26/07/2006 11h24 – Atualizado em 26/07/2006 11h24
Terra
O atacante Carlos Tevez, do Corinthians, se reuniu na terça-feira com representantes de torcidas organizadas do time para selar uma trégua com os fãs corintianos , cuja relação ficou estremecida pela primeira vez após o empte por 2 a 2 contra o Fortaleza, no Morumbi, no sábado passado. Na ocasião, o atacante argentino chegou a ameaçar deixar o time, caso fosse chamado de “mercenário” pela torcida – porém, seu empresário Adrian Ruocco garantiu, após o encontro, que Tevez permanece “jogando e se esforçando” pelo Corinthians. Após marcar o gol de empate no último fim de semana, o jogador fez sinal para torcida, que protestava contra o mau momento da equipe, se calar. Na saída do estádio, torcedores chegaram a chutar e amassar o carro do atleta. De acordo com o jornal O Estado de S.Paulo, a reunião foi realizada ontem à noite, no estacionamento do Parque São Jorge, com o intermédio direto de Ruocco, e durou cerca de 15 minutos. Tevez explicou a dois integrantes da Gaviões da Fiel e outros dois da Camisa 12, torcidas organizadas do cluibe, o motivo do gesto. Segundo a assessoria da Gaviões, Tevez afirmou que o ato de colocar o dedo sobre os lábios após o gol foi feito com a cabeça quente, com a intenção de defender seus companheiros das críticas e cobranças. “Ele nos disse que estava de cabeça quente com o momento do Corinthians e que fez aquilo para defender os companheiros”, afirmou a Gaviões, deixando claro que a torcida aceitou as explicações e selou a paz com o craque.







