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sábado, 25 de julho de 2026
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Escola LULOCA é campeã do futsal masculino do JETs Sub-14

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Foto: Divulgação/Prefeitura de Três Lagoas

O Ginásio Municipal Cacilda Acre Rocha foi palco, no dia 15 de abril, da final do Jogos Escolares Três-lagoenses (JETs) Sub-14, de futsal masculino. A competição é promovida pela Prefeitura de Três Lagoas, por meio da Secretaria Municipal de Esporte, Juventude e Lazer (SEJUVEL).

O grande confronto da final foi entre as equipes do Colégio Batista Semear e da Escola Estadual Luiz Lopes de Carvalho (LULOCA). Com uma atuação inspirada, a equipe da LULOCA dominou o jogo desde o início. Ao soar o apito final, o placar mostrava uma vitória convincente da LULOCA, com um placar de 4 a 1 sobre o Batista Semear, garantindo assim o título de campeã do torneio.

Além da grande final, a disputa pelo terceiro lugar também foi acirrada. As equipes da Escola Estadual Edwards Corrêa e Souza (EDWARDS) e do Colégio Anglo protagonizaram um duelo emocionante. No fim, a equipe do EDWARDS levou a melhor, conquistando o terceiro lugar com um placar apertado de 2 a 1 sobre o Anglo.

Confira as imagens na galeria:

Fotos: Divulgação/Prefeitura de Três Lagoas

Mortalidade do câncer de mama aumenta em 86,2% no Brasil; confira as causas 

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Foto: Freepik

Especialista explica que um número maior de casos pode estar ligado ao envelhecimento da população, sedentarismo e obesidade; diagnóstico precoce pode ser a chave para a cura 

O câncer é um dos grandes males do século XXI e, apesar de conhecido, ainda há necessidade de mais descobertas científicas e disseminação de informação. Segundo uma pesquisa deste ano da Umane, associação civil de apoio às iniciativas da saúde pública, em 22 anos, a taxa de mortalidade de câncer de mama aumentou 86,2%.

Para o médico clínico Dr. Marcelo Bechara, há diversos fatores ligados ao aumento da mortalidade, que permeiam questões sociais e até financeiras. “Isso acontece devido ao envelhecimento da população e obesidade também. Sobre o câncer de mama, por exemplo, as mais afetadas são as mais idosas e as que têm menor poder aquisitivo, inclusive. Mulheres mais instruídas costumam realizar exames com mais frequência, tornando a chance de cura maior. Diagnóstico tardio aumenta o insucesso no tratamento”, revela Marcelo.

Assim como o especialista explica, o estudo da Umane evidencia essa mudança na pirâmide-etária da população brasileira, mostrando que a taxa de mortalidade em decorrência da doença ocorreu em todas as faixas etárias acima de 35 anos, com destaque para as mulheres com mais de 65 anos, que representaram 179% dos registros clínicos.

A saída para diminuir os casos continua sendo o diagnóstico precoce e o tratamento. “Convencionalmente, tratamos com cirurgia, quimioterapia e radioterapia. Mas contamos com os avanços significativos no tratamento de todos os tipos de câncer”, exclama o especialista.

Futuro

Outro levantamento, desta vez da Sociedade Americana do Câncer, revela que até 2050, o câncer em geral deve aumentar 77% no mundo inteiro. “Sempre pontuo isso. Crescimento populacional, maior envelhecimento das pessoas, piora no estilo de vida com dietas pobres e sedentarismo, grandes infecções como H.Pilory, Hepatites B e C, HPV que podem levar ao surgimento da enfermidade. Fora o aumento do acesso a exames diagnósticos, com mais notificações da doença estão envolvidos nesse acréscimo”, afirma Bechara.

Porém, o futuro não reserva apenas más notícias. A oncologia caminha para tratamentos mais eficientes. Atualmente, a medicina já conta com a imunoterapia, terapia-alvo e quimioembolização. Além disso, de acordo com o especialista, as técnicas cirúrgicas vão melhorar e haverá mais avanços nos estudos de vacinas contra a doença.

“Mesmo com os desafios, estamos vivendo uma era promissora na oncologia. O mais relevante ainda é se cuidar para evitar e, caso tenha, conseguir o diagnóstico preciso e rápido para um tratamento com eficácia. Precisamos seguir acreditando na ciência”, comenta o Dr. Marcelo Bechara.

Sobre Marcelo Bechara

Mortalidade do câncer de mama aumenta em 86,2% no Brasil; confira as causas 
Foto: Divulgação

Marcelo Bechara é médico há mais de 16 anos.  Formado em Medicina pela Universidade Metropolitana de Santos (UNIMES), seguiu na área de Medicina Clínica e Cirurgia Geral, tendo atuado como Subsecretário de Saúde na Prefeitura de Praia Grande e na linha de frente da Covid-19 durante a pandemia, também como regulador de vaga e chefe do SAMU, na rede pública de saúde.

Atualmente, Bechara atua com Medicina Integrativa, na clínica que recebe seu nome, inaugurada em 2023 em Praia Grande, São Paulo.

Em seu espaço, realiza cuidados que vão além do tratamento de doenças, promovendo melhora no bem-estar e na qualidade de vida de seus pacientes.

PEC das Drogas é aprovada no Senado; saiba o que muda e o que ainda está em aberto

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Foto: Agência Brasil

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 45/2023, conhecida como PEC das Drogas, foi aprovada em dois turnos pelos senadores em plenário e agora segue para a Câmara dos Deputados.

O texto aprovado torna crime o porte e a posse de qualquer quantidade de drogas. A proposta é de autoria do presidente do Congresso Nacional, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG).

A matéria foi aprovada com 53 votos favoráveis, 9 contrários e nenhuma abstenção em primeiro turno. Apenas o PT orientou seus parlamentares a votarem contra a PEC.

Como requer a tramitação de uma PEC, a votação ocorreu após cinco sessões de discussão e um debate temático, realizado na segunda-feira (15), no qual médicos e pesquisadores participaram.

Toda proposta de emenda à Constituição deve ser discutida e votada em dois turnos em cada Casa do Congresso e só é considerada aprovada se obtiver pelo menos três quintos dos votos dos deputados (308 votos) e dos senadores (49 votos) em cada um dos turnos.

Caso aprovada, a PEC será promulgada pelo Congresso e seu texto será inserido na Constituição Federal.

Conforme divulgado pelo site Metrópoles, a PEC nº 45/2023 foi apresentada em setembro do ano passado, logo após o Supremo Tribunal Federal (STF) retomar o julgamento sobre a descriminalização do porte de drogas, após oito anos de discussão.

Em março, o texto foi aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado.

A proposta transforma em crime a posse ou o porte de qualquer droga ilícita, independentemente da quantidade. Além disso, prevê que seja observada distinção entre traficantes e usuários, mas não detalha qual seria o critério de diferenciação.

Para os usuários, a proposta sugere a aplicação de penas alternativas à prisão e tratamento contra a dependência química.

Na CCJ, foi acatada uma emenda apresentada pelo líder da oposição, Rogério Marinho (PL-RN), para que a distinção entre traficante e usuário seja observada “pelas circunstâncias fáticas do caso concreto”.

