28/10/2002 10h06 – Atualizado em 28/10/2002 10h06
Um novo relatório sobre as barreiras que os Estados Unidos impõem às exportações brasileiras será anunciado, amanhã, pelo embaixador do Brasil em Washington, Rubens Barbosa. O estudo, divulgado anualmente, terá um significado especial no contexto mundial. Além da apresentação ocorrer dias após às eleições do país, coincidirá com a sétima reunião ministerial da Área de Livre Comércio das Américas (Alca), que começa hoje, em Quito, no Equador.
A pesquisa, embasada num levantamento feito pelo ministério do comércio exterior dos EUA (USTR) sobre as barreiras às exportações norte-americanas, foi iniciado por Rubens Ricupero, em 1993, quando representava o Brasil nos EUA. Neste ano, o estudo, estará mais carregado nas críticas, revelando três ações protecionistas tomadas nos últimos meses pelos EUA: as restrições às importações de aço, que partiram do executivo; a nova lei agrícola, que aumentou os subsídios e a proteção ao setor, por iniciativa do legislativo; e os limites à liberalização, principalmente, ao comércio agrícola, que o Congresso impôs à administração, na negociação de novos acordos comerciais, ao conceder-lhe a Autoridade para a Promoção Comercial ou fast track.
Correio do Povo
Brasil faz relatório sobre barreiras dos EUA
09:22 – 28/10/2002
Um novo relatório sobre as barreiras que os Estados Unidos impõem às exportações brasileiras será anunciado, amanhã, pelo embaixador do Brasil em Washington, Rubens Barbosa. O estudo, divulgado anualmente, terá um significado especial no contexto mundial. Além da apresentação ocorrer dias após às eleições do país, coincidirá com a sétima reunião ministerial da Área de Livre Comércio das Américas (Alca), que começa hoje, em Quito, no Equador.
A pesquisa, embasada num levantamento feito pelo ministério do comércio exterior dos EUA (USTR) sobre as barreiras às exportações norte-americanas, foi iniciado por Rubens Ricupero, em 1993, quando representava o Brasil nos EUA. Neste ano, o estudo, estará mais carregado nas críticas, revelando três ações protecionistas tomadas nos últimos meses pelos EUA: as restrições às importações de aço, que partiram do executivo; a nova lei agrícola, que aumentou os subsídios e a proteção ao setor, por iniciativa do legislativo; e os limites à liberalização, principalmente, ao comércio agrícola, que o Congresso impôs à administração, na negociação de novos acordos comerciais, ao conceder-lhe a Autoridade para a Promoção Comercial ou fast track.
Fonte: Correio do Povo