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Rogério Romero conquista 1º ouro da natação brasileira

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14/08/2003 08h29 – Atualizado em 14/08/2003 08h29

SANTO DOMINGO – A noite de quarta-feira foi excelente para o Brasil nas finais da natação nos Jogos Pan-Americanos de Santo Domingo. O veterano Rogério Romero ganhou a primeira medalha de ouro para o país nos 200m costas. Além disso, mais três bronzes foram conquistados: Gustavo Borges nos 100m livre, Monique Ferreira nos 400m livre e a equipe feminina no revezamento 4x100m livre. Entre as finais que disputou, o Brasil só não foi ao pódio no 100m costas feminino.

Rogério Romero venceu a prova dos 200m costas e teve ainda mais motivos para comemorar. Com o tempo de 1min59s92, ele atingiu o índice para as Olimpíadas de Atenas e quebrou o recorde sul-americano de 1min59s23, que pertencia a ele mesmo. Romero superou os americanos Luke Wagner e Joey Faltraco, que foram respectivamente prata e bronze com as marcas de 2min00s7 e 2min01s31. O brasileiro Paulo Machado ficou em quinto ao completar em 1min59s92.

Aos 33 anos, Rogério também passa a ser o único nadador a disputar cinco edições dos Jogos Olímpicos. Ele, que não disputou o Pan de 99, em Winnipeg, já tinha sido ouro no de Havana, em 1991, e bronze em Mar del Plata, em 1995.

Ao sair da piscina, o nadador festejou o resultado, para ele inesperado.

  • Não contava com esta vitória e ainda arrumei o índice olímpico. Agora tenho mais um ano para me preparar para Atenas – disse, antes de terminar tocando no assunto da aposentadoria. -Não falo mais quando vou parar de nadar. O próximo Pan será no Rio e teria muito orgulho de estar lá.

Brasil conquista mais três medalhas de bronze:

Nos 100m livre, Borges fez o tempo de 49s90 e conquistou sua 17ª medalha em Jogos Pan-Americanos. Ele tem sete de ouro, sete de prata e três de bronze. O argentino Jose Meolans ganhou a prova com a marca de 49s27, acabando com a hegemonia dos americanos, que até então tinham vencido todas as provas em Santo Domingo. George Bovell, de Trinidad e Tobago, completou o pódio com o tempo de 49s61. O brasileiro Jader Souza chegou em quinto com 50s24.

Borges ficou satisfeito com seu desempenho e por ter cumprido o que chama de sua document.write Chr(39)programaçãodocument.write Chr(39).

  • Estou mantendo minha programação de ganhar medalhas em todas as provas. Foi uma prova boa, bem disputada. Tentei forçar um pouco, mas acabei sofrendo nos últimos dez metros. Pelo menos veio o bronze.

Nos 400m livre, Monique Ferreira fez o tempo de 4min14s21, equanto Mariana Brochado, que também participou da decisão, ficou com a sexta colocação, completando a prova em 4min17s73. O ouro mais uma vez foi para os Estados Unidos. Elizabeth Hill venceu em 4min10s48. Para completar, a também americana Morgan Hentzen conquistou a prata com a marca de 4min13s03.

Apesar de não ter repetido o desempenho da semifinal, Monique estava muito feliz pelo bronze.

  • Piorei o tempo da manhã porque estou desgastada. Já competi os 200m livre. Mas o que importa é a medalha, a minha primeira individual. Estou muito feliz – disse.

Monique Ferreira também ganhou o bronze no revezamento 4x100m livre, ao lado de Flávia Delaroli, Rebeca Gusmão e Tatiana Lemos. Elas fizeram o tempo de 3min47s05. O quarteto americano ficou com o ouro com a marca de 3min41s93, seguidas das canadenses, que completaram em 3min46s65.

A equipe brasileira, bronze também em Winnipeg, quebrou o recorde sul-americano, que havia sido estabelecido no mês passado, no Mundial de Barcelona, na Espanha, com o tempo de 3min49s02.

Nos 100m costas o Brasil não teve a mesma sorte. Foi a única prova que o país disputou nesta quarta e não obteve medalha. Paula Ribeiro e Talita Ribeiro terminaram, respectivamente, no sétimo e oitavo lugares com os tempos de 1min06s22 e 1min06s39. A americana Diana McManus ficou com o ouro, com o tempo de 1min02s50. Sua compatriota Courtney Shealy foi prata e a guatemalteca Gisela Moraes completou o pódio.

A natação brasileira já conquistou 12 medalhas em Santo Domingo. Além do ouro de Rogério Romero, os revezamentos 4x200m masculino e feminino ficaram com a prata, enquanto a equipe feminina ficou em terceiro no 4x100m livre. Oito atletas também levaram o bronze: além de Monique Ferreira e Gustavo Borges, ganharam Kaio Marcio Almeida (100m borboleta), Eduardo Fischer (100m peito), Mariana Brochado e Rodrigo Castro (200m livre) e Joana Maranhão e Thiago Pereira (400m medley).

Fonte: Globo Esporte

Gigantes mundiais do petróleo faturam alto após guerra do Iraque

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14/08/2003 08h21 – Atualizado em 14/08/2003 08h21

RIO – As gigantes internacionais da indústria do petróleo registraram lucros extraordinários nos meses que se seguiram à queda do regime de Saddam Hussein, em 9 de abril. Os resultados do segundo trimestre (abril, maio, junho) mostram que as empresas de Estados Unidos e Grã-Bretanha foram as que tiveram maiores variações em seus ganhos, que chegaram a aumentar 293%. A alta da cotação do petróleo desde a queda de Bagdá, em torno de 20%, foi o principal motivo para ganhos tão expressivos. A Petrobras também foi beneficiada. A maior estatal brasileira deve anunciar nesta quinta-feira um novo recorde histórico em seu lucro trimestral, que pode ficar na casa de R$ 6 bilhões.

A americana Exxon Mobil, maior petrolífera mundial de capital aberto, aumentou seu lucro em 58% no segundo trimestre, por causa da alta nos preços do petróleo e da melhora no desempenho de suas operações de refinaria. O lucro líquido subiu para US$ 4,17 bilhões, contra US$ 2,64 bilhões do mesmo período do ano passado. Segundo comunicado da empresa, cuja sede fica em Irving, Texas – estado do presidente George W. Bush – a receita cresceu 12%, passando de US$ 50,8 bilhões para US$ 57,16 bilhões. As altas nos preços do petróleo e gás natural impulsionaram os lucros com as operações de produção da empresa em 27%, para US$ 2,84 bilhões. O aumento nas vendas de combustíveis contribuiu para elevar os lucros da unidade de refinaria em 50%.