Tecnologia da Embrapa financiada pelo Fundo JBS pela Amazônia torna mais sustentável o manejo de florestas e reduz custos de produção

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Foto: Divulgação/FJBSA

As duas primeiras versões dos algoritmos treinados serão lançadas no próximo dia 24 durante o aniversário de 51 anos da Embrapa em Brasília

O Netflora, metodologia desenvolvida pela Embrapa, reúne um conjunto de algoritmos treinados com inteligência artificial (IA) para reconhecer espécies florestais. Realizado com base em características botânicas, disponíveis em um banco de dados, esse aprendizado permite identificar árvores de interesse comercial e indicar a sua localização exata na floresta. Espécies como castanheira, cumaru-ferro, açaí e cedro são reconhecidas com índices de acerto de 95%, resultado que reduz custos de produção e torna mais sustentável o manejo de florestas na Amazônia. 

De acordo com o pesquisador da Embrapa Acre, Evandro Orfanó, um dos coordenadores dos estudos, o Netflora confere maior automação ao planejamento da atividade florestal e aumenta a precisão e eficiência na execução de planos de manejo. “Uma vez treinado e especializado, o algoritmo também fornece métricas, como diâmetro e área de copa, que possibilitam estimar, por meio de equações que relacionam formas e tamanhos, o volume de madeira de cada árvore. Essas ferramentas tecnológicas contribuem para o aumento da produção florestal com conservação ambiental”, afirma.

As pesquisas para viabilizar o uso de inteligência artificial no setor florestal são desenvolvidas pela Embrapa desde 2015 e contemplam diferentes aspectos da atividade. Na fase atual, os estudos são realizados por meio do projeto Geotecnologias aplicadas à automação florestal e espacialização dos estoques de carbono em uso nativo e modificado da terra na Amazônia Ocidental (Geoflora), executado no Acre, Rondônia, Roraima, Amapá, Pará e Amazonas, em parceria com o Fundo JBS pela Amazônia.

A adoção dessas tecnologias implica investimentos em computadores, drones, baterias e estrutura adequada de escritório. O gasto inicial é compensado pela redução drástica nos custos de produção, especialmente na etapa do inventário florestal. No levantamento tradicional de espécies, com equipes em campo, um hectare de floresta mapeado tem custo estimado entre R$ 100 e R$ 140, enquanto com a metodologia Netflora esse valor cai para R$ 4 a R$ 6.

Essa redução é proporcionada pela agilidade na obtenção e processamento de informações sobre a área a ser manejada. “Uma empresa florestal que utiliza o manejo tradicional consegue mapear até 10 mil hectares de floresta por ano. Com o uso de IA, o ganho em capacidade operacional pode saltar para até um milhão de hectares no mesmo período”, acrescenta Orfanó.

Para Andrea Azevedo, diretora do Fundo JBS pela Amazônia, ainda existe pouca orientação na exploração sustentável de produtos florestais e as tecnologias com IA podem contribuir para a melhoria da gestão do manejo de florestas e conservação da Amazônia. “A metodologia vai possibilitar um avanço no planejamento e coleta de dados precisos em grandes áreas manejadas. Um sistema de manejo eficiente torna a atividade florestal mais produtiva, reduz impactos sobre os ecossistemas e facilita a vida dos extrativistas e outros atores envolvidos com o setor”, destaca.

Resultados validados

Para construir o banco de dados de treinamento de algoritmos, foram mapeados mais de 40 mil hectares de floresta, em 37 sítios (áreas) do Acre, Rondônia e sul do Amazonas, com uso de drones. Em dois anos de estudo foram realizados cerca de mil planos de voos e cada um gerou, aproximadamente, 300 imagens aéreas, que foram tratadas e transformadas em ortofotos (imagens georreferenciadas e de alta resolução). Com base na gama de informações contidas nas ortofotos foram treinados nove algoritmos, com finalidades e performances de acerto distintas. 

“Temos algoritmos que reconhecem uma única espécie florestal, outros têm capacidade para identificar diferentes grupos ou as principais árvores madeireiras e não madeireiras do Acre e outras localidades da Amazônia. Alguns algoritmos já alcançaram alta performance, mas esse aprendizado será contínuo”, reforça Orfanó, que estima a meta de mapeamento do projeto em 80 mil hectares de floresta, com inserção de novas áreas de interesse comercial na Amazônia, para ampliar a construção do banco de dados.

Ainda de acordo com o especialista, na medida em que aumentar o conhecimento sobre a floresta, será possível intensificar o aprendizado dos algoritmos treinados e habilitar novos algoritmos, por grupo de espécies, conforme demandas regionais. 

Lançamento no 51º aniversário da Embrapa

As duas primeiras versões dos algoritmos treinados serão lançadas em 24 de abril durante as comemorações do aniversário de 51 anos da Embrapa. Um algoritmo tem capacidade para reconhecimento do açaí solteiro (Euterpe precatoria Mart.) nas fases produtiva (com cachos) e não produtiva, no Acre. O outro, além do açaí solteiro, é capaz de reconhecer mais nove espécies de palmeiras da Amazônia (paxiúba, buriti, jaci, ouricuri, murmuru, tucumã, inajá, patauá e bacaba).

Até fevereiro de 2025, serão disponibilizados outros sete algoritmos, com capacidade para identificar espécies madeireiras e não madeireiras, em diferentes localidades amazônicas.  A agenda de lançamentos também inclui algoritmos para o reconhecimento de espécies em sistemas agroflorestais (SAFs) e para a atividade de monitoramento ambiental. 

Como utilizar a metodologia

De livre acesso, o Netflora está disponível no repositório do GitHub e pode ser facilmente executado por meio de um Notebook Colab simplificado (plataforma colaborativa aberta e gratuita, hospedada na nuvem do Google). A metodologia é dirigida a empresas do setor florestal, profissionais de instituições de ensino superior, associações agroextrativistas e órgãos ambientais que demandam informações sobre inventário florestal e monitoramento pericial de ecossistemas florestais na Amazônia, entre outros públicos.

O uso da metodologia não demanda conhecimentos especializados; entretanto, o passo a passo para sua adoção pode ser conferido no curso Netflora na Prática: Guia para detecção de espécies florestais a partir de imagens de drones e inteligência artificial, de acesso gratuito, na plataforma e-Campo, ambiente de aprendizagem virtual da Embrapa. Para mais informações sobre como utilizar os algoritmos treinados, acesse a página do Netflora.

Potencial de uso 

Cada algoritmo do Netflora possibilita incontáveis combinações de treinamento. Além de conferir maior agilidade à etapa de inventário florestal, a metodologia pode fornecer informações para estimar a produção e aperfeiçoar técnicas em planos de manejo e contribuir para ajustar estratégias de colheita para espécies não madeireiras.

Outra classe de algoritmos será capaz de reconhecer pilhas de toras, madeira serrada e clareiras abertas por evento climático ou provocadas pelo homem, entre outras ações no ambiente florestal. “Também estão em treinamento algoritmos aptos a estabelecer correlações entre aspectos da morfologia de copa das árvores com estoques de carbono na floresta. Esse conhecimento poderá auxiliar nas avaliações sobre os efeitos das mudanças climáticas na dinâmica de clareira naturais”, observa Orfanó. 

