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Delcídio diz que o Senado vai alterar o Projeto de Reforma Tributária

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29/09/2003 14h08 – Atualizado em 29/09/2003 14h08

O Senador Delcídio do Amaral (PT/MS) afirmou nesta segunda-feira em Campo Grande que o projeto de Reforma Tributária sofrerá profundas modificações quando tramitar no Senado. Em entrevista concedida ao Programa Hora Extra, da Rádio FM Educativa, Delcídio disse que os parlamentares sul-mato-grossenses estão atentos e vão trabalhar em conjunto para evitar perdas na arrecadação do estado.

“Eu não tenho a menor dúvida de que, do jeito que está, a reforma tributária não vai ser aprovada no Senado. O texto que saiu da Câmara dos Deputados suscita muitas dúvidas, principalmente em relação à unificação das alíquotas do ICMS, a cobrança do tributo na origem ou no destino e as compensações que serão pagas aos estados pela isenção de impostos nas exportações. Tudo isso pode trazer muitos prejuízos para Mato Grosso do Sul e o Centro-Oeste e nós não vamos permitir que isso aconteça”, garantiu o senador.

Delcídio enumerou outros pontos que vão exigir um empenho grande da bancada de Mato Grosso Sul para evitar que o estado perca arrecadação.

Embora o governador Zeca do PT e a equipe do governo tenham garantido no texto inicial do projeto que o ICMS sobre o gás natural importado da Bolívia continuará sendo cobrado exclusivamente por Mato Grosso do Sul, a bancada de São Paulo já emitiu sinais de que vai lutar para reverter esse quadro e dividir a arrecadação com os demais estados por onde passa o gasoduto. Isso seria um desastre para nós porque os impostos sobre o gás natural representam hoje 15 % da nossa receita e a tendência é subir ainda mais com o aumento do transporte e do consumo do produto. Tenho conversado bastante com os senadores Juvêncio e Ramez e decidimos que vamos fazer o que for preciso para garantir essa conquista – frisou .

Outros pontos polêmicos citados por Delcídio são a redução de impostos sobre os produtos primários, o prazo de vigência dos incentivos fiscais e o aumento da carga tributária sobre máquinas e equipamentos agrícolas. Atualmente esses produtos são tributados com redução para 2,8%, 4,1% e 5,1% respectivamente, mas que, se depender do interesse dos estados que produzem esses bens, sofrerão aumento na alíquota.

Segundo o parlamentar sul-mato-grossense, o Senado vai aprovar até o final deste ano apenas os pontos mais urgentes da Reforma Tributária, como a continuidade da CPMF, a Desvinculação das Receitas da União e os novos critérios de distribuição dos recursos arrecadados com a CIDE (contribuição que incide sobre combustíveis).

“O restante, que tem provocado tanta polêmica entre empresários, as bancadas, a equipe econômica do Governo, prefeitos e governadores, vai ficar para o ano que vem” previu o senador.

Nesta terça-feira, Delcídio vai participar da reunião que acontece em Brasília dos governadores e as bancadas das regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste no Senado que, juntas, somam 60 dos 81 senadores e têm poder de influir decisivamente nos rumos da Reforma Tributária.

“No encontro vamos definir uma estratégia para garantir a aprovação de uma reforma justa, que corrija as distorções existentes hoje entre as diferentes regiões do Brasil e combata a concentração de riqueza no Sul e no Sudeste” finalizou.

CCBB promove, em outubro, ciclo de palestras para discutir conceito de fetiche

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29/09/2003 14h07 – Atualizado em 29/09/2003 14h07

A definição no dicionário Aurélio é sucinta. Por fetiche entende-se “objeto animado ou inanimado feito pelo homem ou produzido pela natureza, ao qual se atribui poder sobrenatural e se presta culto”. Na gênese da palavra está outra, envolta em mistério: feitiço. Ambas fazem parte da vida humana desde os séculos mais remotos. Os exemplos são muitos e remontam a épocas tão remotas quanto o Antigo Testamento – a adoração do bezerro de ouro pelos hebreus, por exemplo. No mundo contemporâneo, no entanto, a palavra fetiche alcançou outras esferas, para além do campo místico e religioso, chegando à moda, ao cinema, à psicanálise, à literatura, às artes plásticas. Com a realização de O Fetiche – Construção e Uso na Esfera da Cultura, um ciclo de palestras marcado para acontecer de 1º a 9 de outubro, o Centro Cultural Banco do Brasil em Brasília coloca todas essas acepções em discussão.

O evento vai oferecer seis encontros com pesquisadores, doutores, historiadores, críticos, antropólogos, que discorrerão sobre as várias formas de abordar o tema Fetiche no contexto amplo da cultura. “Neste ciclo de palestras, o fetiche estará sendo analisado como uma questão que interessa a várias esferas do conhecimento e da criação. É o fetichismo como fenômeno social, mais do que como patologia neurótica ou símbolo de um cerimonial, o que importará na soma final das palestras”, explica a curadora Ligia Canongia.

