28/04/2003 17h09 – Atualizado em 28/04/2003 17h09
A decisão do STJ (Superior Tribunal de Justiça) que determinou à Companhia Brasileira de Distribuição, que fixe etiquetas de preços em seus produtos animou os consumidores em Campo Grande. A companhia, que pertence ao Grupo Pão de Açúcar e, que em Campo Grande é representada pelo Hipermercado Extra, perdeu um recurso no supremo após apelar de uma decisão do Judiciário de Minas Gerais. “Acho boa decisões como esta porque ajudam o cliente a ter agilidade e mais condições de comparar preços. Fica difícil fazer isso através das máquinas que mostram o preço”, revela o funcionário público, Jânio Fraga. Ele explicou que já teve, mais de uma vez, problemas com a diferença de preço entre a gôndola e a máquina registradora. “Eu comprava por um valor, mas quando ia ver estava outro no comprovante. O mercado estornava, mas é um transtorno. Houve vezes em que precisou ser compensado em outro produto”, ressaltou.
A mesma opinião tem a funcionária pública Margarida Barros, que não gosta de ter que verificar o preço nas máquinas que fornecem preço sempre que tem dúvida sobre um valor. “Para mim, todos os supermercados devem voltar a exibir o preço cobrado em etiquetas. Facilita muito para o cliente”, diz. O estudante Marcelo Oliveira da Silva, que os clientes precisam instrumentos para comparar preços e, a gôndola dificulta muito esse processo. “Às vezes você não consegue saber se pode economizar em um mesmo produto”, explica, ressaltando a diversidade de marcas.