Sobre o Fundo JBS pela Amazônia

O Fundo JBS pela Amazônia é uma organização sem fins lucrativos criada em 2020 para recuperar áreas degradadas e apoiar modelos inclusivos e rentáveis que gerem valor para a floresta em pé. Para alcançar esses resultados, o Fundo trabalha dentro de três grandes eixos de atuação: Cadeias Produtivas em Áreas Abertas, Bioeconomia e Ciência e Tecnologia. Juntos eles alavancam e potencializam a produtividade em áreas degradadas, fortalecem o ecossistema de negócios gerados em torno da floresta em pé com o apoio de soluções disruptivas e estruturantes capazes de agregar valor aos produtos das florestas e desenvolver conectividade, mobilidade e energia renováveis.

Até março de 2024, a organização apoiou 20 projetos com investimentos de R$72,9 milhões comprometidos. Juntas, essas iniciativas beneficiaram mais de 6,5 mil famílias; conservaram 1,9 milhão de hectares sob manejo melhorado/recuperado; apoiaram 31 bolsas de pesquisas, fortaleceram 11 cadeias produtivas e destravaram R$3,2 milhões em crédito para negócios da bioeconomia. Saiba mais: www.fundojbsamazonia.org.

MS sediará maior congresso de medicina de emergência do Brasil

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Foto: Divulgação

Mato Grosso do Sul foi escolhido para sediar a 9ª edição do CBMEDE (Congresso Brasileiro de Medicina de Emergência), realizado pela ABRAMEDE (Associação Brasileira de Medicina de Emergência). Maior encontro do segmento no país, são esperados centenas de profissionais e acadêmicos vindos de todas as regiões do Brasil e de países vizinhos.

Médicos, enfermeiros, técnicos, fisioterapeutas, nutricionistas, psicólogos, assistentes sociais, entre outros profissionais, são convidados para fazer parte do CBMEDE 2024, cujo tema será “Fortalecimento da Medicina de Emergência com Integração e Interiorização”.

A escolha por Mato Grosso do Sul se deu pela sua posição geográfica estratégica, estando posicionado no coração da América Latina.

Outras edições já ocorreram em São Paulo, Rio Grande do Sul, Ceará e Santa Catarina.

MS sediará maior congresso de medicina de emergência do Brasil
Divulgação

Para o presidente da ABRAMEDE-MS, Dr. Antônio Pedro Lucas Bittencourt, o CBMEDE 2024 tem como objetivo fomentar o aprimoramento profissional e da valorização do segmento, além de oportunizar conexões importante entre quem já atua nas unidades hospitalares e quem se prepara nas universidades para um dia ocupar esses espaços.

“Está sendo gratificante trazer para o nosso estado esta edição, a primeira após superarmos o estado de pandemia da Covid-19. O MS é um importante polo de desenvolvimento da saúde de emergência, contando com vários hospitais de média e alta complexidade, duas residências médicas em emergência e diversos cursos de medicina, enfermagem, além de outras áreas da nossa multidisciplinaridade”, comenta.

Para o vice-presidente da regional sul-mato-grossense, Rodrigo Quadros, médico e coordenador da residência em Medicina de Emergência da Santa Casa de Campo Grande, a realização do evento no Mato Grosso do Sul demonstra o reconhecimento da ABRAMEDE nacional para os resultados do segmento no estado e suas contribuições para o desenvolvimento da especialidade no Brasil.

“Ter o maior evento do nosso segmento acontecendo aqui é para nós um indicador de que a ABRAMEDE valoriza e reconhece os nossos esforços para contribuir com o aprimoramento e fortalecimento da emergência no Brasil. Estamos elevando a qualidade da Medicina de Emergência a partir da busca por resultados que tornam o cuidado ao paciente mais integrado e especializado, além de valorizar a equipe multidisciplinar que compõe as áreas de emergência”, destacou Rodrigo.

A programação prevê mais de 80 horas de conteúdo, que inclui palestras nacionais e internacionais, mesas redondas, simpósios satélites e apresentações de trabalhos científicas.

O CBMEDE 2024 acontecerá entre os dias 24 e 28 de setembro, no Centro de Convenções Arquiteto Rubens Gil de Camillo, em Campo Grande.

As inscrições para o evento estão disponíveis no site oficial (www.cbmede2024.com.br).

Assessoria de Comunicação/Brivor Comunicação Estratégica

PRF recupera cinco veículos roubados em Bataguassu e Nova Casa Verde

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Foto: PRF

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) recuperou cinco veículos com ocorrência de roubo/furto na região de Bataguassu e Nova Casa Verde.

Conforme divulgado pelo site Cenário MS, as apreensões e prisões iniciaram no sábado (13), por volta das 9h15, em Bataguassu, quando foi recuperado um Hyundai Creta com ocorrência de roubo na cidade de São Paulo (SP), ocorrido em abril deste ano. O condutor foi preso e encaminhado à Polícia Civil local juntamente com o veículo.

Mais tarde, por volta das 16h40, também em Bataguassu, foi recuperado um VW Polo Track com ocorrência de roubo na cidade de São Paulo (SP), em março. O condutor foi preso e encaminhado à Polícia Civil local com o veículo.

No domingo (14), por volta das 18h20, no Distrito de Nova Casa Verde, município de Nova Andradina, foi recuperado um Chevrolet Prisma com ocorrência de roubo na cidade do Rio de Janeiro (RJ), em fevereiro deste ano. A condutora e a passageira foram presas e encaminhadas à Polícia Civil de Nova Andradina com o veículo.

Na segunda-feira (16), por volta das 03h25, no Distrito de Nova Casa Verde, foi recuperado um Hyundai HB20 com ocorrência de roubo na cidade de São Caetano do Sul (SP) em março. O condutor foi preso e encaminhado à Polícia Civil de Nova Andradina com o veículo.

Logo em seguida, por volta das 05h25, outro Hyundai HB20 com ocorrência de roubo na cidade de São Paulo (SP), também em março, foi recuperado. O condutor foi preso e encaminhado à Polícia Civil de Nova Andradina com o veículo.

Startup recebe apoio da Fundect e inova com diagnóstico rápido de leishmaniose

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Foto: Larissa Adami

Criar um kit diagnóstico para detecção do Leishmania ssp., protozoário causador da leishmaniose visceral canina, sem a necessidade de equipamentos complexos, com resultado expresso em menos de uma hora e preço mais acessível. Este é o desafio abraçado pela startup LAMPlab, que vem trabalhando na inovação com apoio da Fundect (Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia do Estado de Mato Grosso do Sul).

Vinculada ao Governo de Mato Grosso do Sul, através da Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc), a Fundect é a responsável pelo programa Centelha, no qual a pesquisa e trabalho desenvolvido em busca do rápido diagnóstico da leishmaniose está inserido.

Endêmica no Brasil, a leishmaniose é uma zoonose transmitida pela picada de vetores, como o flebotomíneo, conhecido como mosquito-palha. Os cães infectados exercem papel importante na transmissão, já que servem como reservatório da doença e contribuem para a transmissão em humanos.

Por isso, o exame é de extrema importância para sua detecção, mesmo antes do aparecimento dos sintomas clínicos nos animais. O diagnóstico precoce permite melhor tratamento e controle da doença, evitando sua propagação.