Nas palestras, o tema Fetiche será abordado em sua ampla diversidade, a partir do ponto de vista de sua relação com a magia e a religião, de sua expressão em textos literários e na construção de obras de arte, sua manifestação no cinema, seu confronto com a moda e até mesmo as perspectivas da fetichização sob a análise psicanalítica. “A psicanálise freudiana é uma chave importante para a teoria da cultura, e sua abordagem sobre o fetiche – associado à idéia do desejo deslocado e da castração – é fundamental para a própria definição moderna do termo”, diz a curadora.

Atualmente, fetiche é uma palavra impregnada por sua conotação sexual. Mas restringir-se a este ponto de vista é ignorar uma imensa gama de possibilidades de exploração do assunto. Como comenta a curadora Ligia Canongia: “É importante observar que a perversão fetichista, através da ligação secreta e obsessiva de um sujeito com um objeto inanimado, é bastante pertinente à nossa sociedade de consumo. Por outro lado, o fetiche também está relacionado a práticas litúrgicas e rituais, encarnado na figura de espíritos e entidades religiosas. Tanto a acepção sexual quanto a acepção mágica indicam o fetiche como processo de transferência do afeto ou da crença para algo que substitui o objeto real desses sentimentos; algo que preenche, simbolicamente, o lugar de outro objeto”.

Fetiche, afinal, é poesia ou perversão? Uma marca de gosto pessoal ou uma patologia? Estas e outras questões poderão ser discutidas em O Fetiche – Construção e Uso na Esfera da Cultura. Todas as palestras têm entrada franca.

Ciclo de palestras

Dias 1, 2, 3, 7, 8 e 9 de outubro, no subsolo da Galeria do CCBB, sempre às 19h30

Entrada franca

Dia 1º de outubro (4ª feira) : Aluisio Pereira de Menezes – Facetas do Fetichismo

Dia 2 de outubro (5ª feira) : Ivana Bentes – Cinema e Fetiche (ou o cinema feito em pedaços)

Dia 3 de outubro (6ª feira) : Yvonne Maggie – Fetiche, Feitiço, Magia e Religião

Dia 7 de outubro (3ª feira) : Roberto Corrêa dos Santos – Ficcionismo (a parte e o resto)

Dia 8 de outubro (4ª feira) : Nízia Villaça – Quanto menos corpo, mais fetiche: a moda em questão

Dia 9 de outubro (5ª feira) : Paulo Sergio Duarte – A mega-exposição de arte na virada do milênio: o espetáculo como fetiche.

Fonte: Rádio Brás

HUMOR: Blitz Trabalhosa

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29/09/2003 14h04 – Atualizado em 29/09/2003 14h04

Na estrada, um motorista estava andando a 150 km/h, até que foi parado por um guarda de trânsito. Muito constrangido, ele quis se justificar:

  • Seu guarda, eu trabalho em um circo logo ali e estou atrasado para uma apresentação!

  • Ah, é? O senhor é palhaço ou está achando que sou eu que sou?

  • Não é nada disso, seu guarda… Eu sou malabarista – disse ele, apontando para uns bastões que estavam no banco traseiro.

  • Ah é? – duvidou o policial – Então faz uma demonstração aí pra mim!

Mais do que depressa o sujeito pegou os bastões e começou a dar um show. Primeiro com três bastões, depois quatro, cinco, até sete de uma vez. Ele passava os bastões por baixo das pernas, jogava de costas, deitava no chão, enfim, dava um show particular para o policial, que já estava até pensando em cancelar a multa.

Enquanto isso, um outro policial parou o carro de um bêbado, que saiu do carro cambaleando, viu o malabarista com os bastões e disse:

  • Meu Deus, eu preciso parar de beber! Esse tal teste do bafômetro está ficando cada vez mais complicado…

Fonte: Humor Tadela

CULINÁRIA:Nhoque da sorte

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29/09/2003 14h03 – Atualizado em 29/09/2003 14h03

Ingredientes

  • 1 quilo de batata

  • 1 gema de ovo

  • Sal

  • 1 colher de sobremesa de manteiga

  • Um punhado de farinha de trigo peneirada

Molho:

  • 1/2 cebola picada

  • 3 colheres de sopa de azeite

  • 4 tomates frescos picados

  • Folhas de manjericão

  • 3 conchas de molho ao sugo (para o sugo: ferva 1 quilo de tomate, retire a casca e as sementes. Cozinhe-os até ficarem macios e formarem um molho. Não se esqueça de acrescentar uma pitada de sal e uma de açúcar)

Modo de preparar

Cozinhe as batatas em água e sal. Quando amolecerem bem, esprema e deixe esfriar em geladeira. Assim que estiverem bem geladas, misture-as com a gema, a manteiga e o sal. Coloque um punhado de farinha para dar liga. Enrole a massa em tiras e corte-as em cubinhos. Cozinhe em água fervente com sal e algumas gotas de azeite. Quando os cubos subirem à borda, retire-os e sirva logo em seguida.