A British Petroleum, segunda maior petrolífera européia, anunciou aumento de 42% no lucro do segundo trimestre (de US$ 2,2 bilhões para US$ 3,12 bilhões. Já a anglo-holandesa Shell, maior da Europa, informou que o lucro do segundo trimestre aumentou 28%: passou de US$ 2,21 bilhões no mesmo período do ano anterior para US$ 2,83 bilhões, o que equivale a cerca de US$ 31 milhões por dia.

Mas o maior aumento percentual de ganho foi da americana ChevronTexaco. A segunda maior petrolífera dos EUA anunciou que o lucro do segundo trimestre quadruplicou: subiu para US$ 1,6 bilhão, contra US$ 407 milhões obtidos no mesmo período do ano passado (+293%). A receita subiu de US$ 25,33 bilhões para US$ 29,36 bilhões. Segundo a empresa, o lucro com a produção de gás natural e petróleo subiu 2,9%, para US$ 1,28 bilhão, uma vez que alta das cotações compensou o declínio de 4% na produção.

Na Petrobras, o lucro registrado nos últimos meses não ficará atrás do das gigantes americanas e européias. Nos primeiros três meses do ano, a estatal já havia batido recorde em seus ganhos: R$ 5,54 bilhões. A manutenção dos preços dos combustíveis em níveis elevados e a queda do dólar entre abril e junho beneficiaram a estatal. O resultado do segundo trimestre, que será anunciado nesta quinta, no fim do dia, deverá ficar na casa de R$ 6 bilhões (US$ 2 bilhões), segundo analistas do mercado.

  • O resultado da Petrobras no trimestre encerrado em junho deve, sim, ser recorde. Além de estar aumentando sua produção, a estatal ganhou com a alta do petróleo no mercado internacional – avalia Marcelo Mesquita, do UBS Warburg, que acredita em queda nos preços do barril nos próximos meses.

  • O segundo trimestre, assim como o primeiro, foi atípico. A tendência é de que os preços do barril não se mantenham em torno dos US$ 30. Com isso, a Petrobras não deve repetir esse resultado nos próximos trimestres – completou Mesquita, acrescentando que, apesar do recuo previsto para o segundo semestre, no acumulado a estatal deverá fechar 2003 com o maior lucro de sua história.

Gilberto Pereira de Souza, analista de petróleo da Itaú Corretora, vai na mesma linha.

  • O resultado do segundo trimestre tem tudo para ser melhor que o do primeiro. A Petrobras aproveitou integralmente a alta do petróleo no primeiro semestre, ao contrário do que aconteceu no ano passado, quando o dólar se valorizou muito e prejudicou seus resultados.

Fonte: Globo News

País ainda terá de enfrentar muitas dificuldades até se tornar mais justo, diz Lula

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14/08/2003 08h17 – Atualizado em 14/08/2003 08h17

BRASÍLIA – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva admitiu nesta quarta-feira que o governo ainda terá de enfrentar uma série de dificuldades para conseguir construir um país mais justo. Em discurso a oficiais-generais recém-promovidos, Lula disse que “um árduo caminho ainda tem que ser percorrido” até a consolidação de um Brasil sem tantas desigualdades sociais.

  • Inúmeros obstáculos ainda nos separam do Brasil ao qual o povo brasileiro aspira, e pelo qual todos batalhamos. Neste sentido, na superação desses obstáculos, as Forças Armadas têm um importante papel a desempenhar, e certamente elas não nos têm faltado. E não nos faltarão – enfatizou.

Lula ressaltou a importância das Forças Armadas na garantia da soberania do país, e na defesa do território nacional, e disse que está certo da competência de cada militar para que esses objetivos sejam cumpridos. Para o presidente, a atuação das Forças Armadas vai além da simples defesa do país.

  • Elas têm desenvolvido uma consistente atuação de caráter social – disse ele.

O presidente adiantou que pretende visitar em breve o Centro de Treinamento das Forças Armadas na Amazônia, para ver de perto “o desprendimento e a dedicação dos profissionais envolvidos nessas ações sociais que as três armas realizam naquela região”. Lula e a primeira-dama, Marisa Letícia, receberam por cerca de meia hora, no Palácio do Planalto, os cumprimentos dos oficiais-generais recém-promovidos.

Fonte: Agência Brasil

Acordo facilita conclusão da reforma da Previdência em primeiro turno

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14/08/2003 08h14 – Atualizado em 14/08/2003 08h14

BRASÍLIA – Depois de mais um dia de negociações entre governo e oposição foi concluída em primeiro turno na noite desta quarta-feira a votação da reforma da Previdência. Dois destaques do PTB e um do PFL foram rejeitados pelo plenário da Câmara, que aprovou apenas uma emenda aglutinativa que altera três pontos do texto base.

Com as novas mudanças, o limite de isenção para cobrança da contribuição previdenciária dos servidores da União passa de R$ 1.200 para R$ 1.440; o tempo de permanência no cargo para aquisição da aposentadoria integral cai de dez para cinco anos; e foi alterada a redação para garantir as pensões derivadas de morte do servidor da ativa.

No principal acordo do dia os deputados decidiram votar o destaque do PFL que garantia a integralidade das pensões. Se o partido perdesse – como aconteceu -, o relator José Pimentel (PT-CE) incluiria no texto da reforma o redutor de 30% para as pensões acima de R$ 2.400. Na proposta original, o redutor era de 50%.

O PT voltou a enfrentar dissidências em sua bancada na votação do destaque do PFL, que retiraria do texto da reforma da Previdência o redutor das pensões. Além do voto contrário dos deputados rebeldes João Batista Babá (PA), Luciana Genro (RS) e João Fontes (SE), a orientação do líder do partido, Nelson Pellegrino (BA), não foi seguida por mais oito parlamentares que decidiram se abster. Os mesmos que já haviam optado pela abstenção na votação do texto base do relatório de José Pimentel (PT-CE) na semana passada: Walter Pinheiro (BA), Paulo Rubem (PE), Orlando Fantazzini (SP), Mauro Passos (SC), Maninha (DF), João Alfredo (CE) e Ivan Valente (SE).

O acordo facilita, especialmente, a votação da reforma em segundo turno. Ficou combinado que nenhum partido vai apresentar destaques para votação em separado durante da votação no segundo turno, o que acontecerá na semana que vem, depois de um intervalo de cinco sessões. Um dos objetivos do acordo também é facilitar a tramitação do texto no Senado para evitar que sofra mudanças na Casa.

A matéria volta nesta quinta-feira à comissão especial para a elaboração da redação final.