Baseado na técnica LAMP (sigla para Amplificação Isotérmica Mediada por Loop) que detecta o material genético do patógeno, o teste começou a ser desenvolvido pela biotecnologista Caroline Paes, durante pesquisa de doutorado, no Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia da Universidade Católica Dom Bosco (UCDB). 

A criadora da startup conta que o principal desafio foi encontrar uma região no DNA do Leishmania ssp. que fosse conservada em todos os indivíduos.

“A partir daí, desenhamos em laboratório algumas moléculas que reconhecem essas regiões e direcionam para encontrar o DNA do patógeno. Depois do reconhecimento ocorre o processo de amplificação, onde milhares de cópias do DNA alvo serão geradas. Na presença do produto de amplificação, o reagente colorimétrico muda de cor. Se a amostra for positiva o tubo vai ficar verde fluorescente e, se negativa, continua laranja”, detalha Paes.

Com a técnica LAMP o tempo de espera pelo resultado reduz de 3 dias para aproximadamente 1 hora e o custo é 50% menor em comparação aos métodos de diagnósticos moleculares convencionais.

Além disso, a empresa busca utilizar quase todos os insumos de fornecedores nacionais para reduzir ainda mais o preço, o prazo de entrega e a dependência de importação. O kit diagnóstico, produto final da startup, conterá tubos com os reagentes e um manual de instruções. 

“A principal vantagem é que é simples e de fácil leitura. O médico veterinário poderá fazer o exame no próprio local de atendimento, sem necessidade de enviar ao laboratório. Também pensamos no bem-estar do animal, por isso utilizamos o sangue como material biológico, uma coleta menos invasiva. Tudo isso contribui para democratizar o acesso ao diagnóstico”, reforça Caroline Paes.

Para a realização do teste será necessário apenas um equipamento que possa manter a temperatura constante de 65°C por 30 minutos, como um banho seco ou banho-maria, por exemplo. 

Inicialmente os kits deverão ser mantidos em gelo para transporte e armazenando em -20ºC, mas futuramente a startup pretende oferecer a versão liofilizada. O produto desidratado poderá ser preservado e armazenado sem a necessidade de baixa temperatura, bastando acrescentar água para que ele volte a ter todas suas características intocadas.

Segundo a pesquisadora, o diagnóstico já foi padronizado, com tempos de reação e temperatura determinados, e passa agora pela etapa de validação, que consiste em testar um grande número de amostras clínicas de cães.

“Este processo é fundamental para avaliar o desempenho do teste e determinar parâmetros de sensibilidade e especificidade do ensaio. A expectativa é finalizar este processo até o primeiro semestre de 2025 e submeter aos trâmites de aprovação pelos órgão competentes para aprovação e comercialização”, ressalta. 

Empreendedorismo

A possibilidade de transformar a pesquisa em produto veio com a subvenção de R$ 85 mil do Programa Centelha (Chamada FUNDECT/FINEP 16/2021), desenvolvido pela Fundect em parceria com a Finep (Financiadora de Estudos e Projetos) e CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico).

“A Leishmaniose é uma doença endêmica em 76 países e muito presente em nossa realidade, principalmente em Campo Grande. Investir no diagnóstico proposto pela startup é uma das formas que a Fundect encontrou para apoiar as políticas públicas de saúde do Estado. É um exemplo de como ciência e empreendedorismo inovador conectam-se em favor de soluções para a sociedade. A cada projeto inovador fomentado com recursos da Fundação, estamos solucionando um problema para a sociedade, preservando vidas e melhorando o bem-estar da população”, destaca Márcio Pereira, diretor-presidente da Fundect.

“Transformar um projeto de pesquisa científica em produto tecnológico e empreendedor foi uma grande virada de chave na minha vida. O edital do Centelha chegou no momento certo, porque já estávamos desenvolvendo um diagnóstico e o apoio da Fundect nos possibilitou transformá-lo diretamente em um produto”, destaca Caroline Paes.

A LAMPlab também recebe apoio do Programa de Pós-graduação em Biotecnologia e da agência S-inova, da UCDB, e da Startup Sesi/ Fiems no processo de aceleração.  Recentemente foi uma das 200 selecionadas, entre 800 concorrentes, para participar do InovAtiva, uma importante plataforma de apoio às startups e à inovação empreendedora no Brasil.  

Além de Caroline Paes, participam do projeto a professora Dra. Carina Elisei de Oliveira, orientadora de doutorado da Caroline e líder do grupo de pesquisa em biotecnologia aplicada ao desenvolvimento de diagnósticos, a professora Dra. Alinne Pereira de Castro, doutora em Biologia Molecular e professor Filipe Martins, doutor em Ciências Ambientais e Sustentabilidade Agropecuária.

Centelha

O Programa Centelha tem o objetivo de estimular a criação de empreendimentos inovadores e disseminar a cultura empreendedora no Brasil. Aos projetos selecionados, o Programa oferece capacitações, recursos financeiros e outros tipos de suporte, a fim de impulsionar a transformação de ideias em negócios de sucesso.

Gerenciado em Mato Grosso do Sul pela Fundect  (Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia do Estado de Mato Grosso do Sul), o programa é uma iniciativa promovida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (CONFAP) e a Fundação CERTI.

O programa já está na sua segunda edição no Estado e já garantiu R$ 6,4 milhões de recursos e apoiando mais de 70 startups.

Maristela Cantadori, Comunicação Fundect

Acidente na BR-163 deixa dois feridos; um dos motoristas é arremessado do veículo

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Foto: Alvorada Informa

Um homem de 48 anos foi arremessado para fora do guincho que dirigia após colidir com uma Toyota Hilux SW4 na BR-163, na tarde da última terça-feira (16). O motorista da caminhonete também ficou ferido.

Segundo informações do site Alvorada Informa, o condutor da SW4 invadiu a pista contrária e colidiu com o guincho por volta das 14h. O acidente aconteceu em meio a uma forte chuva.

Com o impacto da colisão, o motorista do guincho foi arremessado para fora da cabine, enquanto o condutor da caminhonete ficou preso entre as ferragens. Equipes do Corpo de Bombeiros e da concessionária CCR MSVia prestaram socorro às vítimas.

Conforme o site Cenário MS, apesar da gravidade do acidente, os feridos não sofreram lesões graves e foram encaminhados para o Hospital Municipal Francisco Ortega.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) esteve presente no local e investiga as causas do acidente.

Imasul convoca proprietários de imóveis no Pantanal com processos em andamento para adequação à nova lei

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Foto: Divulgação/Comunicação Imasul

O Imasul (Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul) convoca todos os proprietários de imóveis localizados na Área de Uso Restrito do Pantanal (AUR-Pantanal) e que possuam processos de licenciamento ambiental em tramitação, para procederem aos ajustes determinados pela Lei do Pantanal nos referidos Cadastros Ambientais Rurais (CAR), no prazo de 180 dias.

Esse prazo está valendo desde a publicação do Edital de Convocação no Diário Oficial do Estado, que aconteceu no dia 9 de abril. “Se o proprietário não fizer os ajustes necessários no CAR, o processo de licenciamento é automaticamente extinto”, explicou o diretor presidente do Imasul, André Borges.

Os proprietários ou seus representantes devem acessar o sistema do Imasul e carregar as informações necessárias, exigidas pela Lei do Pantanal, para só então seus processos de licenciamento terem seguimento junto ao órgão ambiental.