Molho

Refogue a cebola e os tomates no azeite. Acrescente as folhas de manjericão. Junte o sugo. Deixe apurar no fogo por uns 3 minutos. Coloque o nhoque no prato e o molho por cima.

Bruna Marquezine vai passar as férias no Espírito Santo

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29/09/2003 14h00 – Atualizado em 29/09/2003 14h00

Bruna Marquezine está disposta a dar um basta na tristeza de Salete. Assim que se despedir de sua personagem em “Mulheres Apaixonadas”, a atriz-mirim vai para Marataízes, no Espírito Santo. Bruna garante que passar as férias por lá é diversão na certa.

“Vou descansar lá porque é um lugar que sempre vou. Sempre que posso, viajo para Marataízes. Tem praia e me divirto pra caramba. A casa dos meus parentes é bem legal”, contou a menina, que entra no mar sem medo. “Não corro das ondas e não uso bóia”, afirmou.

Fonte: OFuxico

Montoya correrá nas 500 milhas

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29/09/2003 13h59 – Atualizado em 29/09/2003 13h59

As 500 Milhas da Granja Viana contarão com mais um piloto de fama internacional. O colombiano Juan Pablo Montoya confirmou aos organizadores durante o fim de semana do GP dos Estados Unidos, em Indianápolis, que estará em São Paulo para disputar a 7ª edição do mais importante evento do kart brasileiro. O piloto da Williams correrá ao lado de Antonio Pizzonia, que disputou a primeira metade da temporada deste ano pela Jaguar. O terceiro nome poderá ser Danilo Dirani, virtual campeão sul-americano de Fórmula 3. De acordo com o regulamento, cada time deve ter o mínimo de três e o máximo de 10 componentes.

A prova deste ano está marcada para dias 8 e 9 de novembro. Na semana passada, já havia sido anunciada a vinda do norte-americano Marco Andretti, filho de Michael e neto de Mário Andretti. O mais novo representante de uma das mais conhecidas famílias do automobilismo nos Estados Unidos será inscrito na atual campeã das 500 Milhas da Granja Viana, a equipe integrada por Rubens Barrichello, Felipe Massa e Tony Kanaan.

A vinda de Montoya, contudo, reforça a importância da prova, criada em 1997 como uma grande festa de encerramento da temporada do esporte a motor no Brasil. Rapidamente, o evento cresceu, a ponto de atrair cada vez mais pilotos das mais diversas categorias mundiais. Campeão da Fórmula CART e das 500 Milhas de Indianapolis, o colombiano deixou a luta pelo título da Fórmula 1 depois de uma acidentada prova no GP dos Estados Unidos. Na atual temporada, venceu os GPs de Mônaco e da Alemanha.

Fonte:Agora MS

Mulher morre em acidente com trator

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29/09/2003 13h59 – Atualizado em 29/09/2003 13h59

Olendina Maria de Jesus, de 49 anos de idade, faleceu ao dar entrada no Hospital Nossa Senhora Auxiliadora, em Três Lagoas, no final da manhã deste sábado, vítima de acidente com um trator.

Segundo foi apurado preliminarmente, a vítima estava sendo transportada sobre uma tábua, encosta próximo ao para lama do trator Massey Fergunson 290, conduzido pelo seu genro, Jonatas Thomas de Aquino, na Fazenda Beira Rio, localizada na Estrada do Alto Sucuriú, altura do km 70.

Jonatas, que reside numa fazenda próxima, havia combinado buscar a sogra, na manhã de domingo, para almoçar em sua casa. Na volta da fazenda, ao passar por um buraco, Oleendina desequilibrou-se e caiu entre o para lama e a roda traseira do trator, prendendo as pernas e causando-lhe sérios ferimentos. Além do condutor e da vítima, viajava ainda no trator um irmão de Jonatas, conhecido apenas pelo nome de Reinaldo.

O delegado titular do 1ºDP, Carlos Roberto Giacomelli, instaurou inquérito policial para apurar a morte desta mulher.

Brasília Music Festival abre espaço para a música eletrônica

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29/09/2003 13h58 – Atualizado em 29/09/2003 13h58

O Brasília Music Festival, seguindo o exemplo de vários outros festivais de música no Brasil, aderiu ao movimento da música eletrônica e montou uma tenda onde apresentou DJs de vários estilos como house, techno, e drum document.write Chr(39)ndocument.write Chr(39) bass.