Fonte: GloboNews

Exército de Israel mata líder do Jihad Islâmico

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14/08/2003 08h12 – Atualizado em 14/08/2003 08h12

O grupo militante palestino Jihad Islâmico confirmou que um de seus líderes na Cisjordânia, Mohammed Sider, foi morto durante uma operação militar de Israel na cidade de Hebron, nesta quinta-feira.

A organização, que adotou um cessar-fogo no final de junho, prometeu se vingar.

A rádio Israel disse que soldados dispararam mísseis antitanque contra uma loja em que Sider se escondia após alguém que estava na casa ter lançado uma granada contra as tropas.

Fontes militares israelenses dizem que ele vinha sendo procurado porque estaria envolvido no planejamento de um atentado com carro-bomba.

Emboscada:

Sider teria sido também o mentor de uma emboscada em Hebron em novembro de 2002 em que 12 soldados israelenses morreram.

O jornal israelense Haaretz informou que buldôzeres do Exército demoliram o edifício no centro de Hebron em que Sider se encontrava.

Um palestino que abrigava o líder do Jihad Islâmico no local foi preso.

“As Brigadas de Jerusalém se reservam o direito de responder ao assassinato sionista do líder combatente Mohammed Sider, não obstante a trégua declarada pelas facções”, disse um texto no site Neda al-Quds, ligado ao Jihad Islâmico.

A morte de Sider poderia colocar em risco o processo de paz israelo-palestino, já abalado nesta semana por dois atentados suicidas que mataram dois israelenses em Rosh Hadocument.write Chr(39)ayn, perto de Tel Aviv, e no assentamento de Ariel, na Cisjordânia.

Nas primeiras horas desta quinta-feira, soldados de Israel demoliram em Nablus a casa da família de Islam Qteishat, autor do atentado suicida de terça-feira em Ariel.

Fonte: BBC

Começam melhorias na Chácara Caiuás

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14/08/2003 08h04 – Atualizado em 14/08/2003 08h04

As ruas da Chácara Caiuás, que engloba as vilas Araci, Iran de Matos e Ipiranga, estão recebendo cascalhamento, através da Secretária Municipal de Infra Estrutura.

As melhorias têm deixado os moradores contentes, disse o presidente da Associação de Moradores, Daniel Felix Caiau, durante vistoria na Floriano Brum, rua de acesso ao Quartel da Polícia Militar Montada (Cavalaria).

Recentemente, por conta de um protesto promovido pelos moradores, defendendo principalmente o asfalto, a Chácara Caiuás foi notícia, inclusive cabendo ao presidente Daniel Caiau um processo de obstrução de vias públicas.

Nesta quarta-feira, Daniel Caiau e o conselheiro do Orçamento Participativo, Cícero Lourenço acompanhados pelo morador Ademir Garcia Ferreira, foram vistoriar os trabalhos que estão sendo executados por operários e máquinas.

“Está ficando ótimo”, comentou Lourenço ao observar serviços prontos em outros trechos como das ruas Caiuás, José de Alencar, Manoel Santiago, Alberto Maxwell e outras.

Daniel, como um dos mais antigos e conhecidos moradores do local, espera a conclusão dos trabalhos até o final deste mês.

Fonte: Agora MS

Funasa realiza Oficina de Odontologia para indígenas

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14/08/2003 07h59 – Atualizado em 14/08/2003 07h59

Está acontecende desde a última segunda-feira, com término Previsto para amanhã, a 1ª Oficina de Odontológia do Programa de Saúde da Família, promovida pela Coordenação Regional da Fundação Nacional de Saúde (Funasa/MS), órgão executivo do Ministério da Saúde, por meio do Distrito Sanitário Especial Indígena-MS.

Participam do evento odontólogos, auxiliares e técnicos da área odontológica, num total de 24 profissionais capacitados para implementar as ações na área de saúde bucal das populações indígenas.

Mato Grosso do Sul tem a segunda maior população indígena do país, com 45 mil índios, distribuídos entre seis etnias: Guarani, Kaiowá, kadiweú, Terena, Ofaié-Xavante e Guató, todas atendidas pela FUNASA-MS.

Essa oficina corresponde à necessidade de organizar um modelo assistencial em saúde, onde a população indígena seja vista de maneira integral. A atenção odontológica voltada às comunidades indígenas pauta-se em quatro princípios:

  • Respeito às tradições e aos costumes tribais;

  • Não interferência na vida da aldeia, com implantação de serviços e hábitos de odontologia ortodoxos;

  • Treinamento e utilização de pessoal auxiliar indígena para realização de atividades preventivas e educativas;

  • Implantação de serviços seletivos de acordo com a situação epidemiológica sobre a condição da saúde bucal.

Baseados nesses princípios, a FUNASA busca oferecer aos profissionais de odontologia, uma capacitação para que implementem um conjunto de ações, visando a promoção de saúde e o controle das doenças bucais, consolidando a equipe de trabalho em saúde, como estratégia que visa melhorar a efetividade do trabalho e o aumento da satisfação do trabalhador.

Oevento está sendo realizado das 8 horas às 17h30, no Hotel Vale Verde, na Av. Afonso Pena, n.º 106, em Campo Grande.

Fonte: Dourados News

Governo convoca aprovados na PM para psicotécnico

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14/08/2003 07h53 – Atualizado em 14/08/2003 07h53

A Secretaria de Gestão Pública divulgou na edição de hoje do Diário Oficial a relação de aprovados na prova escrita do concurso da PM (Polícia Militar) convocados para o exame psicotécnico.

No exame serão avaliadas a aptidão e a personalidade dos aprovados na primeira prova. Os candidatos terão de pagar R$ 34 pela avaliação psicológica. O exame será em 24 de agosto.

Começa hoje a venda de ingressos para a 7ª Festa da Nações

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14/08/2003 07h46 – Atualizado em 14/08/2003 07h46

A prefeitura de Campo Grande inicia hoje a venda antecipada de passaporte, com desconto, para os shows de Charlie Brown Jr., Rouge e Daniel, que serão apresentados de 12 a 14 de setembro durante a 7ª Festa das Nações, no Parque Laucídio Coelho. O objetivo da venda antecipada de passaportes é evitar transtornos e filas e oferecer desconto de até 38% em relação ao preço normal do ingresso individual.

Os interessados podem obter o passaporte antecipado por R$ 15, para os três dias da festa, nos postos de venda instalados no Hipermercado Carrefour, Shopping Campo Grande e nas drogarias da Rede São Bento.

Os estudantes poderão comprar o passaporte nos Dce’s e na UCE. A venda do passaporte será feita somente até o dia 7 de setembro. Após esta data a venda será individual com preço de R$ 8 o ingresso para cada dia, sendo que os estudantes com carteirinha terão desconto de 50%, pagando R$ 4 por show.