Essa providência é necessária porque, conforme esclareceu Borges, a Lei do Pantanal (Lei 6.160 de 18 de dezembro de 2023) descreve uma série de novos pontos sensíveis na paisagem pantaneira como os capões, cordinheiras, landis; também as salinas, as veredas e os meandros abandonados (espécies de ilhas por onde passavam rios e que, com a mudança de curso, ficaram cercadas por água).

Todas essas formações geográficas passam a ser protegidas, inclusive em seu entorno, e precisam ser identificadas no Cadastro Ambiental Rural das propriedades.

Anexo ao Edital de Notificação foi publicada a lista de 158 processos de licenciamento ambiental em andamento no Imasul, que são afetados pela medida.

Além desses nomes, os requerentes com propriedades no Pantanal que têm processo em tramitação e não constam na listagem, devem protocolar requerimento no Imasul solicitando a abertura do sistema para proceder aos ajustes necessários nos respectivos Cadastros Ambientais Rurais.

Comunicação Imasul

Vida dedicada aos filhos colocou Jeniffer e outras mães de MS em programa do Governo que apoia quem cuida

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Foto: Monique Alves

O que para muitas pessoas poderia significar o fim, para Jeniffer Gonçalves foi o começo de uma trajetória de muitas lutas, mas também de muito amor. É assim que a mãe de 30 anos, moradora de Amambai, vê sua trajetória com o pequeno Davi Moraes, 5 anos, com paralisia permanente devido a problemas na hora de seu nascimento. Impossibilitada de trabalhar, Jeniffer conta com R$ 900 do Governo do Estado para suas despesas mensais.

Em um cômodo, nos fundos da casa de sua mãe, conquistado por meio de doações, Jeniffer passa seus dias ao lado do pequeno Davi. Ela já morou 1 ano e seis meses em um hospital de Dourados, e com o apoio do Cuidar de Quem Cuida, agora consegue seguir com a vida de sua família com menos dificuldades

“Esse auxílio do Cuidar de Quem Cuida veio num momento muito bom. O Davi só recebe o benefício dele e fora isso não tinha nada. Ele serviu demais. Dá para pagar consultas, farmácia, despesas em casa, então foi uma ajuda e tanto”, comemora.

Mãe solo, Jeniffer relembra seus momentos difíceis ao lado de seu filho. “Já passei por muita luta até chegar aqui. Com vaquinha e doações. Graças a Deus por esse benefício. Se não fosse isso teria que contar só com a ajuda dos próximos”, revela.

Equipe do Cras (Centro de Referência de Assistência Social) de Amambai e da Superintendência do Programa Mais Social orientaram Jennifer sobre o Cuidar, e como se inscrever. “Eu falo assim, por experiência própria, a gente que trabalhava e agora não pode, isso é uma ajuda muito importante. É uma mão que não sei como posso retribuir no nosso dia a dia”.

Nos seus poucos mais de 20 metros quadrados, o cômodo erguido também abriga o espaço do Davi. Com uma série de aparelhos elétricos, que mantém a sua vida, ar condicionado e uma TV, que o distrai durante o dia, o custo com energia elétrica é uma preocupação a menos para Jeniffer, já que a conta vem zerada, todo mês, paga pelo Governo por meio do programa Energia Social: Conta de Luz Zero.

Jeniffer tem esperança sobre o futuro. “Eu acredito que num futuro eu consiga trabalhar, e um dia quando conseguir, espero que esse benefício que hoje me ajuda, ajude também outras pessoas. Tem muita gente que precisa”.

“O pai dela não aguentou a rotina e abandonou a gente”, conta Roseli de Ponta Porã.

Vida dedicada aos filhos colocou Jeniffer e outras mães de MS em programa do Governo que apoia quem cuida
Roseli Henrique de Oliveira. (Foto: Monique Alves)

Aos 19 anos, Débora Oliveira, é cuidada por sua mãe, Roseli Henrique de Oliveira, 51 anos. A jovem com paralisia cerebral também depende de cuidados permanentes.

“Quando eu descobri o problema dela, minha filha tinha 2 anos. Ela teve uma crise convulsiva. Ela era uma menina normal. Eu não esperava, mas depois o tempo foi passando e a gente trabalhando em cima dessa realidade. Só que eu não aceitava. Vim aceitar depois que ela tinha uns seis, sete anos. E fomos acostumando, levando e tocando o barco”, revela Roseli.

Sobre o Cuidar de Quem Cuida, Roseli é enfática. “Esses R$ 900 são uma grande ajuda. Eu pago transporte dela. Pago umas contas, porque eu não posso trabalhar. Pago um gás. Compro alimentação e medicação”.

Por quase duas décadas, Roseli fala como tem sido seu dia a dia com a filha. “Sempre cuidei só dela. Não tinha como sair para trabalhar. É uma coisa que não sei como explicar, mas não é fácil. Uma dedicação da minha vida para ela, mas que vale a pena, e é gratificante. Eu não sei como seria minha vida sem minha filha. Já acostumei minha vida com ela”.

Quanto ao abandono do pai de sua filha, Roseli conta que ele não aguentou a rotina e as abandonou. “Faz seis anos isso. Ele simplesmente falou que ele não estava aproveitando a vida dele, que era muito jovem. Arrumou as coisas dele e saiu”.

Mesmo diante de todos os obstáculos da vida, Roseli revela o sentimento de gratidão por ser beneficiária do Cuidar. “É um olhar muito bom para as pessoas. O que o Governo fez chegou em boa hora”.

Cuidar pelo MS

Já são 402 cuidadores recebendo os R$ 900 do Governo do Estado. Na última semana, na Capital, mais de 600 potenciais beneficiários foram visitados, o que deve elevar o número de pessoas atendidas nos próximos meses. Além das mães, outros vínculos entre cuidador e cuidado também são aceitos pelo programa.

Informações da coordenação do programa esclarecem que o benefício tem como público principal os cuidadores de pessoas com dependência grau 2 e 3. Grau de dependência nível 2 se aplica para pessoas com dependência em até três atividades de autocuidado para a vida diária, tais como: alimentação, mobilidade, higiene, sem comprometimento cognitivo ou com alteração cognitiva controlada.

O grau de dependência nível 3 abrange pessoas com deficiência que requeiram assistência em todas as atividades de autocuidado para a vida diária e ou com comprometimento cognitivo.

No link https://www.sead.ms.gov.br/programa-cuidar-de-quem-cuida/ é possível realizar uma pré-inscrição no programa. Com esses dados em mãos, a Sead realiza visitas, como as que ocorrem essa semana, antes da possível concessão do benefício. O telefone (67) 3314-4842 também está à disposição para eventuais esclarecimentos.

Na dinâmica do Cuidar, a Sead (Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humanos), secretaria que gerencia o programa, levanta dados a partir do CadÚnico e direciona as visitas para as equipes de campo.

Para a titular da Sead, Patrícia Cozzolino, esses retratos da sociedade, com mães dedicando suas vidas, por si só já explicam a necessidade da implantação do Cuidar de Quem Cuida. “É um programa necessário e vai ao encontro de pessoas que precisam, que se acham em vulnerabilidade social. É um olhar do Governo do Estado que mostra que estamos cuidando de nossa população, em todos os aspectos, avançando em Mato Grosso do Sul tanto economicamente, como na área social. Estamos realmente avançando sem deixar ninguém para trás”, finaliza.