Quem abriu a primeira noite do festival foi o brasiliense Giuliano Fernandes, 31 anos, mais conhecido como Hopper. Ele atua na cena eletrônica da cidade desde 1997, após retornar de uma viagem a Londres. Além de tocar, Hopper também conduz a Megatribe, produtora de festas eletrônicas.

No segundo dia de Brasília Music Festival, quem abriu foi o DJ Maze One, também de Brasília, que ressalta a importância de uma tenda eletrônica em um festival de bandas, pois a música eletrônica surgiu do rock e do jazz.

O paulista Wagner Borges Ribeiro de Souza, ou Patife, já tocou várias vezes em Brasília e já considera a cidade uma nova casa. “Acabou que eu criei uma nova família aqui”, conta.

O DJ Patife, que já atuava como DJ de drum document.write Chr(39)ndocument.write Chr(39)bass desde 1993, ao lado de Marky, foi descoberto em Londres, após o lançamento de seu primeiro disco, “Sounds of Drum document.write Chr(39)ndocument.write Chr(39) Bass”.

Somente em 2002 ele começou a fazer sucesso aqui no Brasil, onde ficou conhecido pela sua parceria com Fernanda Porto, com quem gravou “Sambassim” e “Só Tinha Que Ser Com Você”, do disco “Cool Steps”.

Marky, que popularizou o drum document.write Chr(39)ndocument.write Chr(39)bass no Brasil, também faz parte do grupo de DJs que se apresenta na tenda eletrônica do Brasília Music Festival. Ele é mais um brasileiro que primeiro fez sucesso no exterior e que somente há um ano foi reconhecido no Brasil.

A tenda conta ainda com as participações de Carlos Tdocument.write Chr(39)Allenese e Gabo, ambos de São Paulo, o mineiro Anderson Noise, e Leozinho + Parcionic, do Paraná. Ainda da cidade da garoa, veio tocar em Brasília o DJ Luiz Pareto e suas inúmeras perucas.

As atrações internacionais da tenda são os DJs ingleses Heaven, tocando house, e Asad Rizvi, tech-house. Vindos também do Reino Unido, há o grupo de drum document.write Chr(39)ndocument.write Chr(39) bass EZ Rollers, que contou com performances ao vivo.

Fonte: Rádio Brás

HUMOR: Falando Desenhês

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29/09/2003 13h55 – Atualizado em 29/09/2003 13h55

Um fabricante de móveis alentejano (natural de uma região de Portugal que é vítima de piadinhas até dos próprios portugueses) faz uma viagem de negócios à Suécia.

À noite, ele decide ir a um bar. Lá encontra uma sueca maravilhosa, encostada no balcão.

Ele se aproxima dela e, como nenhum dos dois fala ou entende a língua do outro, recorrem aos desenhos para se comunicar.

No papel, ele rabisca um copo com bebida e cubos de gelo. Ela aceita e os dois tomam drinques.

A música está convidativa. Ele desenha duas pessoas dançando. Ela aceita novamente. Os dois dançam até cansar, então voltam ao balcão.

Então ela pega o papel e a caneta e desenha um guarda-roupa, uma mesinha-de-cabeceira e uma cama.

Olhando o desenho, o rosto do alentejano se ilumina.

— Exatamente! — exclama ele, eufórico — Eu sou fabricante de móveis!

Fonte: Humor Tadela

CULINÁRIA:Macarrão Preguiçoso

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29/09/2003 13h54 – Atualizado em 29/09/2003 13h54

Ingredientes

  • 2 colheres (sopa) de óleo

  • 1/4 de cebola cortada em fatias

  • 500g macarrão penne ou parafuso

  • 1/2 caixa ou lata de molho de tomate

  • 3 xícaras (chá) de água

  • 1 tablete de caldo (bacon ou galinha)

  • 1 lata de seleta de legumes

  • sal

Modo de preparo

Coloque o óleo em uma panela, corte a cebola e doure-a. Junte o macarrão, o molho de tomate e a água. Adicione o caldo de galinha ou bacon e a lata de seleta de legumes. O tempo de cozimento é de aproximadamente 9 minutos após levantar fervura.

Dicas

se desejar um sabor mais forte colocar a lata ou caixa de molho inteira. A seleta de legumes pode ser trocada por ervilhas. Pode-se incrementar o macarrão com frango cozido picado, ovo cozido ou presunto.

Adriane Galisteu, Popó e Margareth prestigiam primeiro ensaio de Ivete Sangalo

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29/09/2003 13h52 – Atualizado em 29/09/2003 13h52

Tudo indica que o verão baiano será mais uma vez de Ivete Sangalo. A cantora abriu com chave de ouro a temporada de apresentações no Píer Bahia que teve lotação esgotada no último domingo.

No palco, a musa comandou a multidão com seus novos e antigos sucessos e recebeu uma canja de Margareth Menezes, que interpretou “Dandalunda”.