Fonte: RMT Online

Bebidas, cigarro e alho são apreendidos na BR 163

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14/08/2003 07h44 – Atualizado em 14/08/2003 07h44

Policiais rodoviários federais apreenderam, próximo a Campo Grande na BR 163, diversas mercadorias. Foram encontrados no bagageiro de um ônibus de turismo, 17 litros de whisky, 24 litros de diversas outras bebidas, 240 pacotes de cigarros, 500 kg de alho, 20 kg de cebolase 4 armas de brinquedos. A mercadoria foi comprada em Pedro Juan Caballero e seria comercializada em Campo Grande. O proprietário das mercadorias não foi identificado.

Também na BR 163, foram apreendidos 80 pacotes de cigarros de diversas marcas, não sendo identificado o proprietário, que estavam acondicionados no bagageiro inferior do ônibus da empresa Expresso Queiroz Ltda, itinerário Ponta Porã/Campo Grande. A mercadoria foi encaminhada à Receita Federal em Campo Grande.

Fonte: RMT Online

Projeto de Delcidio prevê indenização para vítimas de disparo de arma de fogo

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13/08/2003 18h05 – Atualizado em 13/08/2003 18h05

A Comissão de Assuntos Econômicos do Senado está examinando projeto-de-lei apresentado pelo Senador Delcídio do Amaral (PT / MS) que institui o seguro obrigatório por danos pessoais causados por disparo de arma de fogo. O seguro vai indenizar as vítimas ou suas famílias em caso de morte, invalidez , deformidade permanente e despesas de assistência médica em montantes que variam de R$ 1.524 até R$ 6.754, mesmos valores estabelecidos hoje para as indenizações do DPVAT, o seguro obrigatório dos automóveis.

Só não terão direito ao seguro os casos de suicídio, tentativa de suicídio e as vítimas de disparos em circunstâncias de ilicitude previstas no Código Penal, como a legitima defesa e o estrito cumprimento do dever legal (criminosos feridos ou mortos pelas forças de segurança). A proposta é de que todos os proprietários de arma de fogo particulares, com ou sem autorização para porte, paguem anualmente um seguro , cujo valor será fixado pelo Conselho Nacional de Seguro Privados. Em 2003, o seguro obrigatório dos automóveis custa R$ 51,62. Os valores das indenizações as vítimas ou seus familiares são os seguintes: em caso de morte ou invalidez permanente, R$ 6.754,02 ; quem ficar ferido sem gravidade recebe até R$ 1.524,54 para despesas de assistência médica.

  • É claro que dinheiro nenhum paga o valor de uma vida. Mas é cada vez maior no Brasil o número de pessoas atingidas por balas perdidas ou aquelas disparadas por armas que jamais são encontradas, empunhadas por criminosos que escapam às investigações policiais. Especialmente nesses casos as vítimas e suas famílias ficam desamparadas pois, sem a identificação do autor dos tiros, não lhes é possível exigir do responsável a devida indenização. O que pretendemos é oferecer um mínimo de garantia aos agredidos – afirma Delcídio.

O projeto estabelece que, para receber a indenização, a vítima ou seus familiares deverão apresentar apenas uma prova do dano causado pelo disparo de arma de fogo, independentemente de existência de dolo ou culpa, haja ou não resseguro, sendo vedada qualquer franquia de responsabilidade do segurado. A indenização será paga por um consórcio formado por todas as seguradoras que oferecerem o seguro. Elas serão indicadas pelo Conselho Nacional de Seguros Privados.

Alunos da REME disputarão Eleição Jovem

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13/08/2003 18h01 – Atualizado em 13/08/2003 18h01

Sob iniciativa da Justiça Eleitoral do Estado, foi oficialmente implantado este ano o projeto “Eleição Jovem de Mato Grosso do Sul”, ação que estará propiciando a realização de uma eleição simulada para Prefeito, Vice-prefeito e Vereadores Jovens, em um momento que antecede o ano das eleições municipais (2004), estimulando o engajamento político e a criação de novas lideranças entre alunos das redes públicas de ensino, quando se mostrarão os mecanismos utilizados em um processo eleitoral atualmente em uso no País. O projeto tem como objetivo geral difundir o conceito de cidadania fundado nos princípios morais, éticos e de justiça, embasado nos limites da Lei, o que leva ao gerenciamento eficiente da Administração Pública, ampliando a participação política, para que novas lideranças se tornem cientes desse conceito e dos valores que o norteiam.

O público alvo definido serão alunos da rede pública de ensino que estejam cursando a 7ª e 8ª séries do ensino fundamental e 1º ano do ensino médio, que não estejam inscritos no cadastro oficial da Justiça Eleitoral. O Tribunal Regional Eleitoral é o encarregado da coordenação geral, enquanto Juizes e servidores dos Cartórios Eleitorais realizarão as eleições, alem de preparar urnas eletrônicas par as eleições e distribuí-las aos presidentes de mesa.

Para os cargos de prefeito e vice-prefeito são aceitos até cinco candidatos por município, pois serão permitidos também até cinco partidos com a numeração 10, 20, 30, 40 e 50. Quanto aos vereadores o número de vagas a serem preenchidas será igual ao da Câmara Municipal. A Comissão Executiva Eleitoral de cada cidade terá liberdade para a criação de partidos, não podendo existir siglas iguais às já registradas oficialmente. Uma novidade interessante em relação as Eleições Jovens, a proclamação de vereadores e suplentes dar-se-á pelos candidatos mais votados, independente de partidos, além do que os eleitos não terão nenhuma remuneração e em caso de empate, a definição será por melhor rendimento escolar.

Em Três Lagoas, uma das cinco cidades onde acontecerá o processo eleitoral ( as outras são Campo Grande, Dourados, Corumbá e Ponta Porã), a definição ocorreu no último dia 04 de agosto, quando foi instalada reunião ordinária da Comissão Executiva Eleitoral para formação dos partidos e escola dos candidatos que integrarão as cinco chapas partidárias: Partido Jovem Estudantil (PJE) 10, União dos Alunos Jovens (UAJ) 20, Partido Social Jovem (PSJ) 30, Partido do Jovem Trabalhador (PJT) 40 e Partido a Ação Construtiva (PAC) 50.

Os partidos foram compostos de forma mista, com candidatos das duas redes de ensino. Para Prefeitos 02 candidatos pertencem a REME, que também conta com candidatos a vereadores nas outras 03 chapas. Trata-se de Mônica Pereira Catânia, da Escola Municipal Parque São Carlos (PJE) e Paulo Vitor Silva de Freitas, da Escola Municipal Maria Eulália Vieira (UAJ).