Leomar Alves Rosa, comunicação Sead

Variação do tempo marca a quarta-feira e segue com possibilidade de chuvas

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Os sul-mato-grossenses devem ficar atentos às condições climáticas para esta quarta-feira (17), com previsão de variação de nebulosidade e possíveis pancadas de chuva em algumas regiões do Estado. A frente fria que avança pelo sul traz consigo uma massa de ar mais frio, resultando em mudanças significativas.

Segundo o Cemtec (Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima), na região sul do Estado o dia será predominantemente ensolarado, com poucas nuvens no céu. No entanto, nas demais áreas do estado, incluindo a região sudeste, existe a possibilidade de ocorrência de pancadas de chuva e até mesmo tempestades ao longo do dia.

As temperaturas mínimas para quarta-feira variam entre 13°C e 17°C nas regiões sul e sudeste, podendo alcançar valores ainda mais baixos em pontos isolados, especialmente no sul do Estado. Já as máximas estão previstas entre 25°C e 29°C nessas mesmas regiões. No sudoeste e na região pantaneira, as mínimas devem oscilar entre 19°C e 23°C, com máximas entre 27°C e 31°C.

Variação do tempo marca a quarta-feira e segue com possibilidade de chuvas

Para as regiões norte e Bolsão, as temperaturas mínimas esperadas estão entre 22°C e 24°C, com máximas atingindo até 30°C e 32°C, respectivamente. Na capital, Campo Grande, a mínima deve ficar em 17°C, com máxima em 29°C.

Os ventos predominantes serão do quadrante sul, com velocidades entre 30 km/h e 50 km/h, podendo ocorrer rajadas mais intensas em algumas áreas. Diante dessas condições, é importante que a população esteja preparada para possíveis variações climáticas ao longo do dia e tome as precauções necessárias.

Comunicação Governo de MS
Foto: Edna Ojeda

MUDANÇA DE DATA – Devido problemas técnicos, ação de coleta de lixo eletrônico será nos dias 18 e 19 de abril

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Foto: Divulgação/Prefeitura de Três Lagoas

A Caravana de lixo eletrônico que estaria na Feira Central Turística a partir desta quarta-feira, 17 de abril, teve que mudar de data devido problemas mecânicos com o caminhão de coleta. Deste modo a ação acontecerá nos dias 18 e 19 de abril, no mesmo horário, das 8h às 18h. O evento é uma grande oportunidade para descartar corretamente aqueles eletrônicos e eletrodomésticos estragados que não têm conserto ou serventia.

A ação é produzida pela ONG Recytec com parceria da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Agronegócio (SEMEA), visando incentivar a população a descartar esses materiais de forma correta, protegendo a natureza, pois esses lixos, uma vez em contato com a natureza, causam grande degradação ambiental.

Lembrando que a coleta é gratuita. A Empresa estará com caminhões estacionados para receber os seguintes materiais: CPUs; TVs e monitores de tubo; placas mãe; notebooks; TVs LCD; nobreaks; impressoras; celulares; telefones/faxes; mouses; teclados; cabos de rede; micro-ondas; fornos elétricos; bebedouros; máquinas de lavar; tanquinhos; rádios; DVDs e home theaters; geladeiras; fogões; ar condicionado; ventiladores; reatores; transformadores; motores; aparelhos e caixas de som; raios-x e aquecedores.

Procon/MS participa do Festival da Cultura Kadiweu com orientação aos consumidores

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Foto: Bruno Rezende

O 1º Festival da Cultura Kadiweu terá a participação, na quarta-feira (17), do Procon/MS (Secretaria-Executiva de Orientação e Defesa do Consumidor), instituição vinculada à Sead (Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humanos).

Na Aldeia Campina, localizada na região de Bodoquena, a comunidade indígena celebra suas tradições e cultura com exposição de fotografias, mostra de comidas típicas, cinema infantil, exposição de grafismos, pintura facial e dança típica do povo Kadiweu. Equipe do Procon/MS estará presente no evento das 8h às 16h.

“O convite da liderança local também nos permite lançar em conjunto a primeira etapa do projeto ‘Procon vai as Comunidades Quilombolas e aos Territórios Indígenas’, onde vamos levar nossos serviços de atendimento, orientação e defesa dos consumidores as pessoas que vivem nessas comunidades”, explica o secretário-executivo do Procon/MS, Angelo Motti.

A participação da instituição ocorre a convite do cacique Pedro Nunes e do subsecretário de Políticas Públicas para Povos Originários, Fernando da Silva Souza. Outras ações ainda estão sendo formatadas junto a subsecretaria para atendimento a outras comunidades no Estado.

Kleber Clajus, Comunicação Procon/MS

Água que não acaba mais: Em horas, Três Lagoas registra volume de chuva de um mês em uma noite

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Em apenas algumas horas da madrugada de segunda-feira choveu o esperado para um mês em Três Lagoas e vários bairros da cidade registraram alagamentos. Moradores dormiram e acordaram com residências alagadas em algumas regiões do município.

No Jardim Angélica, por exemplo, há muito tempo a região não registrava alagamentos, mas devido à quantidade de água que caiu, algumas residências ficaram alagadas, o que assustou os moradores.

O Perfil News percorreu as ruas de Três Lagoas para verificar os estragos causados pela chuva. Populares dos bairros Jardim Angélica e Colinos, mais precisamente, os moradores das ruas Bruno Garcia com Getúlio Marques foram dormir e quando acordaram com as casas completamente alagadas.

Vídeo: Rafael de Souza

O Jardim Alvorada é um dos bairros mais castigados pela chuva que caiu na madrugada de domingo. Considerada uma região baixa de Três Lagoas, os moradores também sofreram estragos causados por alagamentos.

Conforme o secretário de Infraestrutura de Três Lagoas, Osmar Dias, em uma noite choveu 120 milímetros. A quantidade é de água registrada seria para quase um mês, conforme o chefe da pasta.

Tentando prevenir os alagamentos, o prefeito Ângelo Guerreiro (PSDB), construiu ‘piscinões’ que são grandes valas para barrar a água, mas a quantidade de chuva tem sido tão grande nos últimos meses que eles acabam transbordando.

Os reservatórios de detenção, popularmente conhecidos como “piscinões”, são estruturas hidráulicas que têm como função retirar e acumular temporariamente um volume de água do sistema de drenagem, contribuindo para a redução dos impactos da urbanização sobre os processos hidrológicos de bacias urbanas, principalmente quando o sistema de drenagem já está prestes a saturar perante um evento chuvoso de maior magnitude. Tecnicamente essas estruturas são intituladas de reservatórios de detenção, mas com o tempo passaram a ser chamadas de “piscinões”.

Essa retirada de água temporária pelos reservatórios de detenção tem como principal função o amortecimento dos picos de cheias com consequente redução dos efeitos das inundações urbanas, além de eventual diminuição dos volumes de escoamento superficial (infiltração) e consequentemente da poluição difusa. O armazenamento de água se dá por um tempo relativamente curto e após os eventos chuvosos, os reservatórios são esvaziados por gravidade ou por sistemas de bombeamento.