A apresentadora Adriane Galisteu, o pugilista Popó, os cantores Bell Marques e Cumpadre Washinton, a promoter Alicinha Cavalcanti prestigiaram a abertura dos ensaios 2003.

Em seguida, foi a vez do Asa de Águia promover um verdadeiro carnaval na casa de Ivete. Durval Lélys contou ainda com a participação especial de Adriane Galisteu, que assumiu a percussão da banda.

Fonte: OFuxico

Frigorífico fortalece cadeia da piscicultura

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29/09/2003 13h51 – Atualizado em 29/09/2003 13h51

Hoje Itaporã dá um grande passo rumo ao desenvolvimento setorial e produtivo de Mato Grosso do Sul com a inauguração do Frigorífico de Peixes Mar & Terra, empresa inédita no Estado, que promete alavancar a produção aqüícola sul-mato-grossense.

De acordo com o diretor técnico do frigorífico, João Campos, a inauguração vem abastecer um mercado carente de inovações. “Hoje, há muita falta de opções neste setor e o frigorífico deve dar um impulso na atividade em todo o Estado”, explica. “Queremos desenvolver produtos que não estão disponíveis e, mais do que isso, oferecer ao consumidor alimentos saudáveis e com qualidade”, explica o diretor. Segundo ele, a empresa se preocupa ainda com o desenvolvimento sustentável, através da conservação das riquezas ambientais.

Inovação – O surgimento do frigorífico em Mato Grosso do Sul é uma novidade na região, já que os produtores locais trabalhavam apenas com a produção de alevinos e engorda para comercialização do peixe vivo. A partir de agora, o Estado terá capacidade de produção diária de oito toneladas de carne de peixe embalada, desossada e carimbada com a data de validade do produto. A produção será fiscalizada pelo Serviço de Inspeção Federal – SIF do Ministério da Agricultura.

De acordo com João Campos, primeiramente o frigorífico irá produzir cortes de carne de apenas quatro espécies de peixes nativos: pacu, piauçu, piraputanga e pintado, considerada a espécie mais nobre por sua carne saborosa e de qualidade. A produção será comercializada para os estados da região Sudeste, Centro-Oeste e Sul. O principal alvo dos empresários são as grandes redes de supermercados, como Carrefour, Pão de Açúcar e Sonae. O transporte da carne será feito através de caminhões, sendo que, na primeira etapa de comercialização só serão embarcadas espécies frescas e molhadas.

Fonte:Agora MS

O Olhar Viajante de Pierre Fatumbi Verger

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29/09/2003 13h51 – Atualizado em 29/09/2003 13h51

Para marcar a criação de sua Superintendência de Comunicação e Cultura, o Banco do Nordeste, em parceria com os Correios e a Petrobras, traz a Fortaleza a exposição O Olhar Viajante de Pierre Fatumbi Verger – mostra de fotografias, objetos pessoais, livros e vídeo em comemoração aos 100 anos de Pierre Verger, um dos 10 fotógrafos mais importantes do século XX.

Considerada uma das cinco maiores mostras fotográficas individuais já realizadas no mundo e a maior no Brasil, a exposição traz 600 imagens – mais de 400 delas inéditas – produzidas por Verger em suas viagens pelo mundo e, em especial, apresenta um registro apaixonado da cultura afro-brasileira clicada por esse grande artista a quem o amigo e escritor Jorge Amado costumava chamar de “o mais baiano dos franceses”.

A exposição acontecerá no Museu de Arte Contemporânea do Ceará, do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura (rua Dragão do Mar, 81 – Praia de Iracema), no período de 3 de outubro a 2 de novembro. Os horários de visitação serão de 9 às 21 horas, de terça a quinta-feira; e de 10 às 22 horas, de sexta-feira a domingo (preços: inteira – R$ 2,00 e meia – R$ 1,00). Aos domingos, a entrada é gratuita.

Segundo o superintendente de Comunicação e Cultura do Banco do Nordeste, Paulo Mota, a exposição de Verger faz parte de uma política de difusão do que há de melhor na cultura nordestina, e que visa estruturar as bases da economia da cultura da região.

Mota ressalta que a mostra itinerante é fruto de articulação da Secretaria de Comunicação (Secom) da Presidência da República, cujo objetivo é unir as empresas estatais em torno de projetos culturais de alta qualidade artística e de grande interesse público. Ele lembra que a parceria entre o Banco do Nordeste, os Correios e a Petrobras foi vital para viabilizar que a exposição se estendesse a outras duas capitais nordestinas. Depois de Fortaleza, a mostra segue para Maceió e Aracaju. Em Maceió, a exposição será realizada na Associação Comercial de Alagoas, de 13 de novembro a 7 de dezembro. Em Aracaju, será na Antiga Faculdade de Comunicação da Universidade Federal de Sergipe, de 18 de dezembro de 2003 a 18 de janeiro de 2004.

