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sexta-feira, 19 de junho de 2026

Tetila e Zeca assinam liberação de recursos para HU de Dourados

09/05/2003 15h02 – Atualizado em 09/05/2003 15h02

O prefeito Laerte Tetila garantiu a liberação de um milhão e seiscentos mil reais para o Hospital Universitário (HU) de Dourados. O repasse será feito pelo Governo do Estado e teve a participação direta do governador Zeca do PT. O dinheiro será utilizado para preparar a ativação dos primeiros 50 leitos para internamento o que, por sua vez, é um passo decisivo para a realização das primeiras cirurgias de média e baixa complexidade no hospital.

Tetila agradeceu o empenho do governador Zeca do PT para liberação dos recursos. De acordo com a secretária de Saúde interina de Dourados Maria de Fátima Metelaro, o governador fez gestão para que fosse acrescido R$ 50 mil ao convênio inicial de R$ 150 mil. Com o compromisso do governador, os repasses mensais para o HU totalizaram até o final do ano R$ 1,6 milhão.

Os recursos obtidos pelo prefeito Tetila serão utilizados na aquisição de aparelhos cirúrgicos, medicamentos e no custeio do hospital. Segundo a secretária, a compra de mais aparelhos e a garantia de conservação dos equipamentos de exames são vitais para que os 50 leitos sejam abertos e para que o HU possa entrar na etapa de execução de procedimentos mais avançados, como os de cirurgias de média e baixa complexidade.

O prefeito disse que a cada dia “a população de Dourados vê se materializar o que era só um sonho antigo”, ressaltando que, “a despeito de todas as dificuldades e barreiras que estamos enfrentando desde o começo da nossa luta para concluir, equipar e ativar o Hospital Universitário, ele, hoje, é uma realidade onde centenas e centenas de pacientes já foram atendidos no ambulatório, outras centenas de micro-cirurgias já foram realizadas e que, dentro de muito pouco tempo, pacientes poderão ser internados para receberem os cuidados necessários”.

Maria de Fátima explica que os 50 leitos a serem abertos no HU servirão, primeiro, para atender a internamentos de pacientes em crise de “hipertensão, diabetes ou desidratação, por exemplo; enfim, pacientes que necessitem de vigilância hospitalar”. Em um momento seguinte, os leitos também receberão pacientes submetidos a cirurgias de média e baixa complexidade.

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