RENDIMENTO ESCOLAR SERÁ FUNDAMENTAL

Será realizado apenas um comício para as escolas participantes do evento, a acontecer no dia 21 de Agosto de 2003, às 14:00 horas no Três Lagoas Club, com as eleições sendo marcadas para dia 29 de Agosto entre às 8:00 e 17:00 horas, nas 14 escolas participantes do pleito (11 estaduais e 3 municipais), sendo que a apuração ocorrerá às 18:00 horas em local a ser definido com a presença de alunos da Rede Pública nos trabalhos das mesas receptoras de votos.

A diplomação dos candidatos eleitos acontecerá no dia 01 de Setembro de 2003 no Tribunal do Júri, no Fórum de Três Lagoas às 16:00 horas, devendo contar com autoridades dos poderes Executivo e Legislativo, Comissões Escolares e Familiares dos eleitos.

A duração dos mandatos será de dois anos e depois de eleitos, representarão toda a comunidade escolar diante do Poder Público, Entidades Civis e a Sociedade Organizada, bem como deverão informar trimestralmente à Justiça Eleitoral a sua atuação política em prol da comunidade que representa.

No caso de reprovação na série em que estiver cursando, alistamento no cadastro da Justiça Eleitoral ou ainda deixar a rede pública, o candidato empossado perderá o mandato.

Maria Aparecida do Nascimento Castro, Secretária da Comissão Executiva, ressalta que a idade máxima nesse processo é de 16 anos sendo que a maioria dos candidatos é do sexo feminino diferentemente do que ocorre nas eleições convencionais.

Pesque pague em plena cidade torna-se ponto de lazer

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13/08/2003 17h58 – Atualizado em 13/08/2003 17h58

A inédita iniciativa de se construir um pesque pague, na zona urbana de Três Lagoas, a princípio parecia estranho, mas agora, após 16 meses de inaugurado, está se transformando em excelente opção de encontro e lazer.

Situado na Vila Haro, a pouco mais de 500 metros da avenida Clodoaldo Garcia, – via que dá acesso à BR 262, – o pesque pague possui um tanque de água de aproximadamente 400 metros quadrados, criadouro de várias espécies de peixes, como Pacu, Piau-uçu e Tilápia.

A área de pesca é cercada por bancos e mesas, onde o pescador pode passar horas e horas de lazer e de tranqüilidade, segundo assegurou o proprietário, Roberto Imada (36). Ele possui uma experiência com peixes, adquirida ao longo de mais de 12 anos.

Além da pesca, o que mais está chamando à atenção dos visitantes é o restaurante, com variado e inovado cardápio, à base de peixes. Tem peixe para todos os gostos e para os mais requintados paladares. Para quem ainda não experimentou, vale a pena saborear um típico medalhão de peixe (posta de peixe enrolada com bacon), peixe defumado e até peixe com queijo provolone.

A entrada é gratuita, apesar de ser devidamente controlada para evitar confusões, mas todo o peixe que se pesca, é pesado e deve ser pago. Os preços são acessíveis e condizentes com o mercado: o Pacu é vendido a R$ 4,50/kg; o preço do quilo da Tilápia está a R$ 4; e o quilo do Pintado estava a R$ 10.

Cidade tem direito a participar dos tributos da geração de energia

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13/08/2003 17h47 – Atualizado em 13/08/2003 17h47

O empresário Hélio Morales Leal, aproveitando o momento da importante reforma tributária, está mobilizando os principais segmentos da sociedade três-lagoense para que seja levantada, mais uma vez, a questão da distribuição dos tributos da energia elétrica, gerada na Usina Souza Dias, Jupiá.

A questão começou a ser discutida em 1987, quando Morales era presidente do Rotary Clube Três Lagoas. Na época, segundo lembrou Morales, a mesma idéia também foi abraçada pelo empresário José Paulo Rimoli, como presidente do extinto Conselho Municipal de Desenvolvimento Industrial (CMDI).

O movimento, fortalecido também pelos municípios de Selvíria, Pereira Barreto (SP) e Castilho (SP), despertou a atenção do então deputado constituinte Rubens Figueiró (PMDB-MS), que chegou a elaborar uma Emenda Constitucional sobre a matéria do pagamento dos royalties das hidrelétricas aos municípios com territórios alagados. No final, a referida emenda, aprovada e inserida na Constituição de 1988, foi assinada e apresentada pelo deputado baiano, Prisco Viana.

“A exemplo da Petrobrás, que paga royalties aos municípios onde é extraído o petróleo, queremos que Três Lagoas também ganhe com a geração de energia, porque é sabido que as máquinas estão instaladas em área da margem direita do rio Paraná, portanto, no nosso município”, explicou Morales.

Apoio do senador Delcídio

Morales pretende que a discussão desta questão reivindicatória, tão importante para o desenvolvimento de Três Lagoas, seja abraçada por todas as lideranças políticas e representativas da sociedade local. Por esse motivo, está encaminhando ofício ao senador Delcídio do Amaral (PT-MS) para que ele adote como sua a “nossa reivindicação”.

Segundo o ofício encaminhado a Brasília, Morales diz o seguinte: “com a construção da barragem de Jupiá, nunca tivemos qualquer benefício direto, nem sequer o ISS da manutenção das máquinas e equipamentos recebemos. Só isto resultaria num valor bastante significativo”.

O momento é oportuno, porque estamos às vésperas de uma reforma tributária, “que poderia corrigir estas injustiças, definindo a quem de direito caberia os tributos da energia gerada numa usina hidrelétrica”, lembrou Morales.

Além da parcela dos tributos, ele também propôs que a discussão leve à reivindicação de uma energia subsidiada aos municípios que tiveram suas terras alagadas, “como forma de interiorizar o progresso, atraindo indústrias”, frisou Morales.

Confira aqui a carta dos governadores do Centro Oeste

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13/08/2003 17h13 – Atualizado em 13/08/2003 17h13

REFORMA TRIBUTÁRIA

1 – Incentivos Fiscais

A política de inclusão social, para que tenha plena eficácia, requer crescimento econômico sustentado, alicerçado em investimentos contínuos, tanto públicos como privados, em volume suficiente para atender as demandas sociais;

A política de incentivos fiscais cumpre este objetivo porque é indutor de investimentos privados, é equalizadora da concorrência e é redutora de desigualdades regionais;

É indutora porque o investimento privado está fora do controle governamental, uma vez que depende única e exclusivamente da decisão do seu detentor. O máximo que o Governo pode fazer é criar condições para que o investimento ocorra, e é exatamente isso que os Governos Estaduais vêm fazendo com a política de incentivos fiscais, que se tem revelado poderoso instrumento do desenvolvimento regional.