De acordo com o curador da mostra, Raul Lody, O Olhar Viajante de Pierre Fatumbi Verger já foi visto por 150 mil pessoas em seis capitais brasileiras: Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Salvador, Recife e Belém.

Conhecido mundialmente por seu trabalho fotográfico sobre o Golfo do Benin (África) e a cidade de Salvador, Verger teve sua obra reavaliada – após sua morte em 1996 -, a partir do acervo de cerca de 62 mil negativos guardados na fundação que leva o seu nome, sediada em Salvador. E esta exposição mostra exatamente isso. Ali estão todas as fases da obra do fotógrafo em suas viagens pelo mundo.

Viajante como poucos, Verger abandona Paris em 1932 e vasculha os cantos mais exóticos do planeta. Acompanhado por sua câmara Rolleiflex, ele percorre mais de 60 países e torna-se um dos fotógrafos mais importantes de seu tempo, sempre voltando suas lentes para civilizações em vias de desaparecimento ou que sofriam transformação em suas tradições culturais.

Após 14 anos de viagens constantes, o fotógrafo aporta em Salvador e fixa residência. Aí começa a parte mais conhecida de sua obra: o trabalho sobre a cultura negra no Brasil e na África. Desde então, as viagens de Verger restringem-se ao roteiro Salvador-Golfo de Benin.

Na Bahia, Verger descobre o candomblé e é iniciado; na África, torna-se babalaô (sacerdote que lê o futuro através do Ifá) e ganha o título de Fatumbi (renascido pelo Ifá), nome que incorporou em sua assinatura. Desde então, Verger nunca parou de tentar entender e preservar aquele povo através de sua lente ou de sua pesquisa.

Fonte: Rádio Brás

HUMOR: Entrega em Domicílio

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29/09/2003 13h48 – Atualizado em 29/09/2003 13h48

Depois de muitos anos economizando cada rublo, Vladimir Sotomov Nabundov, vai na maior concessionária de Moscou e compra um Lada estalando de novo.

Após entregar o cheque, ansioso pergunta ao vendedor:

  • Quando vocês vão entregar o carro?

  • Dentro de nove anos – resmunga o vendedor.

  • Em qual mês?

  • Agosto.

  • Que dia de agosto?

  • Dia 16!

  • De manhã ou à tarde?

  • Mas que porróvski do caralhóvski! – esbraveja o vendedor.

  • Pra que você quer saber?

  • É que eu preferia que fosse de manhã, porque à tarde vem o encanador!

Fonte: Humor Tadela

ABL empossará amanhã na cadeira nº 12 o professor Alfredo Bosi

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29/09/2003 13h48 – Atualizado em 29/09/2003 13h48

O professor Alfredo Bosi, da Universidade de São Paulo, será empossado amanhã (30) na Academia Brasileira de Letras. Ele foi eleito para a Cadeira nº 12, ocupada anteriormente por Dom Lucas Moreira Neves. Alfredo Bosi será recebido pelo acadêmico Eduardo Portella na cerimônia marcada para as 21h, no Salão Nobre do Petit Trianon, a sede da ABL no centro da cidade.

Fonte:RMT online

CULINÁRIA: Lasanha à bolonhesa

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29/09/2003 13h47 – Atualizado em 29/09/2003 13h47

Ingredientes

  • 500 g de massa para lasanha

  • 500 g de carne moída (patinho ou coxão mole)

  • 1 cebola picadinha

  • 1 dente de alho

  • 2 kg de tomates sem pele e sem semente em cubinhos (ou 1 kg de purê de tomate)

  • 1/4 xícara (chá) de vinho madeira

  • 400 g de mussarela em fatias finas

  • 100 g de queijo parmesão ralado

  • azeite para refogar

  • noz-moscada

  • sal e pimenta-do-reino a gosto

Modo de preparo

Em uma panela média, aqueça o azeite e refogue a cebola. Assim que começar a dourar, junte o alho. Quando o alho soltar perfume, adicione a carne e, mexendo, refogue até que mude completamente de cor. Junte o vinho, o sal, a pimenta e a noz moscada e deixe ferver por 1 minuto.

Acrescente os tomates em cubinhos (ou o purê) e deixe cozinhar por 30 minutos. Acerte o sal e a pimenta e retire do fogo.

Cozinhe a lasanha al dente em água fervente abundante. Escorra e reserve.

Em um refratário, monte a lasanha fazendo camadas intercaladas de molho, massa e mussarela, terminando com uma farta camada de parmesão.

45 minutos antes de servir, preaqueça o forno a 200ºC (forno quente) por 10 minutos. Leve a lasanha ao forno por 30 minutos para gratinar e sirva a seguir.

