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sábado, 20 de junho de 2026

Dólar abre em baixa de 0,27%, cotado a R$ 2,857

13/05/2003 09h07 – Atualizado em 13/05/2003 09h07

O dólar comercial abriu em baixa de 0,27%, cotado a R$ 2,847 na compra e R$ 2,857 na venda. Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o dólar para liquidação em junho está em R$ 2,886, com recuo de 0,48%. O destaque da manhã é a inflação, que dá sinais consistentes de desaceleração, segundo dois importantes índices divulgados entre ontem e hoje. Com isso, cresce a expectativa de corte nos juros básicos da economia.

A primeira prévia do IGP-M de maio apontou taxa de apenas 0,01% e a FGV, que calcula o índice, admite deflação no fechamento do mês. No mesmo sentido, o IPC-Fipe apontou alta de 0,40% na primeira quadrissemana de maio, contra 0,57% do fechamento de abril. Os dois índices ficaram dentro das previsões, que já eram otimistas, mas reforçam as apostas numa queda rápida dos juros básicos da economia.

O mercado de juros futuros vem ajustando as projeções das taxas para cima nos últimos dias, depois que diretores do Banco Central (BC) sinalizaram que os juros poderiam não cair tão rápido. Com os números novos, no entanto, as projeções voltam a cair com força. Nos negócios na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o Depósito Interfinanceiro (DI) de outubro deste ano, um dos mais negociados, está em 25,50% ao ano, com recuo de 1,40%.

Outro destaque nesta terça-feira é o C-Bond, que bate recordes sucessivos. O principal título da dívida externa brasileira é a vedete entre os ativos do país e continua a atrair capital estrangeiro. Nesta manhã, o papel sobe 0,41%, cotado a 91,625% do seu valor de face.

Assim como o C-Bond, o câmbio vem garantindo uma seqüência de bons resultados. O dólar caiu nas últimas cinco sessões consecutivas e não parece dar sinais de recuperação. Apesar das sucessivas quedas, os analistas acreditam que o dólar já está na fase do document.write Chr(39)document.write Chr(39)ajuste finodocument.write Chr(39)document.write Chr(39), quando não há muito espaço para oscilações expressivas. Essa também seria a situação do C-Bond, que chega perto dos 100% do seu valor de face.

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