“Nós tivemos uma noite complicada. Em uma noite choveu 120 milímetros. É uma quantidade equivalente para semanas e até a meses. Desde janeiro não para de chover, o que não oferece tempo para o nível de água dos piscinões abaixar. Em breve teremos as contratações das casas de máquinas e teremos esse apoio. Acreditamos que vai melhorar, pois o volume de água foi muito grande”, disse o secretário.

Água que não acaba mais: Em horas, Três Lagoas registra volume de chuva de um mês em uma noite
Foto: Ricardo Ojeda

Como já divulgado pelo Perfil News, Guerreiro tem feio várias obras de drenagem. No primeiro ano de mandato, o prefeito contratou uma equipe de topógrafos para realizar um estudo na cidade e os bairros mais impactados pelos alagamentos em Três Lagoas.

Após meses de estudos, mais uma equipe foi contratada para realizar um projeto de como acabar com as inundações da cidade. Após mais algum tempo até a proposta ficar pronta vem os valores e sucessivamente a busca de recursos para colocar o projeto em prática.

Com alguns recursos adquiridos, o Chefe do Executivo já começou algumas obras em Três Lagoas, mas devido aos trâmites burocráticos e com a chuva, algumas construções acabam atrasando.

Com mais de duas décadas de carreira e experiência, novo delegado-geral de MS é nomeado

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Foto: Arquivo PCMS

O Governo de Mato Grosso do Sul publicou no Diário Oficial desta terça-feira (16) a nomeação do novo delegado-geral da Polícia Civil, Lupérsio Degerone Lucio, que acumula mais de duas décadas de experiência na função de delegado, comandando delegacias de várias cidades. Atualmente, ocupava a direção do DPI (Departamento de Polícia do Interior).

Formado na turma do ano de 2000, Degerone é delegado desde abril daquele ano. Graduado em Direito pela PUC-PR (Pontifícia Universidade Católica do Paraná), é especialista em Direito Processual Penal desde 2005, pela Unaes.

Atual vice-presidente do interior da Adepol (Associação dos Delegados de Polícia), exerceu a função de investigador na polícia paranaense antes de ser aprovado em concurso público para o cargo de delegado de Polícia Civil em Mato Grosso do Sul.

Desde então, já atuou em várias regiões do Estado, como nos municípios de Aral Moreira, Amambai, Ponta Porã, Angélica, Ivinhema e Dourados – neste última também foi delegado regional entre 2015 e 2021, assumindo em seguida a direção do DPI, coordenando a Polícia Civil em 90% das cidades sul-mato-grossenses.

“Um grande desafio. Vamos buscar como metas a continuidade do processo de modernização da instituição, com o uso da tecnologia e da inteligência policial. Vamos robustecer a integração com as demais forças policiais e estreitar mais ainda a relação com o sistema de Justiça. E o mais importante: investir na capacitação e qualificação do nosso maior patrimônio, que é o nosso servidor, com visos a atingirmos a excelência no atendimento aos serviços ofertados pela Instituição, atingido os melhores índices no aspecto dos resultados”, declara Degerone.

Nyelder Rodrigues, Comunicação Governo de MS

Tecnofam 2024: com o apoio do Governo de MS, feira da agricultura familiar apresenta soluções e experiências

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Foto: Saul Schramm

Consolidada como a feira da agricultura familiar sul-mato-grossense, a Tecnofam é o maior evento do centro-sul do Brasil e um dos maiores nesta temática

Em sua quinta edição, a Tecnofam 2024 apresenta aos agricultores familiares o contato com soluções tecnológicas, entre hoje (16) e a próxima quinta-feira (18), no Parque de Exposições João Humberto de Carvalho, em Dourados. O governador Eduardo Riedel esteve presente na abertura do evento na manhã desta terça-feira e enfatizou que a agricultura familiar exerce papel fundamental na cadeia produtiva do campo.

“É uma feira já consolidada, quinta edição, que se propõe a colocar para o público produtor da agricultura familiar conhecimento e tecnologia dando coletividade ao segmento e com a participação de entidades em um ambiente fortalecido, seja de inovação, tecnologia e conhecimento. E vamos avançar em infraestrutura, melhoria nas estradas, e conectividade no campo”, garante.

O evento, prestigiado também pelo vice-governador José Carlos Barbosa (Barbosinha), secretários estaduais, municipais e vereadores, destaca nesta edição a sustentabilidade da produção agropecuária, apresentando alternativas tecnológicas e arranjos de sistemas de produção, assim como maquinários, implementos e equipamentos.

Promovido pela Embrapa Agropecuária Oeste, o evento é realizado em parceria com diversas instituições e conta com o apoio do Governo do Estado, por meio da Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia).

A diretora-executiva de Negócios da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Ana Margarida Castro Euler, ressaltou a colaboração do órgão no desempenho da produção alimentar nacional e na balança comercial de exportação.

“Se hoje o Brasil é um dos maiores exportadores com produtores de alimento do mundo, é porque a gente consegue trabalhar, de forma muito próxima, com os agricultores, e desenvolvendo novos produtos e nossas 14 mil tecnologias”.

Mato Grosso do Sul possui 70 mil famílias inseridas na agricultura familiar. O governo do Estado tem trabalhado para regularizar essa fonte de renda e dar oportunidade para que esses agricultores aumentem a produção com qualidade e sustentabilidade.

Segundo a Secretaria de Estado de Educação (SED), cerca de 40% dos alimentos da merenda escolar são provenientes da agricultura familiar.

A agricultura familiar no Brasil vem ganhando espaço a cada dia. A atividade beneficia as famílias que dependem dela para o sustento, assim como milhões de brasileiros que consomem diariamente seus produtos.

Por meio da Agraer, o Estado também investe na modernização das estruturas que atendem o homem do campo e oferece assistência técnica para a melhoria da produção e da competitividade de assentamentos, comunidades indígenas e quilombolas.

Em 2023, foram destinados R$ 4.9 milhões em veículos e equipamentos para estruturação dos escritórios da Agraer e fortalecimento da agricultura familiar em 18 municípios do Estado, com entrega em 2023 de 59 implementos agrícolas (carretas agrícolas, caminhões, rotoencanteradores e plantadeiras.

Além disso, foram alocados R$ 570 mil para a construção, reforma e ampliação de centrais para comercialização de produtos da agricultura familiar nos municípios de Nova Alvorada do Sul, Iguatemi, Rio Verde de Mato Grosso, Três Lagoas e Jaraguari.

E ainda por meio do Proacin (Programa de Apoio às Comunidades Indígenas) foram destinados (safra 2022/2023) R$ 9,2 milhões para 15 mil famílias para a aquisição de sementes, calcários, diesel e manutenção de máquinas e equipamentos agrícolas, estimulando formas alternativas de produção e geração de renda.

Governo MS na Tecnofam

O Governo do Estado está presente na Tecnofam 2024, com um estande da Semadesc/Agraer, onde serão realizadas oficinas práticas, palestras e orientações técnicas. A UEMS também se destaca entre os expositores da Feira.

Visita ao DOF

Ao desembarcar pela manhã em Dourados, o governador Riedel, acompanhado do secretário de Justiça, Antonio Carlos Videira, visitou as instalações da base do DOF (Departamento de Operações de Fronteira), no bairro Guaicurus.

