre anterior, quando eram 14 mil.

Por outro lado, os trabalhadores familiares auxiliares tiveram aumento. O contingente passou de 7 mil para 9 mil pessoas, crescimento de 2% no período.

Apesar de o Estado ter registrado aumento na taxa de desemprego no primeiro trimestre do ano, influenciado pelo encerramento de vagas temporárias, Mato Grosso do Sul segue entre os estados com menores índices de desocupação do País e agora também aparece entre os que têm menor participação de trabalhadores informais no mercado de trabalho.

Fonte: Campo Grande News

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