Crítica: humor do Pânico funciona bem na TV

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29/09/2003 13h46 – Atualizado em 29/09/2003 13h46

A intenção é boa e a realização não decepciona. Pânico na TV (Rede TV!, 18h30), que estreou ontem, é um alívio, uma quebra na mesmice da programação dominical. Sem grandes recursos – até um fabricante de perucas recebe agradecimento nos créditos – a turma do programa Pânico, da Rádio Jovem Pan FM, defende-se bem na televisão.

A atração é divertida e, assim como o clássico “Perdidos na Noite”, tem apresentadores que se divertem em cena. Junior, irmão de Sandy, foi o convidado especial do dia. Falou, brincou, pôde se alongar um pouco nas respostas. Oportunidade rara para alguém que, na maioria dos programas de que participa, limita-se a cantar e sorrir.

A lista com os dez maiores micos da TV em 2003 foi outro bom momento. Encabeçada por “Gugu e o falso PCC”, teve citações como “Marcos Mion: perdeu o programa, mas ganhou a Preta Gil”. Hilário.

Sabrina Sato não tem as sacadas do resto da turma. Não consegue dizer uma frase do começo ao fim: sempre pára pra rir ou dizer “sei lá”, “meu”, “tipo”. Mas é muito bonita, tem o corpo que os brasileiros gostam e é inegavelmente espontânea e carismática. O público aprova seu jeito Peter Pan.

De resto, há coisas a acertar: aproveitar melhor a platéia e os personagens criados no rádio, como o ótimo Zé Fofinho. Mas a estréia promete. A expectativa nos corredores da Rede TV! é grande. O sucesso de Pânico é o passaporte para um filão precioso para o mercado publicitário: a noite de domingo, quando a família está reunida e discute as compras da semana, junto dos planos para o futuro.

Este pode ser o início da alforria de uma emissora cuja receita majoritária vem de pequenos anunciantes.

Fonte: Babado

Passado e futuro da arquitetura se encontram na Bienal de São Paulo

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29/09/2003 13h43 – Atualizado em 29/09/2003 13h43

Presídio transformado em parque, antiga estação de trem abrigando centro cultural e prédios de novíssima geração totalmente envidraçados. Passado e futuro se unem na arquitetura das metrópoles do século XXI, como pode ser conferido na V Bienal Internacional de Arquitetura e Design de São Paulo (BIA), no prédio da Bienal, no parque do Ibirapuera. O tema da mostra, Metrópoles, convida o visitante a uma reflexão acerca da vida nas grandes cidades e revela os desafios para a melhoria da qualidade de vida de seus habitantes, desde a recuperação de prédios antigos até a fusão dos ambientes interno e externo por meio da transparência do vidro. A idéia é mostrar que o arquiteto pode oferecer soluções diversas no desejo de humanizar as cidades.

Essa tentativa de tornar a metrópole mais agradável através de incursões arquitetônicas está bem presente nos projetos da “Mostra Institucional”, como a do pavilhão do Governo do Estado de São Paulo. Foram montados sete projetos ao todo, alguns deles apresentando casos de reconversão, ou seja, a reutilização de um espaço com uma função diferente daquela que tinha no passado. É o que acontece com o Parque da Juventude, que está sendo erguido onde ficava a antiga Casa de Detenção, em São Paulo. Um centro esportivo já foi inaugurado no local. O projeto ainda conta com uma área institucional, onde quatro pavilhões da Casa de Detenção abrigarão o Centro de Tecnologia da Informação e Inclusão Digital, o Centro de Excelência em Terceiro Setor, o Centro de Cultura e o Centro Paula de Souza (Fatec).

Outras intervenções urbanas que poderão melhorar o dia-a-dia de muitos paulistanos, quando finalizadas, são a Linha 4 do metrô – que ligará parte da região central da cidade à zona oeste, passando pelos bairros de Pinheiros e Butantã – e o futuro Centro Cultural Estação Luz da Nossa Língua, com sede projetada na estação de trem da Luz, um dos mais conhecidos cartões postais de São Paulo.

Uma outra atração da mostra de arquitetura que possibilita grande interatividade com os visitantes é o Mosaico do Município de São Paulo, uma montagem aerofotogramétrica que mostra a totalidade do município. O mapa foi feito com 324 aerofotos. O resultado é um grande mosaico em que as pessoas podem caminhar em cima e tentar encontrar sua casa.

Ainda no primeiro andar, duas igrejas restauradas recentemente merecem destaque. A Catedral da Sé é apresentada por meio de fragmentos, como modelos de vitral e florão (ornato do topo da catedral) que dão uma idéia do acurado processo de restauração. Além disso, uma série de fotos em forma de painel e depoimentos em monitores de vídeo ajudam a contar a história da catedral, desde sua concepção pelo arquiteto Maximiliano Hehl em 1912 até a inauguração da obra restaurada no ano passado.