É equalizadora da concorrência porque produzir nas regiões menos desenvolvidas implica aumento de custos, uma vez que nelas não ocorrem externalidades, tais como mão de obra qualificada, grande mercado consumidor, proximidade dos fornecedores, dos portos e pontos de logística. Assim sendo, os incentivos favorecem condições igualitárias para que haja uma concorrência saudável entre os produtores.

É redutora das desigualdades regionais porque desconcentra o fluxo de investimentos, distribuindo-o por todas as regiões do país.

A política de incentivo fiscal adotada na Região Centro-Oeste contribuiu para as elevadas taxas de crescimento econômico regional, muito superiores à média nacional, temendo-se que a eliminação dos incentivos fiscais provoque a estagnação do fabuloso potencial desenvolvimentista efetivamente verificado.

A “Guerra Fiscal” é uma distorção inconfundível com a saudável e correta política de incentivos fiscais, instrumento de desenvolvimento utilizado mundialmente. Os conflitos tributários e as distorções decorrentes da “Guerra Fiscal” podem ser corrigidos por meio de limites e regras legais que preservem o fim desenvolvimentista a que se destina.

Relativamente à manutenção dos incentivos fiscais, inclusive aqueles concedidos para financiamento da cultura, esportes, programas sociais e infra-estrutura rodoviária, portuária e habitacional, deve ser observada a segurança jurídica a ser garantida, sob risco de responsabilização dos Governos Estaduais, ruptura de contratos firmados, descontinuidade dos investimentos e prejuízo para a imagem internacional do País.

Reafirmam a necessidade de manutenção por quinze anos dos incentivos fiscais já concedidos ou a serem concedidos até a implementação do fundo nacional de desenvolvimento regional, bem como um período mínimo de três anos de transição para concessão de incentivos fiscais com novas regras com previsão constitucional que estabeleça limites, prazos, atividades e a forma de desvinculação dos recursos empregados para este fim.

2 – Compartilhamento de Receitas

O compartilhamento de receitas tributárias é um traço histórico do modelo federativo brasileiro, que recebeu tratamento especial pelo Constituinte de 1988, preocupado com a descontração das receitas e fortalecimento das ações públicas mais próximas do cidadão.

A partilha das receitas deve ser ampla, abrangendo os tributos e contrinuições totais da União. Vale ressaltar que já existe acordo com o Governo Federal em relação à destinação de 25% da arrecadação da CIDE aos Estados.

3 – Ressarcimento da Desoneração de Exportações

O ressarcimento das perdas tributárias impostas aos Estados para fins de estímulo ao comércio exterior e captação de divisas internacionais que equilibram as reservas internacionais brasileiras deve ser ajustado ao real montante das exportações efetivamente realizadas e, suportando por resursos sustentáveis, provenientes de fontes e critérios claros e formalmente definidos. Já há acordo com o Governo Federal.

4 – Fundo Nacional de Desenvolvimento Regional

O Fundo Nacional de Desenvolvimento Regional deve contar com aporte de recursos suficientes para o seu mister, uma vez que o volume proposto é muito tímido para os fins a que se destina, contando com recursos a serem distribuídos a todo país em valor equivalente à metade do que os Governos Estaduais da Região Centro-Oeste destinam ao fomento do desenvolvimento regional.

É necessária a especificação Constitucional da distribuição dos recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Regional, assegurando-se 30% para a Região Nordeste (incluindo Espírito Santo), 30% para a Região Norte, 30% para a Região Centro-Oeste e 10% a serem definidos.

5 – Fundos Estaduais

Os Fundos Estaduais não podem ser suprimidos vez que desempenham relevante papel para as políticas públicas em curso.

6 – Desvinculação das Receitas Estaduais

A desvinculação de 20% das receitas estaduais até 2007, sem prejuízo dos recursos destinados aos municípios, saúde e educação, excluindo-se da base de cálculo das vinculações os valores pertinentes ao serviço da dívida pública estadual.

7 – Ressarcimento das Perdas Decorrentes da Reforma Tributária

O equilíbrio fiscal dos Estados deve ser assegurado por mecanismos que garantam a efetividade do ressarcimento integral das eventuais perdas decorrentes dos efeitos das alterações no Sistema Tributário Nacional.

8 – Agência de Desenvolvimento Regional do Centro-Oeste

Sabedores de que o projeto de criação da Agência de Desenvolvimento da Região Centro-Oeste encontra-se paralisado, em virtude dos trâmites burocráticos, reiteramos a necessidade de agilização da sua implementação, conforme compromisso firmado pelo excelentíssimo Ministro Chefe da Casa Civil da Presidência da República, deputado José Dirceu, em nome do presidente Luis Inácio Lula da Silva, por ocasião da reunião de Governadores do Centro-Oeste, realizada em Goiânia (GO).

9 – Outros Pontos

9.1 – Urge a revisão dos critérios atuais de distribuição do Fundo de Participação dos Estados, uma vez que ignora as necessidades decorrentes da extensão territorial, a renda per capita e a população efetivamente existente nas Regiões.

9.2 – A tributação pela menor alíquota deve ser extensiva aos insumos e equipamentos necessários á sua produção, pois, do contrário, ocorrerá prejuízo decorrente do acúmulo insuportável de créditos do imposto.

9.3 – Preservação dos níveis atuais das diferentes alíquotas interestaduais que permitem maior volume de receita para as regiões de menor desenvolvimento econômico, mantendo-se a atual proporção entre as alíquotas interestaduais e internas.

Brasília (DF), 13 de agosto de 2003.

Fonte: Campo Grande News

Resende mente sobre Rede Feminina de Dourados, diz Artuzi

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13/08/2003 16h58 – Atualizado em 13/08/2003 16h58

O deputado estadual Ari Artuzi (PDT) estranhou a atitude do deputado federal Geraldo Resende (PPS) distribuindo release para a imprensa, afirmando que a Rede Feminina de Combate ao Câncer de Dourados não está funcionando plenamente pela falta de liberação de recursos para a aquisição de mobília da instituição.

O então deputado estadual Geraldo Resende apresentou emendas ao orçamento 2002, dentre elas uma para a Pestalozzi e outra para a Rede Feminina de Combate ao Câncer. Ocorre que todas as emendas do Geraldo foram canceladas com os respectivos processos arquivados.

Quando Artuzi tomou posse, foi procurado pela presidente da Rede Iracema Tibúrcio e também pela presidente da Pestalozzi, Eneida Gebaile, para que intercedesse junto ao Governo do Estado a fim de liberar tais recursos. Ari Artuzi procurou o secretário Paulo Duarte e entregou os ofícios solicitando que fosse efetivado convênio com essas entidades, sendo prontamente atendido e o convênio foi firmado com a SETASS – Secretaria de Estado de Trabalho, Assistência Social e Economia Solidária. O convênio da Rede encontra-se no COGEPS para liberação do empenho, enquanto que o da Pestalozzi foi pago ontem.