Na unidade, o governador recebeu informações sobre as atividades da Base Coronel Adib Massad, comandada pelo coronel da PM, Wilmar Fernandes.

O DOF atua em 53 municípios do Estado, com a presença mais efetiva nos 730,8 km de fronteira seca, nos 1.514 quilômetros de fronteira com o Paraguai e com a Bolívia abrangendo, inclusive, uma extensa área rural. Fora isso, é o primeiro departamento especializado em fronteiras do Brasil.

Alexandre Gonzaga, Comunicação do Governo de MS

Novo processo seletivo abre 24 vagas para o Hospital Regional de MS

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Foto: Bruno Rezende

A Funsau (Fundação Serviços de Saúde de Mato Grosso do Sul) abriu nesta terça-feira (16) novo processo seletivo simplificado para a contratação de profissionais para atuação no HRMS (Hospital Regional de Mato Grosso do Sul).

Ao todo são ofertadas 24 vagas, sendo cinco para técnico em radiologia, oito para técnico em laboratório, oito para analista clínico e três para médico cardiologista hemodinamicista.

Poderá participar do processo seletivo todo profissional que possua os requisitos básicos e demais condições exigidas para o exercício da função, conforme especificado edital e as inscrições serão realizadas exclusivamente no período compreendido entre às 8 horas do dia 16 de abril às 17 horas do dia 23 de abril de 2024, pelo site www.concursos.ms.gov.br.

Os interessados podem conferir o edital no Diário Oficial do Estado desta terça, da página 103 a 119.

Joilson Francelino, Comunicação Funsau/HRMS

MS participa de encontro do Codesul para definir estratégias visando o desenvolvimento regional

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Foto: Segem

O Codesul realizou, na última segunda-feira (15), o seminário de avaliação dos dados da quarta etapa do planejamento estratégico do projeto Visão Regional 2040. O evento aconteceu em Florianópolis (SC), no auditório da sede do BRDE, das 13h30 às 17h, e contou com a participação de Mato Grosso do Sul, representado pelo secretário-executivo de Gestão Estratégica e Municipalismo, Thaner Nogueira, e pelo superintendente de orçamento da Secretaria de Estado de fazenda (Sefaz), Ricardo Velloso.

Voltado para os representantes da área de planejamento que integram o Codesul, o objetivo do encontro foi apresentar o diagnóstico regional para identificar as agendas que cada governo deve promover para melhorar a qualidade de vida e potencializar o desenvolvimento econômico dos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso do Sul.

Com este mapeamento, será construído o planejamento estratégico do projeto Revisão Regional, com metas estabelecidas para serem alcançadas até 2040.

Após a solenidade de abertura, que contou com a presença da vice-governadora de Santa Catarina, Marilisa Boehm, e diversos secretários de Estado, a Universidade do Vale dos Sinos (Unisinos), de São Leopoldo (RS) – responsável pela preparação dos estudos das áreas prioritárias – apresentou os dados apurados nesta quarta etapa do processo.

No total, 16 eixos foram compreendidos, abrangendo diversos temas como meio ambiente, população, comércio exterior, mercado de trabalho, educação, saúde, inovação, saneamento, agricultura, modais e portos, estrutura produtiva, crédito, energia, habitação e finanças públicas.

As informações foram recebidas e serão analisadas até 22 de abril pelas equipes de gestão estratégica e orçamento dos estados, para uma devolutiva à Unisinos para a finalização desta etapa do trabalho.

“Este trabalho será importantíssimo para contribuir com o nosso governador na honrosa missão de presidir o Codesul a partir do mês que vem. O Estado só tem a ganhar ao traçar estratégias em conjunto com os estados da região Sul, que em geral, possuem índices de desenvolvimento superiores à média nacional”, destacou o secretário-executivo Thaner Nogueira.

Já o superintendente de Orçamento, Ricardo Velloso, destacou que “as expectativas de desenvolvimento da região são muito positivas, mas toda essa potencialidade somente se consolidará com gestão, integração e muita disciplina na execução dos planos traçados”.

Participaram do encontro secretários das áreas de planejamento dos quatro estados do Codesul, assessoria técnica do Codesul, diretoria do BRDE, secretários de Planejamento da região Codesul, assessoria técnica das secretarias de Planejamento, superintendência de Planejamento do BRDE e a Universidade do Vale dos Sinos, de São Leopoldo, RS (Unisinos).

Sobre o Codesul:

O Conselho de Desenvolvimento e Integração Sul (CODESUL), formado pelos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso do Sul, tem o objetivo de fortalecer a região Sul do Brasil, trabalhando em conjunto para potencializar o desenvolvimento econômico e social, minimizar os desequilíbrios regionais e fomentar a integração dos estados-membros com o Mercosul.

Renata Brum, Comunicação Segem

Bicicletas em MS precisam ter número de série no documento fiscal a partir de hoje

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Foto: Campo Grande News

Entra em vigor nesta terça-feira (16) a Lei nº 6.218, que torna obrigatório o registro do número de série da bicicleta no documento fiscal na hora da venda em Mato Grosso do Sul.

A medida visa aumentar a segurança e facilitar a identificação de bicicletas roubadas ou furtadas.

A partir de agora, os estabelecimentos comerciais que vendem bicicletas no estado são obrigados a registrar o número de série da bicicleta no documento fiscal emitido ao consumidor. Esse documento servirá como comprovante formal de propriedade do produto.

Como funciona?

Ao comprar uma bicicleta, o consumidor deve exigir que o número de série seja registrado no documento fiscal. Esse documento servirá como comprovante de propriedade da bicicleta e poderá ser utilizado para registrar a ocorrência de roubo ou furto junto à polícia.

Segundo o site Campo Grande News, todas as bicicletas saem de fábrica com um número de série registrado no quadro, equivalente ao “chassi” de um veículo. Esse número é único e pode ser utilizado para identificar a bicicleta em caso de roubo ou furto.

Polícia indicia mulher por denúncia caluniosa e mentir sobre ameaça do ex-marido em MS

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Foto: Midiamax

Uma mulher de 40 anos foi indiciada por denunciação caluniosa após mentir para a polícia sobre ter sido ameaçada pelo ex-marido armado. O caso aconteceu em Novo Horizonte do Sul.

No dia 7 de abril, a mulher procurou a delegacia e registrou um boletim de ocorrência por injúria e ameaça contra seu ex-marido.

Ela alegou ter sido ameaçada por ele com uma arma de fogo e, inclusive, solicitou medidas protetivas de urgência. A Justiça acatou o pedido e determinou o afastamento do ex-marido da residência da mulher.

Ao saber da medida protetiva, a mulher retornou à delegacia, desta vez alegando que o ex-marido havia ido até sua casa com uma arma de fogo. A polícia, no entanto, investigou o caso e descobriu que o homem estava em outro local no dia e horário dos fatos narrados pela mulher. A investigação também comprovou que o ex-marido não possuía nenhuma arma de fogo.

Diante das provas, segundo o site Midiamax, a mulher foi indiciada pelo crime de denunciação caluniosa, que prevê pena de reclusão de 2 a 8 anos. A falsa acusação da mulher gerou transtornos para o ex-marido, que teve que se afastar de sua casa e responder a um processo judicial indevido.

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