Recebe tratamento muito especial, através de uma bela instalação, a Igreja da Ordem Terceira de São Francisco da Penitência, originalmente localizada no centro do Rio de Janeiro. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) patrocinou seu restauro depois de ela ter ficado fechada por 12 anos em processo de ruína. Construída em 1657, a igreja foge do padrão arquitetônico brasileiro da época e, mesmo em relação a Portugal, antecipa manifestações artísticas. Há réplicas das cadeiras da igreja original e do altar, cuja maior peculiaridade é um Cristo Seráfico (com seis asas), representado de acordo com o sonho de São Francisco de Assis de libertá-lo do sofrimento da cruz. Os adornos da instalação foram feitos com macarrão e folha de ouro.

Exposição Geral de Arquitetos

O segundo pavimento da Bienal conta com a “Exposição Geral de Arquitetos”, o “Núcleo de Metrópoles” e a mostra dos “Arquitetos Convidados”. É bom chegar com disposição a esse andar porque há muita informação visual devido à grande quantidade de plantas e maquetes. Convivem pacificamente projetos de casas particulares e soluções de infra-estrutura para grandes cidades, tal como a mostra da “Comunicação Visual Urbana para Curitiba”, que apresenta bancos de pontos de ônibus, lixeiras e totens informativos implantados na cidade. Já a prefeitura do Rio de Janeiro exibe o projeto de substituição dos 320 quiosques das praias, em fase inicial de implantação.

Tendências da arquitetura contemporânea podem ser delineadas no “Núcleo de Metrópoles”. Em Nova Iorque, a moda agora é revestir a estrutura externa dos edifícios com vidro, deixando as instalações à vista. É o caso do projeto do Museu para Arte Africana, do prédio do New York Times, cujos vidros claros mudam de cor de acordo com a atmosfera, e também da Biblioteca Pública do Brooklyn. Uma outra seção é dedicada à apresentação dos sete projetos finalistas do concurso do World Trade Center, incluindo o projeto vencedor do arquiteto alemão Daniel Libeskind. Tóquio traz uma maquete da região central da cidade composta de isopor, onde foram coladas imagens digitalizadas, provocando uma sensação de realidade.

Mostras Especiais

Os trabalhos de arquitetos mundialmente consagrados estão no terceiro pavimento. Optou-se, nesse andar, por proporcionar um visual mais requintado e espaçoso. É o que pode ser conferido na seleção dos projetos do arquiteto Christian de Portzamparc e de sua mulher, a designer de interiores Elizabeth de Portzamparc. A mostra do arquiteto inglês Peter Cook e a da iraquiana Zaha Hadid são os outros destaques internacionais. A Bienal tem curadoria de Ricardo Ohtake e Pedro Cury e custos da ordem de R$ 4 milhões.

V Bienal Internacional de Arquitetura e Design de São Paulo

De 15 de setembro a 2 de novembro de 2003

Parque do Ibirapuera, portão 3

De segunda a quinta, das 9h30 às 23h

Sextas, sábados, domingos e feriados, das 9h30 à meia-noite

Inteira: R$10,00

Meia: R$ 5,00 (estudantes)

[email protected]

www.bienalsaopaulo.org.br

Fonte: Rádio Brás

Fraldinha do Pioneira vence “Lápis na Mão, Bola no Pé”

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29/09/2003 13h39 – Atualizado em 29/09/2003 13h39

A equipe do Pioneira sagrou-se campeão da categoria fraldinha da Copa Lápis no Mão, Bola no Pé ao vencer por 1 x 0 o Novos Estados, neste fim de semana, no Belmar Fidalgo, em Campo Grande. O time vencedor do torneio teve ainda o melhor goleiro da competição: Rômulo Silva. O artilheiro foi Guilherme Santos (6 gols), do Taveirópolis.

Fonte:Campo Grande News

Trocadalhos do Carilho

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29/09/2003 13h39 – Atualizado em 29/09/2003 13h39

Eu não vou furar… o Juca Kfuri.

Aquilo todo mundo viu… até o Clodovil.

Eu pulo do barranco… o Luciano do Valle.

Ao ver uma modelo você fala que ela é bonita… o Miguel Falabella.

Você faria papel de trouxa?… a Betty Faria.

Eu acordo mais tarde do que deveria… o Edir Macedo.

Ninguém queria pagar a conta… a Cássia Kiss.

Eu pinto paredes… o Jânio Quadros.

O Pateta usa o teclado… o Mickey Mouse.

Eu escovo os dentes três vezes ao dia… o Joãozinho Trinta.

Você já esteve na Europa?… a Adriana Esteves.

Eu fumo… o Celso Pitta.

Eu gosto de chá gelado… o Clark Kent.

Você riu dessa piada?… o Damon Hill.

Fonte: Humor Tadela

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