A presidente da Rede Feminina, Iracema Tibúrcio esteve pessoalmente ontem no gabinete de Artuzi, agradecendo a intervenção do deputado que enfim possibilita o atendimento da população portadora desse mal que tem causado muito sofrimento às famílias.

“Não podemos permitir que parlamentares usam instituições que prestam relevantes serviços à população menos assistida, para se promoverem politicamente, numa atitude anti-ética e demagagógica de jogar outros políticos que realmente estão empenhados em atender a comunidade contra a opinião pública”, enfatizou Artuzi.

Outras entidades assistenciais serão beneficiadas por intervenção de Ari Artuzi, que conhece de perto as dificuldades enfrentadas pela população menos assistidas.

“Nos causou espantou essa atitude, pois o deputado me procurou pessoalmente na época, pedindo a intervenção e agora usa de demagogia, acusando de omissão, políticos de Dourados e o Governo do Estado pelo pleno atendimento por parte da entidade”, finalizou o deputado.

Fonte: Dourados News

Delcídio quer indenização para vítimas de armas de fogo

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13/08/2003 16h45 – Atualizado em 13/08/2003 16h45

O senador Delcídio do Amaral (PT) apresentou à Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, que já está examinando, um projeto-de-lei que institui o seguro obrigatório por danos pessoais causados por disparo de arma de fogo. A idéia é indenizar as vítimas ou suas famílias em caso de morte, invalidez ou deformidade permanente, além de custear as despesas de assistência médica com valores que variam de R$ 1.524,00 até R$ 6.754,00. Apenas os casos de suicídio, tentativa de suicídio e as vítimas de disparos em situações como a legitima defesa, não receberiam o seguro.

A proposta de Delcídio é de que todos os proprietários de arma de fogo particulares, com ou sem autorização para porte, paguem anualmente um seguro, cujo valor será fixado pelo Conselho Nacional de Seguro Privados.

Akira vitorioso para emancipação de Paraíso e Figueirão

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13/08/2003 16h37 – Atualizado em 13/08/2003 16h37

O deputado estadual Akira Otsubo, emancipacionista convicto, é autor dos projetos de lei que criam os municípios de Paraíso das Águas e Figueirão. Como presidente da Comissão de Divisão Territorial, e também na função de trabalhar pelo desenvolvimento regional, o parlamentar organizou os processos e promoveu a agilização de todos os trâmites, mediante grande número de viagens e reuniões, para que finalmente tivessem êxito os empreendimentos para a tão sonhada emancipação. Foram aprovados pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE), os plebiscitos para setembro próximo: em Figueirão, dia 14; em Paraíso das Águas, dia 21. Com o respaldo popular, a Assembléia Legislativa deverá votar e aprovar as providências; em seguida o Executivo estadual sanciona as leis, e após os procedimentos administrativos de praxe, os novos municípios estarão preparados para a realização de eleições no pleito municipal de 2004.

“É a solução maior para a região de Figueirão, esquecida e de difícil acesso, que agora vai deslanchar no desenvolvimento; e também o Paraíso, em localização estratégica privilegiada, já nasce forte, com todas as condições para crescer”, disse Akira Otsubo. O projeto de lei criando o município de Figueirão, com desmembramento parcial das áreas dos Municípios de Camapuã e Costa Rica, é de junho de 2001, e tem como autores os deputados Akira Otsubo e Cícero de Souza. O projeto que cria o município de Paraíso das Águas, com desmembramento parcial das áreas dos Municípios de Costa Rica, Água Clara e Chapadão do Sul, também de junho de 2001, é de autoria dos deputados Akira Otsubo, Ary Rigo e Cícero de Souza. O objetivo da criação destes municípios, acrescenta o deputado Akira, é “um grande e novo impulso para a expansão e desenvolvimento de toda a região, especialmente no aspecto econômico com ênfase no turismo, agricultura e pecuária”.

Dentre as condições para criação de um novo município, estão os critérios de que deve contar com pelo menos quatro mil habitantes, sendo 10 por cento, eleitores, e apresentar arrecadação que represente pelo menos três milésimos do orçamento do Estado no ano imediatamente anterior ao da apresentação da proposta. Os projetos em MS devem atender os dispositivos da Lei Complementar nº 58, de 14 de janeiro de 1991, acerca do número de habitantes, arrecadação de tributos estaduais e outros itens.

Braço político das Farc quer exclarecer seu document.write Chr(39)

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13/08/2003 16h30 – Atualizado em 13/08/2003 16h30

A União Patriótica (UP), braço político das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), está buscando uma solução amigável com o governo do país para esclarecer o que chama de “extermínio de seus integrantes” e garantir proteção aos sobreviventes.

A história do grupo, que surgiu em 1985, em uma das fases processo de paz com o governo, envolve ameaças, perseguições e um saldo calculado em mais de 3 mil integrantes mortos.

Jahel Quiroga, advogada e dirigente nacional da UP, explica que a solução negociada não representaria perdão ou esquecimento.

“Esperamos que o Estado reconheça sua responsabilidade no extermínio da UP. Queremos também que indenize integralmente as vítimas”, diz ele.

Perseguição:

Os diálogos atuais seguem orientações da Comissão Interamericana de Direitos Humanos.

O órgão da Organização dos Estados Americanos (OEA) aceitou analisar o caso por considerar graves violações de direitos e liberdades humanas que envolvem membros da UP.

Segundo Jahel, o movimento foi perseguido desde o momento da sua criação por representantes da “política tradicional, criadores de gado, comerciantes e membros da igreja”.

Desde então, ela argumenta que a organização tem sido submetida a um processo de aniquilação sistemática, com assassinatos, desaparecimentos e exílios forçados.

Na longa lista de membros assassinados apresentada pela UP figuram dois candidatos à Presidência, sete congressistas, 13 deputados estaduais, 11 prefeitos, 69 vereadores e outros 3 mil militantes.

Jahel acredita que o êxito da UP em sua primeira disputa eleitoral, em 1986, quando obteve a mais alta votação na história dos partidos de esquerda colombianos, com cinco senadores, 14 deputados, 351 vereadores e 23 prefeitos, estimulou ainda mais as mortes.

“Caso a UP seguisse com esse desempenho, se converteria em pouco tempo numa alternativa real de poder”, afirmou.

Paramilitares:

Jahel diz que o Estado é responsável por ação ou omissão nesse processo.

De acordo com ela, muitos dos assassinatos foram cometidos por paramilitares, em lugares em que há a presença de integrantes do Exército ou da polícia.

Nos primeiros dez meses do governo do presidente Álvaro Uribe, foram registrados 18 assassinatos de dirigentes e militantes, conforme números divulgados pela UP.

Também, no último ano, aumentou o número de membros do partido presos pelas autoridades militares sob a acusação de serem cúmplices da guerrilha e do terrorismo.

“Em áreas onde a UP tem influência, as capturas de líderes políticos e comunitários são freqüentes”, afirma Rodolfo Rios Lozano, advogado da organização.

“Em algumas ocasiões, são presas 30, 40 pessoas no mesmo dia, acusadas de pertencerem às Farc, quando são apenas integrantes da UP. Meses depois, acabam liberados, por falta de provas.”

Foi o que ocorreu com a costureira Odília León, militante da UP há 18 anos, que viu o marido e dois irmãos serem assassinados apenas por fazer parte do partido.

Odília, que já foi vereadora pela UP em Villavicencio, no Estado de Meta, acabou presa no ano passado.

“Fizeram uma montagem contra mim. Eles diziam que eu era terrorista. Mas, em seis meses me liberaram porque não tinham nenhuma prova.”

O senador Antonio Navarro Wolf, ex-guerrilheiro do Movimento 19 de Abril (M-19), reintegrado à sociedade numa negociação de paz com o governo em 1989, diz que seu grupo não passou por perseguição semelhante à UP porque abandonou todos os vínculos com a luta armada.

“Nós assinamos um acordo de paz com o governo, enquanto a UP nasceu da vontade das Farc, que nunca se desmobilizou”, diz.

“Seus integrantes foram assassinados sob o argumento de que pertenciam ao braço político de um grupo armado. Mas, na verdade, os membros da UP são pessoas desarmadas, longe das ações militares, que não podiam ser alvos das agressões que aconteceram.”

Hoje, os poucos sobreviventes usam coletes à prova de balas, têm guarda-costas e se movimentam em carros blindados.

Já não podem participar do processo eleitoral, porque a UP não figura mais na lista dos partidos politicos colombianos.

Nas últimas eleições, o movimento não conseguiu os 50 mil votos necessários e o mínimo de uma vaga no Congresso.

Governo:

Segundo Jaime Girón, vice-ministro de Assuntos Multilaterais do Ministério de Relações Exteriores, o Estado colombiano está disposto a encontrar a solução amigável para esse caso.

“É um trabalho longo. Não podemos dizer que acabará em um ou dois anos, mas estamos com a melhor vontade de chegar a um esclarecimento”, disse o representante do governo.

“Desde a campanha eleitoral, o presidente Uribe ressaltou que uma de suas intenções era de não deixar ocorrer novamente na Colômbia casos como o da UP.”

Girón diz que é impossível saber o número exato de mortos, porque muitos dos casos estão sendo investigados.

De acordo com ele, a responsabilidade do Estado no assassinato massivo de membros da UP ainda está por ser esclarecida.

O vice-ministro também assegura que, casos em que eventualmente forem comprovados vínculos de militares com paramilitares, devem ser considerados como isolados.

Segundo Girón, essa não é nem nunca foi a política do Estado.

Fonte: BBC Brasil

Viva-voz da Bovespa fecha em alta de 0,37%. Dólar tem leve queda

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13/08/2003 16h22 – Atualizado em 13/08/2003 16h22

SÃO PAULO – A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) encerrou o pregão viva-voz em alta de 0,37%, com o Índice Bovespa em 13.653 pontos. O volume financeiro às 16h45m era de R$ 1,07 bilhão. Já o dólar comercial se mantém em leve baixa nos negócios desta tarde, mas com menor volatilidade do que a registrada pela manhã. Às 15h35m, a moeda americana caía 0,13%, cotada a R$ 3,023 na compra e R$ 3,026 na venda. Pela manhã, a disputa pela Ptax (média ponderada das cotações) levou a moeda a subir até 0,83%.

AÇÕES – A bolsa paulista opera em alta durante todo o dia, mas registrou fortes oscilações. O desempenho tem como influência o vencimento do Ibovespa futuro, que ocorre hoje na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F). Outro destaque do dia foi a divulgação do balanço dos investimentos estrangeiros na bolsa. Nos primeiros oito dias de agosto, ele ficou positivo R$ 204,714 milhões. No acumulado no ano, até o pregão do dia 8, o saldo está positivo em R$ 2,654 bilhões.

CÂMBIO – A queda registrada pelo dólar nesta tarde só não é maior por conta das quedas dos títulos da dívida externa. Os papéis brasileiros voltaram a sofrer com a competitividade dos títulos do Tesouro americano. Há pouco, o document.write Chr(39)document.write Chr(39)notedocument.write Chr(39)document.write Chr(39) de dez anos pagava taxa anual de 4,51%, com alta de 2,19% no dia. O juro básico nos Estados Unidos foi mantido ontem em 1% ao ano. O C-Bond, principal título brasileiro, registra baixa de 0,28%, a 86,37% do seu valor de face. O risco-país, por sua vez, sobe 0,75%, para 805 pontos-base.

A volatilidade do dólar pela manhã foi gerada pela pressão sobre a Ptax, referência para a remuneração de uma dívida pública de US$ 1,3 bilhão, que vence nesta quinta-feira. Desse total, o Banco Central (BC) só renegociou cerca de US$ 300 milhões. Passada a document.write Chr(39)document.write Chr(39)formaçãodocument.write Chr(39)document.write Chr(39) da taxa, o mercado reduz a volatilidade e reflete o fluxo cambial ligeiramente positivo.

O dólar paralelo negociado em São Paulo fechou em alta de 0,99%, cotado a R$ 2,99 na compra e R$ 3,05 na venda. No Rio, o document.write Chr(39)document.write Chr(39)blackdocument.write Chr(39)document.write Chr(39) seguiu direção oposta e fechou em baixa de 0,98%, valendo R$ 2,92 e R$ 3,02 na compra e venda, respectivamente. O dólar turismo de São Paulo terminou o dia 0,32% mais barato, cotado a R$ 2,95 na compra e R$ 3,07 na venda.

Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), os juros futuros continuam a operar em baixa, às espera de um corte na taxa básica da economia, na próxima semana. O Depósito Interfinanceiro (DI) de setembro, que projeta os juros de agosto, está em 23,47% ao ano, contra 23,54% do fechamento de ontem. O DI de abril de 2004, o mais negociado, está em 21,24% anuais, frente aos 21,35% do fechamento anterior.

Fonte: Globo News

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